Sindicato dos Metroviários de SP endereça carta à Globo contra 'Zorra Total'
As personagens Valéria (Rodrigo Sant'Anna) e Janete (Thalita Carauta), do quadro 'Metrô Zorra Brasil', do 'Zorra Total', da Globo. No programa, Janete sofre assédio e é encorajada pela transexual Valéria a aceitar: 'Aproveita, que você não pode escolher muito, sua estranha' (Renato Rocha Miranda/Divulgação/TV Globo)
As piadas a la Rafinha Bastos do humorístico Zorra Total, da Globo, são tema de carta formal que será entregue na tarde desta quarta-feira pelo Sindicato dos Metroviários de São Paulo a representantes da emissora. No texto, a Secretaria de Assuntos da Mulher do Sindicato pede o fim das esquetes do quadro Metrô Zorra Brasil que fazem graça com abuso sexual de mulheres.
"Queremos que seja tirada do ar a parte que faz alusão ao assédio feminino, como se fosse algo engraçado", diz Marisa dos Santos Mendes, diretora da Secretaria de Assuntos da Mulher do Sindicato dos Metroviários de São Paulo.
Para as sindicalizadas, o quadro "incita" a violência sexual no metrô. "Estamos em campanha contra o assédio sexual nos transportes públicos. É um problema que tem crescido."
Fonte: Veja
As personagens Valéria (Rodrigo Sant'Anna) e Janete (Thalita Carauta), do quadro 'Metrô Zorra Brasil', do 'Zorra Total', da Globo. No programa, Janete sofre assédio e é encorajada pela transexual Valéria a aceitar: 'Aproveita, que você não pode escolher muito, sua estranha' (Renato Rocha Miranda/Divulgação/TV Globo)As piadas a la Rafinha Bastos do humorístico Zorra Total, da Globo, são tema de carta formal que será entregue na tarde desta quarta-feira pelo Sindicato dos Metroviários de São Paulo a representantes da emissora. No texto, a Secretaria de Assuntos da Mulher do Sindicato pede o fim das esquetes do quadro Metrô Zorra Brasil que fazem graça com abuso sexual de mulheres.
"Queremos que seja tirada do ar a parte que faz alusão ao assédio feminino, como se fosse algo engraçado", diz Marisa dos Santos Mendes, diretora da Secretaria de Assuntos da Mulher do Sindicato dos Metroviários de São Paulo.
Para as sindicalizadas, o quadro "incita" a violência sexual no metrô. "Estamos em campanha contra o assédio sexual nos transportes públicos. É um problema que tem crescido."
Fonte: Veja
