Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Examinando um cocô chamado Dalmo Dallari

Iniciado por antnioluiz em 13/06/2011 · 12 mensagens

antnioluiz#1
Olha ele aqui defendendo com unhas e dentes a permanência do Battisti no Brasil:
antnioluiz#2
antnioluiz#3
[img]/orkut/photos/OgAAAM5Hxg3Yf44cXXWnMRvXmr7Zv_sO2YbOJDCVYI5-Cns5ogcj_2G9PsrBAi3A1rwm6iY2A2xWteBwckPXs4COb7EAm1T1UMn5tqLQwmRI5CaeQaN6z_veP2yt.jpg[/img]
[url]/orkut/photos/OgAAAM5Hxg3Yf44cXXWnMRvXmr7Zv_sO2YbOJDCVYI5-Cns5ogcj_2G9PsrBAi3A1rwm6iY2A2xWteBwckPXs4COb7EAm1T1UMn5tqLQwmRI5CaeQaN6z_veP2yt.jpg[/url]
antnioluiz#4
O restante do artigo do sr. Dalmo Dallari, cujo início comentei quinta-feira passada (http://www.olavodecarvalho.org/semana/061214dce.html), é de uma mendacidade tão despudorada que mais justo seria xingá-lo de tudo quanto é nome em vez de honrá-lo com um comentário.

Desde logo, não há atitude que eu mais despreze, num articulista, do que macaquear, com finalidade leviana, expressões verbais que usei para transmitir conteúdo sério. Não estou aqui para alimentar parasitas. Se querem mentir, que pelo menos tenham a bondade de fazê-lo com suas próprias palavras, em vez de sugar as minhas para depois vomitá-las como farsa.

Quando comecei a falar de “ocultação de notícias”, anos atrás, eu me referia a fatos de importância universal, cuja longa e obstinada ausência nos jornais denunciava um intuito consciente de ludibriar os leitores. Fenômenos como a matança de mais de um milhão de cristãos nos países comunistas e islâmicos, ou como as assembléias do Foro de São Paulo, que reuniam anualmente os mais poderosos líderes da esquerda latino-americana, não eram coisinhas de somenos, que pudessem ser ignoradas unanimemente por articulistas, pauteiros, repórteres e chefes de redação do país inteiro ao longo de mais de uma década, sem que houvesse nisso algo de monstruosamente anormal segundo todos os cânones da profissão jornalística.
antnioluiz#5
De uns meses para cá, uma multidão de cabos eleitorais, agentes de influência e mentirosos compulsivos, a serviço do partido governante, se apossaram do tema e passaram a tocá-lo, com leves variações, a propósito de qualquer noticinha vagabunda, de qualquer zunzum de comadres, de qualquer factóide de interesse do petismo, casualmente omitidos pela grande mídia na correria dos fechamentos.

Criaram assim a lenda da mídia direitista, reacionária, empenhada em sufocar, como no tempo dos censores, a voz heróica da esquerda nacional.

Tão fantástica inversão da realidade arriscaria expor seus autores ao riso geral, se não tratassem de empacotá-la numa linguagem que, por ter sido usada ao longo de uma década para expressar verdades comprovadas, adquiriu uma espécie de credibilidade automática apta a ser usurpada para dizer precisamente o contrário, com eficácia multiplicada por aquela capacidade tão própria da mente esquerdista, de simular nobreza moral por meio de esgares de dor e revolta desesperadoramente postiços.

Se o leitor se recorda do que escrevi aqui sobre os efeitos psico-sociais do desconstrucionismo, compreenderá facilmente que ativistas com longa prática em esvaziar as palavras de todo significado objetivo estão equipadíssimos para mais esse assalto entrópico e obscurecedor à inteligibilidade da linguagem.
antnioluiz#6
O sr. Dallari só se distingue dos demais pela dose extra de cara de pau com que comprime, num só artigo, gesticulações indignadas ante três exemplos de “supressão de notícias” dos quais um é materialmente falso e os outros dois são absurdos.

O primeiro é o manifesto pró-Sader, que, segundo ele, a mídia omitiu por completo. Como eu mesmo vi esse manifesto transcrito com espalhafato em alguns dos maiores jornais do país, não creio estar errado em concluir que ou o sr. Dallari é um irresponsável que ataca sem nem mesmo buscar provas, ou é um mentiroso contumaz que, com as provas na mão, afirma o contrário do que elas atestam. Nos dois casos a única resposta que ele merece é algum palavrão bem cabeludo, que não registro aqui mas que lhe direi na cara se tiver o desgosto de encontrá-lo um dia.
antnioluiz#7
A segunda notícia injustamente suprimida é a mensagem, subscrita por ativistas de “direitos humanos” (entre sólidas aspas), em louvor de policiais mortos e feridos no cumprimento do dever. Isso, de fato, não li em parte alguma, mas que importância objetiva tem esse documento? Segundo Dallari, ele prova que é falsa a noção geral de que os tais ativistas só servem para boicotar a polícia e ajudar os bandidos, devendo por isso ser publicado. Mas, por favor, comparem: contra a polícia, essa gente fez campanhas milionárias, produziu filmes e programas de TV, publicou centenas de livros e teses universitárias, fez dúzias e dúzias de discursos no parlamento, espalhou milhões de mentiras e, por fim, promulgou leis que detêm a ação dos policiais e os entregam inermes nas mãos dos bandidos. O resultado é uma polícia desarmada, acossada, temerosa de cumprir o dever para não ser desancada na mídia e conformada, enfim, com seu novo papel de fornecedora de alvos para os bandidos equipados de fuzis Kalashnikov e metralhadoras UZI. Depois de consumada essa grande obra, que fazem os seus autores? Assinam um miserável manifestinho, um factóide, uma simulação ridícula de solidariedade que não serve nem para desencargo de consciência, e ainda querem cobertura, repercussão, câmeras, holofotes, reconhecimento público! E, se a mídia não lhes serve o que desejam, saem choramingando que foram censurados. Ora, que vão para o diabo. Sob qualquer critério jornalístico que se examine, o lugar dessa notícia é o lixo.
antnioluiz#8
Por fim, queixa-se o ilustríssimo de que a mídia, fazendo alarde do dossiê ilegal comprado pelo PT para desgraçar seus concorrentes eleitorais, se omitiu, criminosamente, de divulgar o mais importante: o conteúdo do documento, as acusações levantadas nele contra o tucanato. Aí o fingimento hipócrita já se eleva às alturas de um arrebatamento místico. Pois se o dossiê foi forjado justamente para ser divulgado e fazer barulho na mídia, e se a polícia comprovou o caráter criminoso da operação, divulgar seu conteúdo seria simplesmente dar execução cabal ao plano depois de denunciado e condenado, neutralizando a ação policial que o abortou em tempo. Para fazer isso, a mídia, originariamente escolhida pelo PT como instrumento passivo do delito, teria de consentir em praticá-lo, agora, como cúmplice ativa e consciente.

O sr. Dallari não tem, em si, a mínima importância. É um puro ninguém de toga e cátedra. Mas, com esse seu artigo, ele se tornou o importante sintoma denunciador de males cuja dimensão mastodôntica talvez escape à sua própria percepção. Quando um sujeito que a sociedade aceita como jurista denuncia como crime a recusa de praticar um crime, é porque de há muito já nos evadimos do antigo território denominado “realidade”: tornamo-nos personagens da fantasia insana do marquês de Sader, habitantes do “mundo às avessas”.
antnioluiz#9
martin_2#10
que sujeito podre!!!!

preocupado em como a italia iria tratar o cesare battisti......com medo da violencia dos italianos.
martin_2#11
esse bosta acha que a italia é um risco para o battitsti

e os esportista cubanos??? filho da puta
robson_3#12
Brasil, um país de todos....os filhos da puta!

‹ Voltar para a lista de tópicos