Tudo começou quando o sistema público de informação interno da UFRN começou a ser usado para fazer a propaganda estatal; a Maria (sem)Rosário iria fazer a propaganda sobre o PNDH-3. (http://www.sistemas.ufrn.br/portalufrn/PT/noticia/impressao/5517241)
Bem, já não bastou usar do serviço publico da universidade para propaganda política, os alunos tiveram que ter sua caixa de mensagem entupidas por convites para ir ver essa manifestação da paranóia do sovietismo-ptralha. Não era debate, somente um discurso tipicamente castrista. Claro, o curso de direito esta por trás disso, bem como toda classe dos burrocrata do puxa-saco do Estado. Todos entupidos de dinheiro e mobilizados.
Quando soubemos desse novo progrom, nos articulamos. Contudo, nos não somos financiado nem por BNDES, petrobrás ou banco do brasil, e estatais afins, apenas nos coordenamos de maneira até meio que em cima da hora, uns 3 dias antes do processo. Um reunião pessoal e outra virtual, elaboramos um projeto de panfleto, espalhamos pela área sul de Natal. Convocamos os estudantes secundaristas de um colégio estadual quem tem um grêmio construindo por um de nossos amigos.
( http://gremiovonmises.blogspot.com/)
O grêmio panfletou na escola, e seguiram a pé para a universidade, caminhando meia hora, numa pequena amostra de manifestação liberal-conservadora.
Chegando lá nos juntamos com outros universitários. E quando a bancada soviética petralhada subiu, erguemos as cruzes, que eu mesmo levei. Cruzes e rosários, foram erguidos. Claro, fomos taxados de fascistas, racistas, homofobios e como todo bom sovietismo petralha, nos ameaçaram de morte, paredon e gulags. Ficamos, e gravamos a palestra toda. E, a Maria (sem) Rosário que disse na hora ser católica, tremeu perante as cruzes, símbolo que ela deveria adorar. Talvez o exorcismo tenha dado certo.
Bem, já não bastou usar do serviço publico da universidade para propaganda política, os alunos tiveram que ter sua caixa de mensagem entupidas por convites para ir ver essa manifestação da paranóia do sovietismo-ptralha. Não era debate, somente um discurso tipicamente castrista. Claro, o curso de direito esta por trás disso, bem como toda classe dos burrocrata do puxa-saco do Estado. Todos entupidos de dinheiro e mobilizados.
Quando soubemos desse novo progrom, nos articulamos. Contudo, nos não somos financiado nem por BNDES, petrobrás ou banco do brasil, e estatais afins, apenas nos coordenamos de maneira até meio que em cima da hora, uns 3 dias antes do processo. Um reunião pessoal e outra virtual, elaboramos um projeto de panfleto, espalhamos pela área sul de Natal. Convocamos os estudantes secundaristas de um colégio estadual quem tem um grêmio construindo por um de nossos amigos.
( http://gremiovonmises.blogspot.com/)
O grêmio panfletou na escola, e seguiram a pé para a universidade, caminhando meia hora, numa pequena amostra de manifestação liberal-conservadora.
Chegando lá nos juntamos com outros universitários. E quando a bancada soviética petralhada subiu, erguemos as cruzes, que eu mesmo levei. Cruzes e rosários, foram erguidos. Claro, fomos taxados de fascistas, racistas, homofobios e como todo bom sovietismo petralha, nos ameaçaram de morte, paredon e gulags. Ficamos, e gravamos a palestra toda. E, a Maria (sem) Rosário que disse na hora ser católica, tremeu perante as cruzes, símbolo que ela deveria adorar. Talvez o exorcismo tenha dado certo.

