Marco Aurélio Mello
[url]/orkut/photos/OgAAAI_u9elSzKCnlSGJSTeIr7XXWZrMvsYgUWi15WkIJZCcZwiA_zCtAJzTsnbn-B2BkmtyihwqjEG2Ym4a87k_HQgAm1T1UErfx-oe88W-fAEZSmkS2q3F2Q0R.jpg[/url]
[url]/orkut/photos/OgAAALOBfvXqsQXfe6uT12f-645--FIlMLcuF5YYePjdZMJLujJT3YhHBMRyLS6LN-MaArQsNnvEsu9OP2GAcXEcgskAm1T1UAKdDeUOn9PD5i5fx4OMDRKmvZgE.jpg[/url]
****************************************
[url]/orkut/photos/OgAAAJiNXgBUgyr1mQ34gr0bwksW1WYnxaSa1II_43MxARRHvmWGoZXclP3bMGqaKEbnhSoN3BIykfL4Ljlyd9KO9UgAm1T1UIg4pshZLsbgUHpDlZUXPXzQ0HKP.jpg[/url]
[url]/orkut/photos/PQAAACXafG8Fej_s65uSRYnptH3X84vGiB38udKk3Klt9R7JiYTBPSGTw2EG-cRh9HwWfuT8x0HIMoCHpTh5wA_UQ48Am1T1UJ63HJWO8ngAvrGEBcHVOAS8HNj0.jpg[/url]
[url]/orkut/photos/PQAAAPLq-3EOZYsCiJ1fJslVxCDRi91leBcuvjXoH9RW8f6byd0MJIT9QnOS7RPobyZ0ROMRdzjDS4Is6UfrXYejnpwAm1T1UG62jEnLI2habY_XBH3yRWU1w4Oj.jpg[/url]
[url]/orkut/photos/QQAAAL6N_EG4TSviVRH2jlCw82uCDRRUSa6O1vCKHPxkpuOhCfzygRe2Fzxybnl0ZNGT1w2-oOr7-8jYXj_Gr4y-1H1miiBSwJpVuwVmi8dffJSVAJtU9VDl1xMQy4CwVjvJMpAbfNoaD9nmVQ.jpg[/url]
[url]/orkut/photos/RAAAAL6N_EG4TSviVRH2jlCw82uc0IWcLZFwgEkimzEKKTgomCnMOX6x0fTWwVYq9geJS6Dht_eCJUHQAiUJjgaODYUJJZoKLrKr4goBRMEwaDoHAJtU9VB6uAhBE2Nu5HteADD0zXIG7RjGIw.jpg[/url]
“O mensalão é um processo como outros 700 que temos que apreciar. Por que pinçar este para julgar a toque de caixa?”
Marco Aurélio de Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal, revelando que demorar cinco anos para julgar um processo não tem nada de mais, que a fila do mensalão agrupa 700 roubalheiras do mesmo tamanho e que não tem pressa nenhuma para absolver os quadrilheiros “por falta de provas”.
Marco Aurélio Collor de Merdo é o oitavo voto a favor das cocôtas
O oitavo ministro a votar, Marco Aurélio Merdo afirmou que como há diferença
social entre negros e brancos na sociedade, é possível apontar quem deve ser
favorecido pelas cotas.
- Falta a percepção de que não se pode falar em Constituição Federal sem
levar em conta acima de tudo a igualdade. Precisamos saldar essa dívida, do
tocante a alcançar-se a igualdade. As autoridades públicas vão se pautar por
critérios razoavelmente objetivos (para definir os beneficiados pelas cotas). Se
somos capazes de produzir estatísticas sobre a posição do negro na sociedade e
se é evidente a situação (desfavorável) do negro no mercado de trabalho, e não
podemos negar isso, parece possível indicar aqueles que devem ser favorecidos
pela política inclusiva.
[url]/orkut/photos/QQAAAL6N_EG4TSviVRH2jlCw82v5jJJYKdAS1U05G4iPrTvUQdYBGsQ6WpWyYQXIxunRdx1bfqHqXO67k2DdILvZKCY_D-ON8HMrETckVTdjfJ-QAJtU9VBFjyNnXuqvSHEgkXMsEKnNoRP5cg.jpg[/url]
[url]/orkut/photos/PQAAAKXWOOKzdRtdPLF5fDwgMC-PFm-jbQrN_e1YIF-mwJznBEx0t07KM773jnyRWzssSB5mYPNcd_X9mWNYmntMv9gAm1T1UAIwdCGgXqvaVhx61U3R8T230rVJ.jpg[/url]
O que ele está fazendo, pode-se resumir na seguinte sentença:
"Muito embora o texto constitucional diga que 1+1=2, nós o STF, entendemos que isto, 1+1=2, na verdade, quer dizer =3, logo, julgamos que 1+1=2=3!"
Estes fdp deveriam ser destituidos pelo senado, até porque já foram vários os julgamentos em que este órgão ultrapassou os milites de seu poder invadindo a instância legislativa.
Só que aí é que está o problema: não existem senadores com inteligência capaz de apreender o que está acontecendo, este proceso de ocupação ideológica do Supremo e, mesmo que eles vejam o STF invadindo o poder legislativo, o que nossos senadores farão é dar graças a Deus que tem alguém trabalhando no lugar deles, fazendo com que eles, os senadores, possam se dedicar à politicagem mais baixa, que é o que eles gostam.
.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt…tuintes.html
.
Só discordo de uma coisa do Percival Puggina:
.
O nosso legislativo ao não legislar não o faz por não querer emitir um entendimento da matéria, por falta de consenso. O nosso legislativo não legisla, conforme eu já disse no texto supracitado, porque ele não sabe legislar. Nossos políticos só gostam de se dedicar à politicagem. Pois se fosse o contrário, o Congresso, ao ver tema de sua atribuição sendo decidido por outra instância teria a prerrogativa de reagir, seja sustanto atos do poder executivo ou afastando os ministros da corte para fazer com que o presidente nomeie outros em seu lugar. Como não se vê nenhuma reação, é porque os nossos parlamentares não fazem idéia do que estão fazendo em Brasília.
É por essas e outras que eu defendo a idéia de que não é muito sábio você colocar a função legislativa do poder nas mãos de representantes eleitos por sufrágio universal, enquanto as funções dos outros poderes são, na prática, exercida por tecnocratas.
Pois, muito embora se eleja o chefe do executivo, este não faz outra coisa senão nomear os tecnocratas que trabalharão para ele, enquanto um parlamentar não nomeia ninguém para trabalhar em seu lugar - é ele mesmo quem deve votar e apresentar projetos de lei.
Portanto, cria-se um desequilíbrio monstruoso de poder: de um lado, do legislativo, um bando de bananas despreparados para a função que deveriam exercer; do outro, no executivo e judiciário, um bando de tecnocratas formados na USP e semelhantes, uma verdadeira nomenklatura revolucionária disposta a demolir toda a ordem social vigente e construir uma nova civilização à sua imagem e semelhança.
No STF, durante o julgamento das cotas raciais, Marco Aurélio Mello pediu a "generalização" das políticas de cotas. A "lei Lobão" atende ao apelo do juiz que, como seus pares, fulminou o artigo 208 da Constituição, no qual está consagrado o princípio do mérito para o acesso ao ensino superior. Mas a virtual abolição do princípio surtirá efeitos em cascata na esfera do funcionalismo público, que interessa crucialmente à elite política. As próximas leis de cotas tratarão de desmoralizar os concursos públicos nos processos de contratação, nos diversos níveis de governo.
A meritocracia é o alicerce que sustenta as modernas burocracias estatais, traçando limites ao aparelhamento político da administração pública. Escandalosamente, a elite política brasileira reserva para si a prerrogativa de nomear os ocupantes de centenas de milhares de cargos de livre provimento, uma fonte inigualável de poder e corrupção. A ofensiva dos "amigos do povo" contra o princípio do mérito tem a finalidade indireta, mas estratégica, de perpetuar e estender o controle dos partidos sobre a administração pública.
O país do patrimonialismo, do clientelismo, dos amigos e dos favores moderniza sua própria tradição ao se desvencilhar de um efêmero flerte com o princípio do mérito. Nice Lobão é um retrato fiel da elite política remodelada pelo lulismo.
* SOCIÓLOGO, É DOUTOR EM GEOGRAFIA HUMANA PELA USP.
E-MAIL: DEMETRIO.MAGNOLI,volta e meia em,UOL.COM.BR
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,os-amigo…917264,0.htm
