Europeus alertam para ‘narcoturistas’ brasileiros
"Prêmio" de no mínimo R$ 20 mil, uma viagem de turismo pela Europa com todas as despesas pagas e apenas uma obrigação: trazer de volta para o Brasil pílulas de ecstasy ou comprimidos de LSD. Essa é a nova tendência revelada pela entidade Frontex, a polícia de fronteiras da União Europeia, e está sendo chamada de narcoturismo dos jovens da classe média brasileira.
Até hoje, a tendência era justamente o contrário: jovens brasileiros sendo usados como mulas para transportar drogas entre o Brasil e o mercado europeu. Segundo a Frontex, esse fenômeno continua e o Brasil de fato é um dos principais pontos de partidas da cocaína.
Mas, com o mercado brasileiro em expansão e maior renda da população, o Brasil se transformou em um dos principais destinos das drogas sintéticas.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil vai na contramão da tendência da maioria dos países ricos, nos quais o consumo de drogas dá sinal de estar em queda.
"Prêmio" de no mínimo R$ 20 mil, uma viagem de turismo pela Europa com todas as despesas pagas e apenas uma obrigação: trazer de volta para o Brasil pílulas de ecstasy ou comprimidos de LSD. Essa é a nova tendência revelada pela entidade Frontex, a polícia de fronteiras da União Europeia, e está sendo chamada de narcoturismo dos jovens da classe média brasileira.
Até hoje, a tendência era justamente o contrário: jovens brasileiros sendo usados como mulas para transportar drogas entre o Brasil e o mercado europeu. Segundo a Frontex, esse fenômeno continua e o Brasil de fato é um dos principais pontos de partidas da cocaína.
Mas, com o mercado brasileiro em expansão e maior renda da população, o Brasil se transformou em um dos principais destinos das drogas sintéticas.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil vai na contramão da tendência da maioria dos países ricos, nos quais o consumo de drogas dá sinal de estar em queda.