Me parece que já havia um tópico sobre este tema, mas como não o encontrei abri este. Se o tópico for localizado, que este então seja apagado pela redundância.
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Bem, me parece que simplesmente não falta mais nada. As pessoas estão mergulhando num poço de imbecilidade tão profundo, que já atinge o estado psicótico. Um casal canadense está criando seu bebê, sem no entanto tratá-lo como menino ou menina. Segundo os pais, isto é para que no futuro a criança escolha livremente seu sexo, "livre das pressões e das normas sociais".
Antigamente, nascer menino ou menina era um dado biológico, resultado de um processo da natureza. Agora é uma "norma social". Isto é o resultado de décadas de doutrinação esquerdista, desconstrucionista, onde rigorosamente todos os dados do mundo são filtrados sob a ótica de elementos de classe e estratos sociais. Uma mente assim criada sofre uma cisão com a realidade, que deixa de ser uma coisa objetiva para ser "uma construção".
Não sei o que as próximas gerações verão. Talvez vejam apenas uma sombra de uma humanidade que um dia já foi racional e dócil aos elementos da realidade.
Garanto que se não receber nenhum tipo de "disciplinamento gay" , vai seguir o rumo da natureza.
Se for homem, vai comer todas as vaginas por aí, do jeito que a natureza rege.
Além dos pais, as únicas pessoas que sabem o sexo biológico de Storm Witterick são os irmãos dele: Jazz, de 5 anos, e Kio, de 2.
Como no Canadá não tem fofoqueiro, o menino (ops... ou menina) não corre nenhum risco, pois os vizinhos não saberão seu sexo.
O pobre (ops novamente... a pobre?) "Storm" crescerá complexado(a) porque não vai ganhar nem carrinhos nem bonecas, mas apenas presentes "unisex" como balas e pirulitos.
Se tivesse nascido no Brasil, o(a) menino(a) estaria lascado(a) porque não existe gênero neutro na gramática, coitado(a). Ele(a) provavelmente cresceria estressado(a) e eternamente preocupado(a) com o uso da terceira pessoa.
E na escola, que banheiro ele(a) usaria? Tadinho(a) dele(a)!!!
Na adolescência nem gays nem lésbicas poderiam paquerar o(a) pobre coitado(a), pois não saberiam em que time ele(a) joga.
O casal de Toronto diz que, com a decisão, está respeitando o direito de o bebê escolher o seu próprio sexo, livre das pressões e das normas sociais.
Alguém explique a estes debilóides que a natureza já escolheu o sexo da criança.
Fico imaginando esta criança sendo criada diferentemente de seus irmãos. Quando ela começar a tomar consciência de seus aspectos corporais, se identificará imediatamente como menino ou menina, já que tem como parâmetros os irmãos e os pais e as demais pessoas. Ou seja, o ser humano normal percebe a realidade dentro da qual se encontra. É um dado ontológico: Ser homem ou mulher são formas de existir dentro da totalidade do real.
Mas sendo criada "sem gênero" imediatamente poderá surgir um conflito com aquilo que ela percebe naturalmente ser com aquilo que os pais lhe dizem - que ela "escolherá" seu sexo. Esta criança, constatando que é um menino ou uma menina, dado lhe transmitido pela realidade, vivenciará um discurso delirante vindo de seus pais, que lhe dirão que ela não é uma coisa nem outra, mas "escolherá" o que quer ser.
Assim, esta criança crescerá percebendo que por um lado é homem ou mulher de fato, mas por outro ouvindo que pode "escolher" o que na verdade já está ontologicamente definido. Será um ambiente onde a realidade será negada pelo discurso dos pais, ou seja, esta infeliz criança se desenvolverá num lar onde ideias terão a pretensão de revogar o real. É a própria mentalidade revolucionária.
Xii tá virando moda...tem a "Pop" na Suécia também, encontrei um artigo com opiniões de"especialistas" absurdamente diferentes, nem preciso dizer qual é a mais sensata...esse pais retardados querem holofotes, tratam a criança como experiência de laboratório. A cretina da sociológa do artigo acha que a experiência dificilmente atingirá o "objetivo", devido ao contato com a sociedade, que tem esse negócio de "gênero" muito "arraigado", é óbvio não? Até crianças notam as diferenças só de olhar...por que não isolam ela no mato como um animal, daí quem sabe?!
O que vocês acham que vai acontecer quando a criança entrar em parafuso? a culpa será colocada na sociedade obscurantista com seus valores atrasados, que impedem uma criança livre pra escolher o próprio sexo de ter uma vida normal...
Se eu pudesse desviava a orbita do Elenin para em outubro acabar com essa palhaçada de planeta e dar algum crédito a aquele cara de 90 anos da Family Radio.
Não posso entrar na internet que só acho noticia uma pior que a outra...
Agora querem anular dados cromossômicos, dados anatômicos e dados fisiológicos.
"Gênero" deixa de ter vínculo com uma (irrelevante) realidade cromossomial e com uma (irrelevante) realidade anatômica. Qualquer exame de DNA terá que invariavelmente se omitir quanto a este fato e declarar sempre - "gênero indeterminado". Aliás qualquer exame médico idem - literalmente passa a ser uma questão de perguntar. Percebo que a medicina forense sofrerá um duro golpe: "foi encontrado um corpo do gênero... errr... não se sabe, porque o defunto não informou". Perguntas do tipo "é menino ou menina?", feitos a grávidas e seus parentes também não têm mais resposta possível, a não ser "não sabemos, só quando IT crescer e decidir entre as oitenta e três escolhas. Ou inventar a del...errrr...ITS".
Melhor não perguntar, virou gafe. Falta arranjar um equivalente ao neutro - o "IT" - nas línguas que não têm tal coisa. Adjetivos femininos e masculinos serão um problema, podem se tornar ofensivos: melhor trocar as terminações em "o"e "a" por "e": bonite, trabalhadore, esperte, burre. Ou eliminar estes finais: fei, burr, estúpid.
Vai ser ótimo. O completo delírio: o homem resolve "estabelecer" que há dezoito, ou trinta, ou cento e cinquenta e cinco "gêneros". Fundamento? Zero. Na verdade, as implicações também se estendem a outras espécies, por dever de coerência: se gênero não é vinculado a nenhuma realidade genética, anatômica ou fisiológica, passa a ser descabido perguntar se um animal é macho ou fêmea. É "UNKNOWN", porque fica complicado o bicho informar.
Você literalmente disse algo inteiramente REAL, Rodolfo.
Pode-se INDUZIR tudo isso. Pode-se literalmente induzir um pequenino humano a não saber quem é: isto não o des-humanizará PER SE, mas pode facilitar a que ele eventualmente RECUSE a sua condição humana por vontade própria, um dia.
Alguns pais decidem não querer saber o sexo da criança durante a gestação. Esperam pela hora do parto para descobrirem se é um menino ou uma menina. Um casal de 24 anos na Suécia levou esta prática além dessa realidade. Eles se recusam a dizer o sexo de sua criança (na foto acima), que já tem dois anos e meio de idade. “Queremos que Pop cresça com maior liberdade e que não seja forçado a um gênero que o/a moldará”, disse a mãe. Pop (um nome fictício para proteção da criança) usa vestidos e também calças masculinas e seu cabelo muda do estilo feminino para o masculino a cada manhã. Apesar de Pop saber as diferenças entre um menino e uma menina, os pais se recusam a adotar pronomes para chamar a criança. A controversa atitude do casal gerou um intenso debate no país.
O jornal sueco que entrevistou os pais, The Local, conversou com a pediatra sueca Anna Nodenström do Instituto Karolinska sobre os efeitos a longo prazo no comportamento da criança. “Afetará a criança, mas é difícil de dizer se fará mal a ela”, diz a pediatra. “Não sei o que os pais querem com isso, mas certamente ela será diferente”, completou. Anna ainda afirmou que quando Pop entrar na escola, se seu gênero ainda for desconhecido, ela chamará muito a atenção dos coleguinhas.
A psicóloga canadense Susan Pinker autora do livro The Sexual Paradox, também entrevistada pelo jornal sueco, disse que será difícil manter incógnito o sexo da criança por muito mais tempo. “As crianças são curiosas sobre suas identidades e tendem a gravitar em torno das de mesmo sexo no começo da infância”.
Pop logo ganhará um irmãozinho ou irmãzinha, porque a mãe está grávida. Ela afirmou que irão revelar o gênero ”quando Pop quiser”.
Psicólogos e "filósofos" hoje em dia são todos maconheiros. Suas opiniões são descartáveis. Assim como seus cérebros merdiados. No Brasil está assim.
Nem na opinião de psiquiatras eu estou confiando atualmente. Se for da USP, por exemplo, pode esquecer: maconheiro com certeza. Escandinavos, belgas e holandeses também não são confiáveis. Todos são drogados. Psicóticos assumidos, ou por vontade própria ou por vontade alheia.
Hoje em dia está difícil encontrar um bom filósofo ou um bom profissional de psicanálise. Um que não seja viado, ou maconheiro; ou marxista; ou feminista; ou ateu; ou à toa; ou alcólatra; ou viciado; ou uspiano; ou pucano; ou burro e incompetente mesmo.
Hoje prefiro a opinião de filosofia de um Pagé yanomami do que a de um "intelectual" universitário brasileiro que diz que lê Nietzsche, Spinoza, Kant ou Schopenhauer.
O ensino de "humanas" está um bela bosta assim no Brasil.