Caros amigos,
Meu nome é Guilherme José Santini, sou estudante da Faculdade São Bento-SP, e escrevo esse texto como um convite a todos que têm interesse numa boa formação cristã.
Este é um convite para um 'gachuko'. O gachuko é uma prática intensiva do Karatê, durante dois dias, num lugar retirado (no nosso caso, num hotel-fazenda em São Roque, SP). Representa um treino concentrado, que propositalmente nos desloca de nossa rotina diária para que participemos em grupo de uma série de atividades com o propósito último de avaliarmos, através da prática da arte marcial, a nossa personalidade e os desafios que temos de vencer e que no cotidiano da rotina nos escapam.
Por que uma arte marcial nos daria isso?
Em primeiro lugar, é necessário tomarmos consciência de algo de que muitas vezes nos esquecemos: O homem é um ser formado também pelo corpo, tendo este a função de instrumento essencial para a expressão da dignidade humana. Um dos principais meios para atingir essa condição de dignidade está na constante batalha pelo domínio sobre as paixões nascidas do corpo. O que proponho aqui é que a Arte Marcial ajuda a pessoa nessa batalha pela dignidade, não sendo ela apenas um esporte.
O grande problema é a confusão entre arte e esporte, ou, o que é pior, entre luta e lazer, que fazemos à hora de procurar um professor de karatê. Tendemos a escolher um que tenha ''bom preparo físico-técnico'', mas nos esquecemos de que, quando falamos em 'arte marcial', necessitamos de algo mais: alguém que saiba e possa não somente nos ensinar uma série de golpes e atitudes, mas acompanhar-nos num processo de aprendizado e de aperfeiçoamento das capacidades morais do homem.
Esse evento será orientado por alguém que tem esse preparo. Seu nome é José Alberto de Siqueira Campos, mas é conhecido pelo apelido de "Corisco".
Meu nome é Guilherme José Santini, sou estudante da Faculdade São Bento-SP, e escrevo esse texto como um convite a todos que têm interesse numa boa formação cristã.
Este é um convite para um 'gachuko'. O gachuko é uma prática intensiva do Karatê, durante dois dias, num lugar retirado (no nosso caso, num hotel-fazenda em São Roque, SP). Representa um treino concentrado, que propositalmente nos desloca de nossa rotina diária para que participemos em grupo de uma série de atividades com o propósito último de avaliarmos, através da prática da arte marcial, a nossa personalidade e os desafios que temos de vencer e que no cotidiano da rotina nos escapam.
Por que uma arte marcial nos daria isso?
Em primeiro lugar, é necessário tomarmos consciência de algo de que muitas vezes nos esquecemos: O homem é um ser formado também pelo corpo, tendo este a função de instrumento essencial para a expressão da dignidade humana. Um dos principais meios para atingir essa condição de dignidade está na constante batalha pelo domínio sobre as paixões nascidas do corpo. O que proponho aqui é que a Arte Marcial ajuda a pessoa nessa batalha pela dignidade, não sendo ela apenas um esporte.
O grande problema é a confusão entre arte e esporte, ou, o que é pior, entre luta e lazer, que fazemos à hora de procurar um professor de karatê. Tendemos a escolher um que tenha ''bom preparo físico-técnico'', mas nos esquecemos de que, quando falamos em 'arte marcial', necessitamos de algo mais: alguém que saiba e possa não somente nos ensinar uma série de golpes e atitudes, mas acompanhar-nos num processo de aprendizado e de aperfeiçoamento das capacidades morais do homem.
Esse evento será orientado por alguém que tem esse preparo. Seu nome é José Alberto de Siqueira Campos, mas é conhecido pelo apelido de "Corisco".