Gente,
Alguém sabe qual é a solução do problema da prudência colocado por Aristóteles na Ética a Nicômaco? É o seguinte: ele fala que ninguém consegue ser prudente se não for moderado e corajoso.... e ninguém consegue ser moderado e corajoso se não for prudente! E o cara ainda sai assoviando, como se não tivesse deixado um gigantesco abacaxi filosófico.
Baseado em Hermes Trismegisto, eu pensei numa solução: uma coisa é PERDER um vício, outra é ADQUIRIR uma virtude. Portanto, deve-se perder a imoderação, depois a covardia (ou a temeridade) para então adquirir prudência, coragem e moderação.
Li uma resenha de um americano que propôs esse método: adquire-se um grau de prudência, depois um grau de coragem e moderação, depois outro grau de prudência, e assim por diante.
E aí, o que vocês dizem?
Alguém sabe qual é a solução do problema da prudência colocado por Aristóteles na Ética a Nicômaco? É o seguinte: ele fala que ninguém consegue ser prudente se não for moderado e corajoso.... e ninguém consegue ser moderado e corajoso se não for prudente! E o cara ainda sai assoviando, como se não tivesse deixado um gigantesco abacaxi filosófico.
Baseado em Hermes Trismegisto, eu pensei numa solução: uma coisa é PERDER um vício, outra é ADQUIRIR uma virtude. Portanto, deve-se perder a imoderação, depois a covardia (ou a temeridade) para então adquirir prudência, coragem e moderação.
Li uma resenha de um americano que propôs esse método: adquire-se um grau de prudência, depois um grau de coragem e moderação, depois outro grau de prudência, e assim por diante.
E aí, o que vocês dizem?