Recebi por e-mail e achei bom colocar aqui. Vai ter gente dizendo que isso não é viver. Mas pra quem dizia que essa criança "não sobreviveria", já é muita coisa. Fora que se fosse minha filha, eu a criaria como fosse possível, até que ela partisse. Acho que de qualquer forma, acho que isso pode provar que há falhas na "certeza" de que crianças nesse estado vão, necessariamente, morrer ao nascer, ou em poucos dias, e que jamais sairão nem do hospital.
Não sou médico, mas já li que o cérebro pode "encontrar maneiras" de substituir partes danificadas. Ou talvez, como no caso, a ausência de outras. Não iria tão longe e dizer que essa criança vai ficar "normal", mas se surpreendeu uma vez, quem sabe não pode mais uma vez, nem que um pouco mais...
http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI155…8139,00.html
Não sou médico, mas já li que o cérebro pode "encontrar maneiras" de substituir partes danificadas. Ou talvez, como no caso, a ausência de outras. Não iria tão longe e dizer que essa criança vai ficar "normal", mas se surpreendeu uma vez, quem sabe não pode mais uma vez, nem que um pouco mais...
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