Andei batendo boca com um indivíduo em outra comunidade e ele andou fazendo acusações mto sérias conta o mestre Olavo de Carvalho. Espero q ele venha aqui p responder os posts desse tal Ernesto:
Qualquer imbecil acha que já debateu ou que pode debater com o Olavo.
Como ele disse no último T.O e concordo, ele deve debater com gente que já publicou algo, que tem uma carreira, e embora idiotas, ainda são formadores de opinião, mesmo que as opiniões mais rasas e ridículas.
Debater com todo e qualquer Zé Ruela de redes sociais seria um desperdício.
Fernando, o tal Ernesto se diz cheio de trabalhos científicos e obras mesmo sendo jornalista sem diploma.
Quero mesmo colocar os 2 p debater, se tiver como, pois já sei quem vai ter q dar o braço a torcer ou fugir com o rabinho entre as pernas
Vi por cima ele criticando o Olavo por ser "jornalista sem diploma", e ele também é então!
"Dias depois ele passou a assinar como “filósofo”, dizendo que havia estudado na PUC de São Paulo. Também desmentimos, com um documento oficial da entidade dizendo que ele havia “frequentado aulas, mas não se formou”."
Pede pra ele o diploma do Platão, de Aristóteles...
O filhodaputa não sabe distinguir entre filósofo e bacharel em filosofia!
Diploma em filosofia é uma porcaria de um papel pintado que não serve nem pra limpar a bunda, como diz o Olavo. Aqui mesmo, na faculdade em que me formei, a classe dos "filósofos" só faz fumar maconha, reclamar do governo e vadiar em praça pública.
Pera lá, a exigência de diploma para jornalista só surgiu durante o regime militar. Aqueles que já estavam na profissão já eram jornalistas e continuaram sendo, com ou sem diploma. Essa coisa de dizer que o Olavo "fugiu" por causa desse tal Ernesto -- o cara realmente se acha muito importante! --, com base nesse negócio de que ele não tem diploma, é de uma estupidez completa. Segundo, eu nunca vi o Olavo dizer que tem diploma universitário em filosofia. Na verdade, ele sempre desprezou isso. E mais: o Bruno Tolentino quis dar um jeito de conseguir um título de doutor honoris causa e ele recusou, não permitiu que o Bruno tentasse isso, porque ter um diploma assinado por Marilena Chauí, por exemplo, seria uma vergonha para ele! Como o sujeitinho citou a PUC, o Olavo deu aulas na PUC do Paraná, salvo engano.
Quanto à interpretação que esse merda faz de Marx, é ridículo. Comunismo não é abolição do Estado coisíssima nenhuma. É o Estado absoluto, é o totalitarismo do poder político. É isso que Marx chama de fim do Estado. Por quê? Porque, para ele, enquanto há propriedade privada dos meios de produção, há uma cisão entre a vida real e a vida política. A política nada mais é do que a defesa jurídica e policial das relações de exploração entre as classes sociais. No comunismo, não havendo classes, não há essa cisão. De forma bem simples: se o Estado é uma superestrutura política da classe dominante e se, no comunismo, não há classes, logo não há Estado!
Mas, OBSERVE muito atentamente, isso não diz respeito ao Estado enquanto organização jurídica, mas apenas enquanto organização de uma classe! Aplique a definição de Marx e você verá que, no sentido marxista estrito, NÃO HÁ Estado em Cuba, não havia na URSS, na China etc.
Isso quer dizer que em Cuba não há Estado? É óbvio que não. Quer dizer que não há Estado nessa definição esdrúxula de Marx. O cara está confundindo o conceito restrito de Marx com a noção geral de Estado. Eu já vi esse erro umas mil vezes...
Obrigado pela colaboração! O q expus sobre o Comunismo foi nrealmente da maneira como tentaram tirar do papel e o sujeitinho(Ernesto) sustenta na forma como foi idealizado....Ele transita nessas comunidades de comunistras sempre dando um de mestre e cheio de pose do senhor da verdade, insultando sem aceitar o efeito "ação e reação"....Merece ser desmoralizado
Eu nem quero defender ideologia alguma, apenas sou a favor do debate de uma forma limpa e sem ataques pessoais, mas o chato é q tem comunidade de comunistas em q basta vc pensar diferente q nêgo te apedreja e expulsa.
Gosto do Olavo pq ele tá sempre derrubando máscaras de falsos coitadinhos.....Realmente é o cara
É claro, o comunismo não pode ser entendido na base do "olha o que Marx disse". Isso é estúpido. Comunismo NÃO É o que Marx diz. Isso seria a mesma coisa que dizer que "capitalismo é o que João da Silva diz". E se João da Silva diz que no capitalismo todos ganham o mesmo, é claro que João da Silva está errado...
Mas, veja, eu nem estava colocando este ponto. Eu estou afirmando é que o sujeitinho nem conseguiu ler Marx. Qualquer pessoa que diga que Marx é anarquista é analfabeto. Analfabeto mesmo!
A coisa está claríssima no final do capítulo 2 do Manifesto. Ele descreve o processo de tomada do poder. A idéia é: 1) conquistar o poder; 2) centralizar cada vez mais o poder (ou seja, buscar o poder absoluto, a famosa ditadura do proletariado); 3) centralizar o capital. Uma vez centralizado todo o capital nas mãos do Estado, acaba a divisão de classes da sociedade. Por definição! Pois, para Marx, uma classe é definida pela posse ou não dos meios de produção (bens de capital).
Ou seja, a ditadura do proletariado confisca tudo, expropria os expropriadores, como Marx diz no Capital (se bem me lembro, no capítulo 21 do primeiro livro). Com o fim desse processo, automaticamente acaba a divisão de classes. Sem divisão de classes, não há superestrutura política de uma classe sobre a outra. Logo, não há "Estado" -- ou seja, o Estado perde o seu caráter "político", para usar a expressão de Marx. Em seguida, o "Estado" é substituído pela administração das coisas.
Ora, quem administra? É o Estado, no sentido tradicional, porra! Quem administra -- planeja a sociedade -- faz as leis, executa as leis etc. Ou seja, a administração das coisas é o Estado! Eu pergunto: o que há de abolição do Estado nisso? Nada!
E se o Estado planeja toda a vida social, o que é isso senão o Estado totalitário?! Isso é o ideal (expresso) de Marx. O ideal verdadeiro, no entanto, é o satanismo, que é, no fim das contas, a unidade de todo o pensamento de Marx.
Uma dúvida sincera: Como fica o Estado Comunista nas relações internacionais? Como exerceria a soberania(atributo do Estado)? E as forças armadas nessa história?
Eu acho que não tem diferença nenhuma! Em política externa, o plano comunista sempre foi a expansão das revoluções, porque se trata de uma ideologia internacionalista. Mas isso não é uma necessidade. A Coréia do Norte, por exemplo, não tem tentado expandir a revolução desde a guerra, quando invadiu a Coréia do Sul -- mas, veja, o motivo aqui parece ser mais nacionalista do que propriamente comunista.