Senado irá investigar patrulhamento ideológico promovido por esquerdistas na UnB"
Em artigo intitulado “Madraçal no Planalto” (4/7/2011), a revista Veja publicou uma importante matéria sobre a tácita perseguição ideológica que professores esquerdistas da Universidade de Brasília (UNB), com apoio da reitoria, movem contra funcionários e alunos de posição política diferente. “Não há espaço para o diálogo. Ou você compartilha do pensamento dominante ou será perseguido e humilhado", disse Roberta Kaufman, procuradora de Justiça, para a revista.
A Veja relata como Roberta Kaufmann viveu a maior humilhação de sua vida: “convidada para participar de um debate [na UnB] sobre a adoção de cotas raciais pelas universidades públicas, ela - que é contrária ao projeto - não conseguiu falar. Quando lhe foi dada a palavra, um grupo liderado por professores promoveu um alarido ensurdecedor. Ela foi chamada de racista, ouviu ofensas impublicáveis e só pôde deixar a universidade horas depois, acuada, com medo de que algo pior acontecesse. Seu carro foi vandalizado”.
A reportagem mostra o caso dos professores Márcio Pimentel e Inês Pires de Almeida que foram concorrentes de José Geraldo de Souza, atual reitor, na eleição de 2008. Inês perdeu o a chefia de um curso e sofreu boicotes em seus projetos de pesquisa e Pimentel suportou velada perseguição até não aguentar mais e pedir transferência para outra universidade. “Como nunca havia ocorrido antes, serviços básicos dos laboratórios, como a limpeza das instalações e a compra de material, foram interrompidos. Sem explicação, a carga horária de aulas também foi ampliada de maneira claramente exagerada, para que não lhes sobrasse tempo para o trabalho de pesquisa”, diz a matéria de Veja.
Em artigo intitulado “Madraçal no Planalto” (4/7/2011), a revista Veja publicou uma importante matéria sobre a tácita perseguição ideológica que professores esquerdistas da Universidade de Brasília (UNB), com apoio da reitoria, movem contra funcionários e alunos de posição política diferente. “Não há espaço para o diálogo. Ou você compartilha do pensamento dominante ou será perseguido e humilhado", disse Roberta Kaufman, procuradora de Justiça, para a revista.
A Veja relata como Roberta Kaufmann viveu a maior humilhação de sua vida: “convidada para participar de um debate [na UnB] sobre a adoção de cotas raciais pelas universidades públicas, ela - que é contrária ao projeto - não conseguiu falar. Quando lhe foi dada a palavra, um grupo liderado por professores promoveu um alarido ensurdecedor. Ela foi chamada de racista, ouviu ofensas impublicáveis e só pôde deixar a universidade horas depois, acuada, com medo de que algo pior acontecesse. Seu carro foi vandalizado”.
A reportagem mostra o caso dos professores Márcio Pimentel e Inês Pires de Almeida que foram concorrentes de José Geraldo de Souza, atual reitor, na eleição de 2008. Inês perdeu o a chefia de um curso e sofreu boicotes em seus projetos de pesquisa e Pimentel suportou velada perseguição até não aguentar mais e pedir transferência para outra universidade. “Como nunca havia ocorrido antes, serviços básicos dos laboratórios, como a limpeza das instalações e a compra de material, foram interrompidos. Sem explicação, a carga horária de aulas também foi ampliada de maneira claramente exagerada, para que não lhes sobrasse tempo para o trabalho de pesquisa”, diz a matéria de Veja.
