acho que ele precisava abandonar a nova maneira de falar que os movimentos gays estão impondo a sociedade como homo-afetividade e homosexualidade.
Luis Mott fez sexo anal com mais de 500 homens, isso é homoafetividade?
todo mundo ta careca de saber que os homosexuais são 100 vezes mais promiscuos que os heteros, são tão promiscuos que nao podem nem doar sangue!!!!
Eles querem impor uma superioridade, como se o amor deles fosse mais humano, completo, por mais paradoxal que seja.
Quanto ao Padre Reginaldo Manzotti, à primeira vista, eu pensava tratar-se de um Fábio de Melo versão 2, mas é muito melhor. Reza missas, faz pregações e participou de um debate na MTV, daqueles do Lobão, e se saiu muito bem, defendendo a posição católica sem titubear ou usar meias palavras.
Dê uma olhada nessa recente portaria do Ministério da Saúde logo abaixo, as pressões a respeito disso vão crescer muito e logo logo teremos homossexuais (grupo de extremo risco, sendo que 1 em cada 10 homossexuais tem AIDS e no restante da população essa proporção fica em apenas 2 para cada grupo de 1000), doando sangue e aumentando muito a incidência de AIDS por recepção de sangue contaminado. Isso sem contar as doenças hepáticas que nessa população também é auto, infelizmente. Para satisfazer desejos de grupos políticos, esse governo aceita até colocar a vida de outras pessoas em risco.
Se todos os doadores pudessem fazer um teste rápido antes de doar e descobrissem os resultados na mesma hora aí sim, mas enquanto isso não existe, grupos de risco precisam ficar de fora da doação de sangue.
Eu mesmo quando fui doar sangue a primeira vez a dra. me colocou numa especie de grupo paralelo de risco e me pediu uma série de exames que eu fiz e o resultado saiu um tempão depois.
É uma linguagem subliminar, mas que passa uma mensagem.
Por que não se falar em união homossexual? Só porque a "dotora" Maria Berenice Dias criou o termo "homoafetivo"?
Claro que toda a cambada da área jurídica, sem refletir um segundo sequer, adotou o termo criado pela ex-desembargadora do nosso TJ; afinal, os homossexuais são violentados, excluídos da sociedade.
Não é nem homossexualismo nem homossexualidade, mas sim homoafetividade, um termo que lembraria o afeto, a união das almas e a transcendência que há na bela e grande relação entre dois homens e dois mulheres.
Tanta transcendência e doação ao outro que a relação não pode trazer nenhum fruto. Agora, uma relação entre um homem e uma mulher, que trouxe a humanidade até hoje, não. Essa só serve pra criação da propriedade privada, é o pano de fundo da sociedade "patriarcal" e "patrimonialista", que explora as mulheres e as condena ao trabalho doméstico, enquanto os homens têm o poder em suas mãos.