Cacete. Quanta imbecilidade. Os caras dessa comunidade anti-Olavo devem adorar o cara, Pelo que eu lí eles ouvem o programa ao vivo toda santa segunda-feira? Eles no fudo amam o Olavão
O programa de hoje foi interessante. Passou um pouco mais sobre a filosofia, e abordou muito bem o tema da "solução final" agora no fim. Algo que alguns ainda teimam em achar que é possível.
Alex, comigo tá dando este mesmo problema, mas não acho que tem que ver com o número de posts no tópico... Já vi tópicos com 12.000 posts que funcionavam bem...
Dessa vez não ouvi o programa ao vivo, lamentavelmente. E também lamento o bug do momento: estava louco para ver o que foi comentado durante o programa mas só consigo chegar às última e penúltima páginas desse tópico.
Quando dei a idéia na página anterior, tinha em mente somente organizar. Penso que se alguém quiser buscar algum post relativo a algum programa com data conhecida do Olavo, terá enorme dificuldade, tendo em vista o vasto número de páginas já arroladas; tirando a última página, quanto mais distante da primeira estiverem os comentários, mais trabalho ele vai ter.
A minha idéia era criar um tópico para cada programa. Assim, a pessoa poderá efetuar a busca de dentro do tópico destinado àquele programa.
Sob a atual forma das coisas, nem aquele que se lembra por vagamento (i.e., não sabe a data do programa) é beneficiado pela centralização. Isso porque as páginas são várias e vocês já notaram o bug inconveniente.
Delirando por causa da gripe. Ciro é um maria-vai-com-as-outras. Pode ter sido bom, ou aceitável no passado, mas não passa de um vendido. O fato de ter sido um político coerente não lhe dá salvo-conduto eternamente.
Constantino se comportou como um garotinho bobalhão. Dá dó. Pena mesmo. Discutir com picareta que não está apresentando nada, corta a falo do outro a todo momento e o cara se comporta como criança? Constantino precisa tomar muito toddynho pra começar a discutir com neguinho assim. Dó. Gente como Ciro tem logo que mandar calar a boca.
Neguinho que arrota autoridade desse jeito merece cusparada na cara no ato.
Eu não demoraria muito para dizer que ria da cara de tonto, de cachorrinho vagabundo que corre atrás do primeiro osso que os outros atiram.
Piorar, ele vai dizer que o Brizola já foi um político lúcido no passado. Sei que ele não chegaria a tanto em perfeita razão, mas estou rezando para ele melhorar logo.
Esse último programa não aparece porque a página está desatualizada. Não sei quem atualiza ela, mas se for o Olavo não vai ser feito hoje. Ele foi para cama mais cedo devido a gripe.
Ae esse debate é emblemático, é tudo que Olavo diz quando que militância tem que se combater com militância, não adianta colocar um político desse criado lá nas piores oligarquias que se perpetua há tempos com esses franguinhos que tem apenas uma tímida e inocente dose de liberalismo econômico. Vai ser sempre pau. Mas, de qualquer forma tem seu mérito pelo menos um pensamento menos estatólatra e esquerdizante tá aparecendo na "mídia"
Não concordo que o Constantino perdeu o debate. Bom ou ruim, Constantino é um teórico e Ciro, um político. Para este último a verdade importa menos do que os argumentos que possam levá-lo ao poder. Ele sabe que liberalismo não dá voto no Brasil. Não acredito que possa haver um debate sério entre um teórico e um político, por este motivo. E na maioria das vezes o político vence, com ou sem razão, pois domina melhor as armas retóricas. Foi o que aconteceu Mas Olavo chama atenção para um ponto importante: os teóricos liberais costumam ser muito abstratos e desconsiderar fatos e problemas concretos. É o caso dos libertarians americanos que lutam tanto contra o Estado americano forte, o armamentismo, as intervenções. De um ponto de vista abstrato parecem ter razão, mas se considerarem o fato de que existem outras nações e que estas não tem um propósito muito amistoso para com os Estados Unidos...
O Ciro é perfeito para o governo do PT mesmo. Ele segue a mesma cartilha. Ele não deixa os outros falarem, berra, esperneia, provoca, distorce e etc. Vale tudo para impor sua opinião. Quando pega um debatedor fraco, que joga só os princípios genéricos da economia (por mais válidos que sejam), sai do debate bem. Se ele não ganha, o outro também não leva, porque mal pôde falar.
O Constantino tem que ser mais agressivo, se cercar melhor de números e fatos concretos, ou ficar apenas escrevendo em seu blog. Porque nesse tipo de debate ele vai ser sempre engolido se ficar repetindo frases de autores conhecidos ou apenas conceitos. Isso esses caras já ouviram e vão cortar para os dados atuais sempre.
Ele não perdeu o debate para o Ciro, que é um FDP de marca maior. Perdeu é para ele mesmo, quando se ateve aos princípios genéricos. Por que não interrompeu o Ciro quando ele fala aquela estultice sobre os EUA imprimir dólar e tal? Se disser que foi por educação, por que não pediu a palavra e detonou ele nisso? Afinal, ele é economista. Como pode deixar o cara falar um absurdo desse num debate e não montar e aproveitar? E as outras coisas? Ficou nas frases feitas.
Mas deve ter aprendido uma lição com isso. Que não basta estar certo num debate como esse. Tem que conseguir falar, se impor, e humilhar um sujeito indigno como o Ciro Gomes.
Bá! Foi uma surra completa!!! Tinha escrito uma explicação pormenorizada sobre minha opinião mas apertei ãlguma coisa que fez apagar tudo. Então fica só a conclusão: o COnstantino escreve bem sobre idéias liberais e tal, eu até gosto ler seus textos sobre economia etc, mas pude ver que ele é apenas um garotão - rindo igual abobalhado; inseguro ("na minha opinião", "segundo penso", etc); deixou o Ciro se sair melhor em todas as questões centrais, até na referente ao Chavez e colombia; Só falou bem quando ficava receitando abstratamente o que se deveria fazer para "abraçar" a globalização; deixou ser pintado de ideológico pelo Ciro; ao invés de fazer apartes de verdade quando lhe cabia, ficava atravessando frasesinhas sarcásticas solenemente ignoradas por todos; aquele "tá rindo de que?" foi muito bem dado e o Ciro tá de parabéns ao menos por isso; etc... em suma: Constantino não tem a mínima capacidade para ser referência à oposição de quem quer que seja.
Depois disso, só de pensar que o COnstantino falou no Fórum da Liberdade me dá uma tristeza - só tive a chance de ir no Fórum em 2006 e vi as palestras de Douglas North, Hernando de Soto, Denis Rosenfield etc, que diferença...
Perder para socialista baba ovo do Lula vai empatar com quem Constantino???
É claro que não levei em consideração a pseudo-atenuante de que o Constantino estava certo mas que o Ciro falou melhor por ser mais experiente:
ora, o nosso julgamento sobre o debate tem de recair justamente sobre os debatedores, pois já sabemos muito bem os argumentos de ambos - se não fosse assim era só botar uma loira bem bonita lendo o "ação humana" do Mises que estava ótimo, pois estaria falando o certo.
Ciro Gomes: "e onde você cortaria gastos?"
Resposta: "Em primeiro lugar, abolindo o salário de todos os vereadores e deputados desse país!"
Mas claro, é fácil para nós constatar que o Constantino foi mal. Mas na pressão, uma pessoa inexperiente em debate (como ele é e muitos de nós somos) não tem mesmo muita chance contra um político criado desde sempre nas artes da retórica populista e canalha.
Pois é! O Constantino mostrou, novamente, que é bom para fazer cartilhas da ideologia liberal, citar conceitos, autores, e só. Ele é um ideólogo em sentido pleno. Não é um intelectual e nem mesmo um bom debatedor. Já se deu mal debatendo com o Olavo, com o Conde, com Ciro Gomes...
O Constantino e o Olavo poderiam ser bons aliados. Bastava não tocar na questão religiosa, ignorá-la !
O Problema é muito maior, Adriano. Não é uma questão de "ser religioso ou ser ateu". Constantino é ateu militante, abortista, pró-eutanásia, pró gay-marriage, a favor da legalização das drogas, do comércio de órgãos humanos, de que os pais possam vender seus filhos, bastante economicista, entre outras coisas. Ele é o que se chama um liberal-progressista. Além de ter uma desonestidade e uma mediocridade intelectuais fora do comum. Logo, qual ganho teria o Olavo em "aliar-se" a ele?
É um polítco (e homem) afetado, não faria um mal papel como parlamentar na câmara dos comuns, poderia até passar por um conservador. Constantino tem que crescer muito intelectualmente e acreditar mais no que fala. Não basta dominar alguns conceitos e não ter fé (ou macheza como alguém comentou aqui). OdeC tem um termo que define bem esses tipos de pessoas: "são dois enrolões". Enquanto o debate entre esquerda e direita ficar nesse nível, os brasileiros serão enrolados sempre, enquanto isso a caravana não para e o Brasil fica mais comuna a cada ano.
O fato é que a esquerda não tem adversários intelectuais preparados, atuando nos meios de comunicação e no campo político já tiraram todos os espaços possíveis de seus opositores (ideológicos). Esse tipo de "debate" mostra o quanto a situação é alarmante.
Enquanto o Brasil não formar "núcleos" de pensamento conservador relativamente organizados teremos que nos conformar com garnizés tipo Rodrigo Constantino. Que temos gente boa não há dúvida, mas a esquerda espertamente não vai debater com esses. Pego como exemplo um Reinaldo Azevedo, um Ipojuca Pontes, um Heitor de Paola. Falar do Olavo é falar do diabo para eles. Bem que OdeC disse uma vez que J M Merquior é (ou foi) o adversário direitista da preferência deles. Primeiro por não ser um conservador legítimo, e sim, um liberar converso, enganável e por demais gentil. Nessa gente é preciso bater duro. Não é enrolão que vai fazer isso.
Saindo um pouco do assunto Constantino x Ciro Gomes, foi impressão minha ou o professor Olavo mencionou, nesse último True Outspeak, o quadrinhista Robert Crumb? Há muitos anos eu tive as obras completas (em inglês) desse autor, mas tive que vendê-las, o que é uma pena... Para meu gosto, é um dos grandes satiristas americanos do século passado, ao lado do Al Capp (cujo personagem Schmoo, o professor mencionou certa vez, aliás). De qualquer modo, nunca imaginei que o Olavo tivesse lido algo do Crumb, embora tenha sido um autor bastante lido nos anos 60 e 70, no meio contracultural.