Kennedy Alencar noticiou qual seria a sentença dada contra Diogo Mainardi, em ação do "cumpanheiro" Franklin Martins. O incrível da situação é a cronologia dos acontecimentos e a impossibilidade jurídica de tal coisa acontecer.
Como Kennedy Alencar sabia de uma sentença que não existia? E como pode ter sentença se a defesa ainda está apresentando sua parte? Encomenda???
Cronologia (blog do Reinaldo Azevedo http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/ ):
13/03 – Data da entrega da primeira parte da defesa de Diogo Mainardi e da Editora Abril;
03/04 – Data da suposta primeira sentença do juiz, que Kennedy diz ter encontrado no site do TJ no dia 16/04;
10/04 – Data da entrega de um adendo da defesa da Editora Abril e de Diogo Mainardi, citada pelo juiz na sentença;
16/04 – Nelson Breve, assessor de Franklin Martins, comenta com interlocutores que Diogo Mainardi foi condenado;
16/04 – Noite – Kennedy Alencar noticia que Diogo foi condenado e diz até o valor da multa decidida pelo juiz: R$ 30 mil.
17/04 – Manhã – Advogados de Diogo e da Abril vão ao tribunal. São informados de que inexiste sentença porque a defesa nem mesmo foi anexada ao processo. Sem ela, não pode existir sentença. Advogados consultam a Internet. Não há nem resquício de sentença. Teria sido tirada do ar na madrugada, logo depois de Kennedy achar?
17/04 – Tarde – Advogados e OAB recorrem ao desembargador para conseguir cópia do processo, que estava sendo negada pelo tribunal. Surge, então, uma sentença, com a mesma data em que a defesa é juntada;
20/04 – Kennedy Alencar escreve: “Tenho cópia da sentença do juiz. Datada de 3 de abril. É rigorosamente a mesma do dia 17, até mesmo os erros de digitação.”
20/04 – Publicação da sentença do juiz faz alusão a documento entregue pela defesa no dia 10 de abril. Se Kennedy diz que ela é igual ao texto do dia 3, como o juiz poderia saber, no dia 3, o que seria entregue só no dia 10, tendo sido anexado ao processo só no dia 17?
Como Kennedy Alencar sabia de uma sentença que não existia? E como pode ter sentença se a defesa ainda está apresentando sua parte? Encomenda???
Cronologia (blog do Reinaldo Azevedo http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/ ):
13/03 – Data da entrega da primeira parte da defesa de Diogo Mainardi e da Editora Abril;
03/04 – Data da suposta primeira sentença do juiz, que Kennedy diz ter encontrado no site do TJ no dia 16/04;
10/04 – Data da entrega de um adendo da defesa da Editora Abril e de Diogo Mainardi, citada pelo juiz na sentença;
16/04 – Nelson Breve, assessor de Franklin Martins, comenta com interlocutores que Diogo Mainardi foi condenado;
16/04 – Noite – Kennedy Alencar noticia que Diogo foi condenado e diz até o valor da multa decidida pelo juiz: R$ 30 mil.
17/04 – Manhã – Advogados de Diogo e da Abril vão ao tribunal. São informados de que inexiste sentença porque a defesa nem mesmo foi anexada ao processo. Sem ela, não pode existir sentença. Advogados consultam a Internet. Não há nem resquício de sentença. Teria sido tirada do ar na madrugada, logo depois de Kennedy achar?
17/04 – Tarde – Advogados e OAB recorrem ao desembargador para conseguir cópia do processo, que estava sendo negada pelo tribunal. Surge, então, uma sentença, com a mesma data em que a defesa é juntada;
20/04 – Kennedy Alencar escreve: “Tenho cópia da sentença do juiz. Datada de 3 de abril. É rigorosamente a mesma do dia 17, até mesmo os erros de digitação.”
20/04 – Publicação da sentença do juiz faz alusão a documento entregue pela defesa no dia 10 de abril. Se Kennedy diz que ela é igual ao texto do dia 3, como o juiz poderia saber, no dia 3, o que seria entregue só no dia 10, tendo sido anexado ao processo só no dia 17?