Vocês o viram defender um golpe de estado em 2014, com o eufemismo de assembléia nacional constituinte?
E não há razão justificável para cometer isto!
Que garantia teremos?
Pode-se fazer qualquer coisa com uma ova constituição!
Pinochet como nossos militares defendia um estado gigantesco, apenas em uma época ele se utilizou de algumas estratégias liberais, mas que logo deixou de usar.
Uma direita menos à direita talvez, ao estilo bolsonaro.
E pinochet deu abrigo a nazistas,e fez coisas terríveis, mas a revolução salvou o chile, e seu governo teve méritos em combater fortemente a subversão.
Antes que digam que Franco era de direita ele era aliado dos nazistas e até listou os judeus da espanha, de qualquer modo salvou os espanhóis do socialismo, que matou mais de 10.000 padres católicos
O nazismo era socialista,com forte influência marxista. Sobre reagan, ele falou isto e assim pensava, ele rompeu as boas relações com strossnsner e pinochet.
Pinochet como nossos militares defendia um estado gigantesco, apenas em uma época ele se utilizou de algumas estratégias liberais, mas que logo deixou de usar
Bobagem das grandes, Pinochet privatizou tudo até a previdência(os militares brasileiros ao contrário, criaram zilhões de estatais) extinguiu sindicatos e etc, se isso não é ser liberal não sei mais o que é. Até hoje a educação e a previdência do Chile é mais privada do que estatal por causa do Pinochet.
Vocês vão me chamar de esquerdista, mas se privatizassem a saúde e a educação, como ficariam os mais pobres que não teriam dinheiro para pagar esses serviços?
Marcel, bobagem foi o teu comentário, o Chile teve um período, de 75 a 80, com algumas medidas econômicas liberais, mesmo o governo mantendo o controle da maior parte do setor de mineração.
Fora isto o chile não era liberal, principalmente no que se refere à política.
Eu defendo que a nação é de todos, nao sou contra a possibilidade de pequenos estados monárquicos, desde que haja o direito de sair do território.
No caso de uma nação a razão de ser dela deve ser maior do que uma guarda pessoal, se a pessoa não tem condições de sobrevivência e o estado apenas tutela propriedade e tudo relativo à sua defesa (polícia justiça...) o estado vira mero capanga.
Não defendo que a pessoa pare de trabalhar tendo condições e emprego e ganhe salário (mesmo porque isto é inviável a longo prazo) mas crianças(órfãs ou de pais desempregados), idosos, deficientes cuja deficiência impossibilite o trabalho devem ser amparados financeiramente pelo estado.
Educação pública defendo poisnão é justo a criança trabaçhar para pagar seus estudos, ademias quando esta criança crescerpagará impostos e financiará a educação das gerações vindourtas.
Não defendo financiamento ao cinema nacional ou ao teatro, ainda mais em um país onde gente morre de fome.
Defendo que a população tenha boa cobertura de saúde e educação e para isso o estado precisa intervir. Deixar por conta do mercado implica em deixar parte da população sem esses serviços.
"Defendo que a população tenha boa cobertura de saúde e educação e para isso o estado precisa intervir."
Defendo que a população tenha o que comer. A produção de alimentos é estratégica para a nação, companheiras e companheiros! Estatizemos os campos, confisquemos os rebanhos, encampemos o Pão de Açúcar ou o Carrefour! A alimentação do bom povo brasileiro é importante demais para ser deixada a cargo da privataria ególatra e egoísta! Cabe ao burocrata, fiel representante dos interesses difusos e coletivos de todos os brasileiros e brasileiras, a justa adequação da produção e o tabelamento dos preços para o acesso de todos e todas a um nível satisfatório e equânime de segurança alimentar! Carrefourbrás, já!
O estado não precisa intervir na produção de alimentos. O mercado da conta como mostra a experiência econômica. Aliás, as intervenções acarretaram normalmente redução da produção. Já em relação a saúde e educação o que ocorre é parte da população ficar sem os serviços se o estado não agir. No caso da saúde, por exemplo, tem os EUA como evidência empírica.
Saúde é um setor vital e onde o custo marginal é elevado. É muito difícil baixa-lo pois não é fácil elevar sua produtividade. A tendência é de encarecimento. Já no setor de alimentos o custo marginal é baixo e a produtividade tem crescido constantemente desde a revolução industrial. O mercado consegue suprir toda demanda da população e acabar com a fome de maneira que o problema passa a ser o excesso de calorias.
O alto custo significa num livre mercado, impossibilidade de acesso para muitos. E ainda entra os critérios que as operadoras de saúde usam a fim de barrar clientes indesejados se não houver restrições legais. Nos EUA por causa desse problema tem sido criadas leis para impedir a prática pelas operadoras.
Na educação o custo marginal também é alto. Quando o mercado tenta baixa-lo, ocorre queda na qualidade do serviço. Uniban é um bom exemplo disso.
"Marcel, bobagem foi o teu comentário, o Chile teve um período, de 75 a 80, com algumas medidas econômicas liberais, mesmo o governo mantendo o controle da maior parte do setor de mineração.
Fora isto o chile não era liberal, principalmente no que se refere à política."
É lógico que não tinha uma política liberal, agora Pinochet defender estado gigantesco é insanidade da sua cabeça.
O problema é se o governo legalizar o aborto através do SUS. É um absurdo o dinheiro que pago com impostos servir para financiar o assassinato. E o pior é que, caso for legalizado, o pai da criança não vai ter nenhum poder de decisão em querer ver seu filho VIVO.
1. Concordamos que o mercado de alimentos funciona melhor sem a intervenção estatal. Contudo, seria facílimo a qualquer bom propagandista caracterizá-lo como sumamente ineficiente, predatório, ambientalmente desastroso, dispendioso e - cereja do bolo - excludente, nos termos exatos pelos quais te referes ao sistema sanitário. Sequer seria necessária qualquer mentira factual para produzir tal retórica panfletária: efeitos ambientais da produção de arroz sobre as águas ou de soja sobre as matas, à criação de gado confinado, ou a logística caótica que inutiliza percentuais homéricos da produção, tal como o manancial incontável de famélicos no Brasil e no mundo bastariam para demonstrar um modelo falido implorando por planejamento central.
2. Inversão de causa e efeito. Um mercado relativamente livre funciona bem, e por isso propões que siga livre. De acordo. Já um mercado brutalmente regulado funciona mal, e por isso clamas por permanência, quando não intensificação, da regulação e do planejamento central. A equação não bate.
Aos demais
Nem só de Estado vive o homem. Recordemo-nos que o modelo hospitalar não surge dos governos centrais, mas da caridade cristã. Aos que vivem em capitais brasileiras talvez seja menos claro, vez que terras fundadas a mando da burocracia, mas todo o interior do país foi educado e tratado por instituições beneméritas da Igreja Católica até meados do século XX, sem um dedo sequer de planejamento estatal. O fortalecimento deste legou-nos o ensino público que ora temos: um imenso desastre.
À retirada do Estado dos setores pretensamente estratégicos (que indubitavelmente são menos "estratégicos" que a comida), por óbvio, é imperativo o fim do repasse dos custos à sociedade. Eis uma instituição cristã: os recursos, devolvidos a quem os produz, devem ser livremente alocados por estes às instituições beneméritas, como se fez ao longo de toda a história humana pré-Estado moderno.
Mesmo que não se opte por esse critério básico de justiça (o que veda o roubo, inclusive pelo Estado - a concepção do Estado como ente ao qual não se aplicariam as regras morais é tipicamente moderna), outras alternativas há.
Custaria menos aos cofres públicos a concessão de bolsas e a compra de leitos em instituições privadas que a manutenção direta da totalidade dos custos operacionais de instituições inteiramente estatais.
O próprio Chile, espancado em algumas teses deste tópico, desconhece ensino superior gratuito, mesmo quando sob responsabilidade do Estado. Os subsídios podem ser modulados conforme as possibilidades financeiras de cada família.
No entanto, nenhum modelo é moralmente superior ao da responsabilidade individual, que pressupõe a disposição livre à caridade. Com efeito, antes confiar no espírito humano que no monstro moderno.
Percebe que te referes a instituições já adaptadas a um novo modelo, no qual o Estado é presente.
Os hospitais beneficientes estão falidos porque não são necessários às comunidades, da mesma forma que as Igrejas suecas esvaziaram-se no momento em que subsidiadas pelo Estado. Causa e efeito, natureza e circunstância... coisas distintas, como se vê.
Por desnecessários, entenda-se: os mantenedores das instituições beneficiantes foram desresponsabilizados. Seu ônus foi socializado. É óbvio que entrariam em decadência, e em decadência estão - aqueles que ainda existem.
Minha sugestão é a retirada total do Estado de setores em que haja qualquer possibilidade de concorrência entre agentes privados. Como isso jamais será levado a cabo no Brasil, a não ser na eventualidade de uma total dissolução, a nível global, dos Estados de Bem-Estar Social após algum cataclisma, restam alguns paliativos.
É importante que as pessoas paguem diretamente pelos serviços que usufruem. Paguem conforme suas possibilidades, mas tenham a percepção de serem responsáveis. A diferença específica entre a reforma agrária da Nova República (o modelo MST) e a reforma agrária conduzida pelo Império de Pedro II junto aos imigrantes europeus foi que, nesta, os agricultores não recebiam os lotes como doação, mas pagavam por eles. Era uma compra, não uma esmola, ainda que em condições suficientemente favoráveis para atrair aqueles que, na Europa, contavam entre os miseráveis.
Quanto menos controle direto ao Estado sobre os setores em tela, melhor. O modelo de vouchers escolares, por exemplo, é uma alternativa sempre interessante, mas não podem haver requisitos de padronização de currículos: os pais devem ser livres para escolher o modelo de escola mais conveniente. Devem, inclusive, poder optar pelo homeschooling.