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Os Bolsonaros da esquerda são piores.

Iniciado por flaviom em 23/09/2011 · 5 mensagens

flaviom#1
Acautelai-vos, que este artigo já começa na voadora – aí vai uma citação de Jair Bolsonaro (PP-RJ):

“O filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro, ele muda o comportamento dele. Olha, eu vejo muita gente por aí dizendo: ainda bem que eu levei umas palmadas, meu pai me ensinou a ser homem”.

Eis agora algumas citações da minha mamãe:

“Junta esses brinquedos A-GO-RA ou vou te fazer engolir essas porcarias um por um!”

“A comida tá esfriando! Ou você desliga esse chuveiro e vem almoçar, ou vou te dar uma cintada tão dura que você vai ficar com a bunda quente pra esquentar a comida!”

“Agora senta aí, fecha a boca e come!”

“Se quando eu voltar encontrar uma louça em cima da pia você vai ver o que faço com essa espada-de-são-jorge.”

“Presente de aniversário? Você que decida logo o que quer, ou vou é te dar uma surra de aniversário.”


Não são todos que entendem essas sutilezas – sobretudo aqueles criados a leite de pêra pela avó. Os que reconhecem esse tipo de frase sabem que a única vantagem de ter pais violentos é que eles não têm aquela insuportável mania de entrar no quarto da gente sem bater – eles batem antes de entrar, depois que entram e saem batendo.

Parece um pouco cruel? Só se você reprovou 3 vezes a primeira série, para ter um tamanho de quinta quando chegou na terceira. Minha primeira lição de existencialismo foi que eu apanhava em casa por ser o último fitoplâncton da cadeia – já na escola, estando adiantado, apanhava apenas pelo “bem comum” almejado pela social-democracia. As porradas eram rouanetadas pelo Ministério da Cultura, da Educação, do Esporte, do Desenvolvimento e desconfio até que o de Minas e Energia. Queria ver se uma diretora que fiscalizasse a pancadaria nos corredores seria eleita democraticamente pelos alunos. Como diria Sartre, se apanhamos na escola, é porque somos apanháveis.
flaviom#2
Uma grande verdade é que as relações entre pai e filho são sobretudo determinadas por quem senta a porrada em quem. A principal razão para os filhos respeitarem os pais – quaisquer pais – é que os últimos são mais fortes. Mas este é um terreno da alçada familiar – e por mais terrível que seja, não devemos nos intrometer nas famílias alheias. Nem na do Bolsonaro.
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É uma questão civilizatória a http://flaviomorgen.blogspot.com/2010/07/palmas-para…de-mais.html. Infelizmente, os “libertadores” alunos comunistas da UFF devem entender mais de liberar a maconha do que de civilização.
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O fenômeno Bolsonaro
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Bolsonaro foi convidado a discutir homoafetividade na UFF (Universidade Federal Fluminense). Quem convida Bolsonaro sabe o que vai ouvir, como já bem teve de explicar o Reinaldo Azevedo.
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Os comunistecos de iMac da Universidade o vaiaram, impediram sua fala, o perseguiram até um táxi que ia tomar para fugir da turba (o Bolsonaro não vai pra faculdade de Pajero, como essa galera?) e só conseguiu sair ileso da patuléia enfurecida por ter sido escoltado pela polícia. As vaias, como mostra o vídeo no blog do Tio Rei, o chamavam de “nazista”, “assassino” e “torturador”. Bolsonaro sequer tem ficha corrida para ser chamado de “racista”. Tudo o que têm contra ele é uma resposta à Preta Gil, em que nitidamente não entendeu uma pergunta da cidadã, confundindo palavras e dizendo que um filho seu não namoraria um gay (quando Preta Gil havia falando em negro). Chame Che Guevara de “racista”, “assassino” e “torturador”, coisas que ele comprovadamente o era (ao contrário de Bolsonaro), e veja qual vai ser a reação dessa camorra.
flaviom#3
Bolsonaro é um raro caso de deputado reduzido. Ouve-se falar em seu nome e imediatamente se pensa que ele é um conservador radical de direita, um homofóbico. Quantas pessoas defenderam Marina Silva ou Netinho de Paula (PCdoB-SP, aquele pagodeiro espanca-mulheres), que não parecem muito afeitos a permitir a homossexualidade em um filho sem lhes aplicar uns croques, sem repetir o tempo todo que são “homofóbicos”?
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Mas Bolsonaro não é só isso – como Marina Silva e Netinho de Paula não são apenas evangélicos. Qualquer pessoa com QI acima de 60 sabe que punir estupradores, seqüestradores e homicidas é uma idéia até que aceitável. Quando Maria do Rosário (PT-RS, que agora é Secretária dos Direitos Humanos da dona Dilma) defendeu que o estuprador Champinha era “apenas uma criança” (aquele que após torturar e destruir o corpo de Liana Friedenbach a matou degolada), Bolsonaro respondeu com uma delicadeza que Rosário não merecia que ela então poderia contratá-lo para ser motorista dos filhos dela. Reação da petista: chamar Bolsonaro de estuprador. Ou seja: estuprar pode; defender o estuprador pode; não pode é querer que ele seja punido – na União Soviética, o estuprador é você.
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Não importa o quanto Maria do Rosário reclame ou peça a cassação do mandato de Bolsonaro – quem é o radical desequilibrado? Eu prefiro viver num mundo em que, já que terei de conviver com estupradores, as outras pessoas sejam Bolsonaros, e não Marias do Rosário.
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(continue lendo no Implicante: http://www.implicante.org/artigos/os-bolsonaros-da-e…-sao-piores/)
antnioluiz#4
Já existem vários tópicos sobre Bolsonaro na comundiade.
f_orkut_2#5
Poderiam deixar esse tópico!

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