matou, confessou e foi solto - crime da USP
Assassino do estudante da USP diz que não entrega comparsa senão morrre. Uai, não dizem que pena de morte não assusta bandidos?
No twitter por presidentemvb Sr. Bene Barbosa
http://www.movimentovivabrasil.org.br/
par
http://www.mvb.org.br/colabore/index.php?
http://www.jornalfloripa.com.br/brasil/index1.php?pg…ripa&id=8388
O Irlan é colega de crime do Battisti. O Irlan é aquele latrocida que matou covardemente o estudante da USP só porque ele reagiu.
O Battisti é aquele assassino condenado a prisão perpétua na Itália só porque abreviou a existencia de quatro pessoas que não contribuiram com o grupinho do qual ele fazia parte, "I proletari armati ".
Ambos contam com a indulgente bonomia brasileira: O Irlan voltou para casa onde deve esperar pacientemente a decretação da sua prisão preventiva, a qual ele aguarda ansiosamente.
O Battisti mudou p/ São Paulo onde vai virar escritor incensado pela esquerda cult que vai se lambusar com as narrativas das traquinagens desse "injustiçado".
É tão bonito quando tudo acaba bem...
Realmente, nunca se viu no mundo uma coisa dessas.
Um indivíduo entra numa delegacia, CONFESSA UM ASSASSINATO, e ouve do delegado:
-"Ah, mas estou vendo aqui que você é primário, meu filho. Neste caso, não podemos fazer nada. Volte quando tiver assassinado o SEGUNDO!"
MEU DEUS DO CÉU!!!!!
Como disse uma vez o senador Demóstenes Torres: no Brasil, matar uma pessoa é considerado algo um pouco mais grave do que chutar um cachorro.
Analisando a campanha de Canudos, Euclides da Cunha delineou perfeitamente o caráter nacional. Os fanáticos de Antônio Conselheiro eram uns “broncos”, uns “primitivos”, uns “retardatários”, uns “retrógrados”, uns “impotentes”, uns “passivos”. Eles eram “uma turba de neuróticos vulgares”, de “desvairados”, de “desequilibrados incuráveis”. Eles eram “uma gente ínfima e suspeita, avessa ao trabalho, vezada à mândria e à rapina”. Eles eram dotados de uma “moralidade rudimentar”, com uma série de “atributos que impediam a vida num meio mais adiantado e complexo”. Eles eram um retorno “ao estádio mental dos tipos ancestrais da espécie”.
Euclides da Cunha compreendeu a mente e o comportamento dos brasileiros. Ao contrário de mim, ele jamais teria errado o resultado eleitoral.
No Brasil, já chegamos ao fundo do poço e parece que cavaram mais um pouco. Um país onde um assassino entra numa delegacia de polícia, confessa um latrocínio bárbaro e sai pela porta da frente dando risada, porque se entende que quem se apresenta espontaneamente não fica preso, é um país que deixou de fazer parte da civilização.
O Olavo já disse numa entrevista com o Yuri Vieira que o Brasil é o templo da degradação humana. Não posso dizer que ele errou. Este bandido só vai parar quando durante uma de suas ações bater de frente com a polícia.
Será aposentado compulsoriamente devido à intensa intoxicação por chumbo.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/07/polici…o-de-sp.html
Qualquer juíz esquerdista vai liberar o cara com base nisso e fica por isso mesmo.
Brasil!

