MANIFESTO TEÓRICO-MUSICAL DO MAESTRO E COMPOSITOR EMANUELE CINTURA TORRENTE
1) A Música não é apenas fonte de prazer ou recreação tal como tem sido, e ainda continua sendo, considerada, mas sobretudo instrumento privilegiado para uma séria compreensão do Mundo.
2) A Música não é apenas Arte..., mas Pensamento, e não somente Pensamento abstrato, mas concreto. Uma intensa ligação ao que é real e pragmático.
3) A Música não é uma forma de comunicação entre os homens, a música não comunica: ela manifesta; ela não emprega filtros subjetivos para expressar o objeto tal como o sistema verbal, Ela torna palpável, de forma completa e indiscutível, o mais alto nível de pensamento humano.
4) A Música não pode e não deve ser submetida a especulações de ordem econômica, política e social que alterem seu Potencial Gnoseológico e a reduzam a uma mercadoria da moda, a um item de consumo.
5) A Música e os musicistas devem obter, da parte da sociedade, aquele reconhecimento que, por séculos, salvo poucas exceções, foi-lhes negado, relegando-A a mero tema de entretenimento. O Musicista, no sentido mais elevado que se possa entender, não é um artista circense, mas um Pensador sério, e como tal deve ser tratado, equiparando sua função a de outras atividades profissionais geralmente consideradas de elevado status na comunidade.
6) O pensamento Musical não pode e não deve ser considerado inferior ao pensamento verbal ou científico; portanto, durante a fase de desenvolvimento do indivíduo, a educação ao pensamento musical não deve ser separada, através da supervalorização de escolas-guetos e conservatórios, das outras realidades educacionais humanísticas e científicas.
1) A Música não é apenas fonte de prazer ou recreação tal como tem sido, e ainda continua sendo, considerada, mas sobretudo instrumento privilegiado para uma séria compreensão do Mundo.
2) A Música não é apenas Arte..., mas Pensamento, e não somente Pensamento abstrato, mas concreto. Uma intensa ligação ao que é real e pragmático.
3) A Música não é uma forma de comunicação entre os homens, a música não comunica: ela manifesta; ela não emprega filtros subjetivos para expressar o objeto tal como o sistema verbal, Ela torna palpável, de forma completa e indiscutível, o mais alto nível de pensamento humano.
4) A Música não pode e não deve ser submetida a especulações de ordem econômica, política e social que alterem seu Potencial Gnoseológico e a reduzam a uma mercadoria da moda, a um item de consumo.
5) A Música e os musicistas devem obter, da parte da sociedade, aquele reconhecimento que, por séculos, salvo poucas exceções, foi-lhes negado, relegando-A a mero tema de entretenimento. O Musicista, no sentido mais elevado que se possa entender, não é um artista circense, mas um Pensador sério, e como tal deve ser tratado, equiparando sua função a de outras atividades profissionais geralmente consideradas de elevado status na comunidade.
6) O pensamento Musical não pode e não deve ser considerado inferior ao pensamento verbal ou científico; portanto, durante a fase de desenvolvimento do indivíduo, a educação ao pensamento musical não deve ser separada, através da supervalorização de escolas-guetos e conservatórios, das outras realidades educacionais humanísticas e científicas.