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´Super` diz que religião encolhe o cerebro...

Iniciado por adimferroso em 02/06/2011 · 22 mensagens

adimferroso#1
´Super` diz que religião encolhe o cerebro...
Em sua eterna Jirad anti-cristã a revista pseudo-cientifica Superinteressante mostra um ´´estudo`` afirmando que a religião faz o Cerebro encolher.

´´O CIÊNCIA MALUCA adora uma boa banalidade – e não vê problema algum nisso. Mas o papo hoje é um pouquinho mais sério.

Tem um milhão de estudos por aí que apontam uma série de benefícios da religião para o cérebro. Mas, na ciência (ainda mais quando a gente inclui o “maluca” no meio), pouca coisa é unanimidade.

Pesquisadores da Universidade de Duke, nos EUA, observaram os cérebros de 268 homens e mulheres com mais de 58 anos e notaram que o hipocampo – região envolvida, principalmente, na formação de memórias – era significativamente menor naqueles que se identificavam com grupos religiosos específicos ou que tinham passado por experiências religiosas de mudança de vida – aquela coisa de estar quase morrendo e “nascer” de novo, por exemplo...``

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/religi…ro-encolher/
ayrton#2
Mais artigos do "isentíssimo" e "totalmente" acima de qualquer suspeita "jornalista", Thiago Perin.

Para Perin, ser macho não tá com nada, o negócio é ser meio afeminado, pois assim, corremos menos risco de infarte:

“Meniiiiina…”
Pesquisadores do Reino Unido acharam um bom motivo para os machões pensarem em desenvolver um pouquinho mais a sensibilidade. No estudo, Kate Hunt, Heather Lewars, Carol Emslie e David Batty cruzaram dados sobre a saúde cardíaca com os níveis de “masculinidade” e “feminilidade” de 1.551 voluntários. Esses índices foram previamente “calculados” em 1988, segundo um critério que considerou predominantemente masculinos traços de personalidade como agressividade, liderança e disposição em correr riscos; e femininos aspectos como delicadeza, sensibilidade às necessidades alheias e gostar de crianças. Até 2005, 13% dos participantes homens tinha morrido em decorrência de problemas cardíacos – condição à qual aqueles com maior nível de “feminilidade” se mostraram menos vulneráveis. “Os resultados sugerem que as construções sociais de gênero têm influência sobre o risco de problemas de saúde. No caso, de coração”, diz o estudo"

http://www.curiosidadesdeana.com/2011/02/as-pesquisa…-jamais.html
leonardo_2#3
Universidade de Duke ? Nunca ouvi falar..
ayrton#4
"Promiscuidade e infidelidade estão no DNA"

Traiu? Foi traído? Pegou cinco e voltou pra casa arrependido? A culpa (seja você vítima ou culpado) pode ser, ao menos parcialmente, do seu DNA. De acordo com um novo estudo, feito por cientistas de três universidades dos EUA, uma variação do gene DRD4 (que alguns têm e outros não) está ligada à nossa disposição à infidelidade e ao sexo sem compromisso.

(...)"

http://www.curiosidadesdeana.com/2011/02/as-pesquisa…-jamais.html
ayrton#5
Mulher bonita não tá com nada, já os homens bonitos sim. Esse é o Thiago Perin!

"Arrumar emprego é mais difícil para mulheres bonitas

Beleza é superficial – é o que a polícia do “politicamente correto” diz. Mas quando o papo é conseguir emprego, quanto mais bonito você é, mais fácil é ser contratado. A não ser, é claro, que você seja do sexo feminino. Pesquisadores da Universidade de Ben-Gurion e do Ariel University Center, em Israel, dizem que homens bonitões têm 50% mais chances de serem chamados para entrevistas de emprego do que os de aparência normal. Mas mulheres bonitonas são bem menos propensas a conseguirem um tempinho com o entrevistador.

(...)

Os currículos dos bonitões renderam contatos em 19,9% das vezes; os dos normais, em 13,7%; e os sem fotos, em 9,2% das vezes.
Mas o efeito dos good looks só foi positivo mesmo para os homens. “Entre os currículos das candidatas do sexo feminino, os que não tinham fotos tiveram a melhor taxa de respostas,22% maior do que os das “normais” e 30% maior do que os das especialmente bonitas”, conta um dos autores do estudo, Bradley Ruffle. E a quantidade de bonitonas discriminadas variou de acordo com quem estava avaliando os currículos. Quando a seleção ficava por conta deagências de emprego, o efeito discriminatório diminuía. Mas quando o recrutamento ficava por conta da própria empresa, as chances das moças bonitas caía pela metade.

(...)"

http://www.curiosidadesdeana.com/2011/02/as-pesquisa…-jamais.html
ayrton#6
Conclusão: homens, procurem ser mais sensíveis senão vão morrer cedo e mulheres, vão encher a cara para viver mais. E você, está empregada? então é porque você é muito feia, minha filha...finalizando... da série, meus genes não valem nada... se você traiu a culpa não é sua, está no seu DNA (mas não use isso como desculpa, tá!)
ayrton#7
ayrton#8
Ao escrever os títulos das matérias tendenciosamente, como se o conteúdo do texto fosse uma verdade absoluta e sobre a qual ele tira uma conclusão "irrefutável", Thiago Peroba desmascara a si mesmo. Bichooooooooooooooona.

'Homens "afeminados" têm menos problemas de coração'

Vejam se pode um título desses numa revista que se diz científica.
ayrton#9
Acharam que me precipitei ao analisar a personalidade da figura? Então leiam essa aqui:

"Mulheres com gays ou bissexuais na família são mais férteis

Thiago Peri

Não vamos entrar em questões políticas, éticas, religiosas ou o que for. No CIÊNCIA MALUCA é, de fato, só a ciência o que importa. E, que nos desculpem os de opinião contrária, não são poucos os estudos científicos que apontam que a homossexualidade tem origem genética.

Um desses estudos, em especial, feito na Universidade de Padova, na Itália, faz mais do que defender a hipótese de que já se nasce gay. Segundo os pesquisadores, um fator genético ligado ao cromossomo X (as mulheres são XX e os homens são XY, lembra?) e transmitido hereditariamente na linha materna é o responsável por promover a atração pelo mesmo sexo nos homens e a fertilidade nas mulheres.

Em comparação às mães de heterossexuais, as mães de voluntários gays e bissexuais que participaram do estudo eram significativamente mais férteis, tendência que se extendia às outras mulheres da família – irmãs, tias, primas etc.

Nessa onda, o pessoal da universidade aponta que estudos anteriores já mostraram que um homem gay tende a ter mais homossexuais na família do que um homem heterossexual. E que isso é verdade apenas quando o histórico familiar analisado é o materno – o que dá força para a descoberta. Vejamos o que pesquisas futuras dizem"

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/category/ciencia/
ayrton#10
"4 de fevereiro de 2011

MULHERES BONITAS EMBURRECEM OS HOMENS

(...)

Blá, blá, blá, blá...

(...)

Em tempo: o estudo só examinou essa questão entre heterossexuais. “Entretanto, uma questão interessante para pesquisas futuras seria se, entre homossexuais, interações com pessoas atraentes do mesmo sexo seriam mais exigentes cognitivamente”. A ver.

Thiago Perin"

http://blogdasmoleculas.blogspot.com/2011/02/mulhere…-homens.html
manoel_2#11
E o que o "tamanho" do cérebro diz?

Cruzes.
ayrton#12
Açúcar combate o preconceito

Limonada adoçada fez voluntários terem menos preconceito contra gays
por Thiago Perin

Pesquisadores da Holanda e dos EUA pediram a voluntários que escrevessem sobre a vida de um gay. Alguns dos voluntários receberam limonada adoçada - e escreveram textos com menos preconceito. Em tese, isso acontece porque a glicose do açúcar estimula o cérebro, que usa sua energia para ativar circuitos ligados ao autocontrole.

http://super.abril.com.br/ciencia/acucar-combate-pre…622515.shtml
ayrton#13
O artigo de Perin foi publicado no mesmo dia (ou um dia depois) da passeata contra a PL 122 em Brasília. Coincidência?
daniel_25#14
Chama o Alborgheti!!!
uhahauhauauhuaa
christian_2#15
Eu DESGRAÇADAMENTE já fui assinante desse vômito de barata chamado SUPER IGNORANTE.

Mas está explicado pq esse ser chamado THiago Perin ataca a religião. Ela é...ui....homofóbica...
leonardo_2#16
Essa universidade Duke é a mesma em que Miguel Nicolelis trabalha

Hummmm , como diria o Chapolim , "Suspeitei desde o princípio"
hllio#17
Eita sujeitinho desonesto esse da revista Super Interessante, em?

O fdp nem se deu ao trabalho de ler o último parágrafo da conclusão do artigo original:

"Religious Factors and Hippocampal Atrophy in Late Life"

This study is among the first to examine religious and spiritual correlates of structural neuroanatomy.[...] Mechanisms for these results, such as the elucidation of potential glucocorticoid stress pathways leading to atrophy, need to be more clearly identified, making the interpretation of these findings necessarily speculative. Future research exploring neuroanatomical changes in late life should not overlook the potential impact of religious factors, which remain relevant for a substantial proportion of the US population.

http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%…pone.0017006
antnioluiz#18
Qual daqueles três chipanzés é o Thiago Perin?
hllio#19
Eu li o artigo original, sem entrar em detalhes técnicos, quatro pontos são fundamentais:

1) É dito pelo autor do trabalho que "nossos resultados PODEM REFLETIR um impacto do estresse no volume do hipocampo" (ou seja, é uma hipótese);

2) Os mecanismos que levariam a tal lesão cerebral NÃO são se quer conhecidos (sabe-se que em outros casos onde se observa esse tipo de diminuição do hipocampo, tal efeito se dá por disfunções na via dos glicocorticóides), especula-se que tenha algo a ver com a mudança de grupo religioso (protestante/católico, católico/protestante), onde, nem mesmo nos indivíduos que não mudaram de grupo religioso foi observado tal diminuição no hipocampo;

3) Essa diminuição no hipocampo não representou qualquer problema aos membros do grupo de estudo, embora, se saiba que em pacientes em pacientes com depressão, demência e Doença de Alzheimer é observado tal atrofia do hipocampo;

4) Não se sabe a causa dessa diminuição, muito menos seus impactos, que parece mesmo não ser nenhum, pelo menos cognitivamente falando, sendo os autores explícitos em afirmar: "In addition, comprehensive cognitive testing in future studies could help determine the role of cognitive performance in both late life religious experiences and hippocampal volume."

É isso, o rapazinho deu uma breve lida no artigo e correu pra frente do PC para comunicar a novidade ao público brasileiro, só esqueceu de informar que esse é o 1º estudo e que não é nada conclusivo!

O problema é que ele dá a entender que a fé diminui o cérebro e torna o sujeito mais burrinho, sendo que o artigo não diz absolutamente nada disso!

Que patife!
hllio#20
Eu não vou postar esse meu comentário daqui lá nos "comentários da matéria" por que nem vale a pena, mas quero enviá-lo diretamente ao patife e solicitar que ele não leia 'neurociências' sem os devidos cuidados, isso é coisa muito séria!

O calhorda, repito, deu a entende que ser religioso diminui o cérebro e, consequentemente, a inteligência, repito novamente: o artigo NÃO diz uma linha sobre isso, os autores são muito cuidadosos em deixar claro que não há nenhuma relação, dizem taxativamente que NÃO analisaram esse aspecto, mas o safado vai lá e escreve naquele tom de autoridade "Religião faz o cérebro encolher".

Na verdade os dados parecem apontar para: uma mudança de grupo religioso e os estresses causados eventualmente por tal mudança levam a atrofia perceptível no hipocampo.

Há um detalhe: eles comparam o cérebro dos pacientes antes e depois da mudança? Não, eles comparam o cérebro do grupo controle (sem passar pelo hipotético estresse) com o grupo de estudo mesmo (que passou pelo "estresse" de mudar de grupo religioso), portanto, não dá se quer pra saber se o hipocampo do sujeito diminuiu mesmo, apenas que é menor do que o dos outros indivíduos, digo, do "grupo controle".

Faça-me o favor, vá estudar antes de escrever numa revista, porra!

Só há uma resposta: vai tomar no cú!
hllio#21
O e-mail do rapazinho: tfperin,volta e meia em,gmail.com

Já organizei essa postagem e enviei pra ele, vamos ver se ele entende o que eu disse e me responde algo!
joonilson#22
Se for pra acreditar em tudo o que sai nas revistas, é só juntarmos essa notícia com esta: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4…olutivo.html; e, voilà, temos que religião, ao encolher cérebros, ajuda no aprimoramento da espécie.

Fazer parte de um grupo que nega a evolução, ao contrário do que possa parecer, faz com que o indicíduo evolua mais depressa.

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