O professor Luiz Carlos Faria da Silva, do Departamento de Fundamentos de Educação da Universidade Estadual de Maringá, manda a contribuiçao abaixo sobre o tema.
Alguém pegou o endereço do site sobre a Consagração de Maria? A propósito, em nome da divulgação não utilizem nomes em latim ou idiomas estrangeiros se esperam visitas no Brasil. Pra quê complicar?
Escândalo: Três órgãos da CNBB de mãos dadas com associações homossexuais e pró-aborto pedem a aplicação integral do PNDH-3 /Main#CommMsgs?cmm=44668&tid=5525030338849168171&kw=CNBB&na=2&nst=31
Um verdadeiro escândalo, Solange! Vamos fazer alguma coisa, pedir uma moção de REPÚDIO a esses bagaceiros! As tais "católicas pelo direito de decidir", conhecido como "MOCRÉIAS SATÂNICAS PELO DIREITO DE ASSASSINAR INOCENTES", também está lá.
Obrigada, Oswaldo, por disponibilizar a informação sobre o Prof. Luis Carlos. Eu estava procurando sem encontrar nada! É um assunto que me interessa muito!
Agora, nunca achei nenhum livro do Prof. Luiz Carlos. Eu venho pesquisando na rede sobre o tema desde que a revista Época publicou ano passado um artigo sinistro sobre nosso país:
O caminho será mesmo educar os filhos em casa. E o Julio Severo tem um bocado de material interessante sobre o assunto: http://www.escolaemcasa.blogspot.com/
Oh, eu percebi sobre o que você estava falando, claro. 🙂!
Acabou, que pena!
Gente, vou lá contar quantos grupos gays apoiam a petralhada e quantos grupos abortistas. LACEM as pessoas na rua e as convençam a não votar nessa mocoronga, amigos. Será mesmo uma CATÁSTROFE COMPLETA! Eu agarro todo mundo e carrego para ver videos, enquanto explico tudo. Nào estou conseguindo fazer praticamentre mais nada, tamanha a minha aflição.
"MP processa quem atropelou a galinha, mas também quem mata pessoas", afirma promotor
Programa "Polêmica", da Rádio Gaúcha, promoveu o debate sobre o caso ocorrido em São Valentim
Por atropelar duas galinhas, um caminhoneiro terá de responder à Justiça. O caso ocorreu em São Valentim, no norte do Estado, na sexta-feira passada, e encaminhado ontem ao Fórum.
O crime poderia ter passado despercebido, não fosse o testemunho de uma promotora de Justiça, que atua na área ambiental. Karina Albuquerque Denicol viajava de Erechim para São Valentim, pela rodovia que liga os dois municípios (RST-480), quando, após ultrapassar um caminhão, assistiu pelo retrovisor ao atropelamento das galinhas. Com a certeza de que o fato poderia ter sido evitado, pois mesmo sendo no asfalto o veículo não andava em alta velocidade, a promotora acionou a Brigada Militar.
Mal entrou em São Valentim, o caminhoneiro Alexandre Ribeiro do Prado, 24 anos, que transportava 12 mil quilos de carne suína em um caminhão frigorífico – modelo Truck, medindo 10,5 metros e com 4,2 metros de altura – foi detido pelos policiais:
– Eu cheguei e lá estava ela com a polícia. Complicou porque eu tinha atropelado as galinhas, mas o caminhão estava carregado, e eu não podia parar de vereda, senão iria tombar, podendo morrer ou matar alguém.
Comunicado de que seria processado pelo atropelamento, caracterizado como crueldade contra animais, previsto na Lei de Contravenções Penais, Prado ligou para o patrão, em Chapecó, pedindo socorro.
– Eu nem acreditei. Vou pagar a despesa do advogado e vou até o fim com este processo – disse o gerente da transportadora, Eloi Moretto.
O Termo Circunstanciado lavrado na hora chegou ontem ao Fórum de São Valentim. São 16 páginas narrando o fato, com fotografias tiradas pela BM. O documento foi enviado para o Ministério Público, e a promotora Karina, antes testemunha do fato, deve decidir agora se denuncia ou não o motorista:
– Parece ridículo porque são galinhas, mas como promotora ambiental acho que qualquer vida tem que ser preservada. Ficou evidente que ele poderia ter parado e não fez.
Uma audiência foi marcada para 3 de novembro, e a promotora pretende oferecer o benefício da transação penal ao motorista, pois ele não tem antecedentes criminais. Com o pagamento de um salário mínimo, a ser doado a uma instituição de proteção ao ambiente, Prado pode se livrar do processo.
São 16 páginas narrando o fato, com fotografias tiradas pela BM. O documento foi enviado para o Ministério Público, e a promotora Karina, antes testemunha do fato, deve decidir agora se denuncia ou não o motorista:
– Parece ridículo porque são galinhas, mas como promotora ambiental acho que qualquer vida tem que ser preservada. Ficou evidente que ele poderia ter parado e não fez.
Se ela ela testemunhou o fato ela não pode, ao mesmo tempo, ser titular da ação.
Deve ter, sim, não houve nenhum aviso em contrário. Pior que eu devo sair agora; espero voltar a tempo... Eu gosto TÃO MAIS de assistir junto com todos!