REAÇÃO CONTRA USPIANOS BADERNEIROS - Protesto A FAVOR DA PM no campus
Somos estudantes, somos trabalhadores, somos a maioria. E EXIGIMOS SEGURANÇA! A minoria contra tudo e todos não pode nos impedir de querer o que é nosso de direito!
A Cidade Universitária é parte da cidade de São Paulo, e deve ser tratada como tal. Aqui a lei se cumpre, e os fora-da-lei são devidamente punidos!
Mostremos nossa força anti-anarquia, SOMOS A MAIORIA!
EU APOIO A PRESENÇA DA PM NO CAMPUS!
Todos de CAMISA BRANCA, na teça-feira 01/11 às 17h, na Praça do Relógio rumo à Reitoria.
O que ocorreu no embate com a PM e com a invasão da FFLCH não são atos de rebeldia intelectual - são apenas demonstrações de irresponsabilidade e de alienação ideológica.
Engraçado como a reportagem se refere aos baderneiros como "estudantes" e não como criminosos ou delinquentes. A midia parece que faz um esforço sobre humano para nao falar mal dos pobres estudantes.
A Autonomia da USP!
Lincoln Secco, Livre Docente em História Contemporânea na USP
Não é comum ver livros como armas. Enquanto no dia 27 de outubro de 2011 a imprensa mostrou os alunos da FFLCH da USP como um bando de usuários de drogas em defesa de seus privilégios, nós outros assistimos jovens indignados, mochila nas costas e livros empunhados contra policiais atônitos, armados e sem identificação, num claro gesto de indisciplina perante a lei. Vários alunos gritavam: “Isto aqui é um livro!”. Curioso que a geração das redes sociais virtuais apresente esta capacidade radical de usar novos e velhos meios para recusar a violação de nossos direitos. No momento em que o conhecimento mais é ameaçado, os livros velhos de papel, encadernados, carimbados pela nossa biblioteca são erguidos contra o arbítrio. Os policiais que passaram o dia todo da ultima quinta feira revistando alunos na biblioteca e nos pátios, poderiam ter observado no prédio de História e Geografia vários cartazes gigantes dependurados. Eram palavras de ordem. Algumas vetustas.
Outras “impossíveis”. Muitas indignadas. E várias poéticas... É assim uma universidade. A violação da nossa autonomia tem sido justificada pela necessidade de segurança e a imagem da FFLCH manchada pela ação deliberada dos seus inimigos. A Unidade que mais atende os alunos da USP, dotada de cursos bem avaliados até pelos duvidosos critérios de produtividade atuais, é uma massa desordenada de concreto com salas superlotadas e realmente inseguras. Mas ainda assim é a nossa Faculdade! É inaceitável que um espaço dedicado á reflexão, ao trabalho, à política, às artes e também à recreação de seus jovens estudantes seja ameaçado pela força policial.
Uma Universidade tem o dever de levar sua análise crítica ao limite porque é a única que pode fazê-lo. Seus equívocos devem ser corrigidos por ela mesma. Se ela é incapaz disso, não é mais uma universidade. A USP não está fora da cidade e do país que a sustenta. Precisa sim de um plano de segurança próprio como outras instituições têm. Afinal, ninguém ousaria dizer que os congressistas de Brasília têm privilégios por não serem abordados e revistados por Policiais. A USP conta com entidades estudantis, sindicatos e núcleos que estudam a intolerância, a violência e a própria polícia. Ela deve ter autonomia sim. Quando Florestan Fernandes foi preso em 1964, ele escreveu uma carta ao Coronel que presidia seu inquérito policial militar explicando-lhe que a maior virtude do militar é a disciplina e a do intelectual é o espírito crítico... Que alguns militares ainda não o saibam, é compreensível. Que dirigentes universitários o ignorem, é desesperador.
Não é comum ver livros como armas. Enquanto no dia 27 de outubro de 2011 a imprensa mostrou os alunos da FFLCH da USP como um bando de usuários de drogas em defesa de seus privilégios, nós outros assistimos jovens indignados, mochila nas costas e livros empunhados contra policiais atônitos, armados e sem identificação, num claro gesto de indisciplina perante a lei.
Ao invés de alunos, deveria ter escrito "um pequeno grupo de alunos", muito longe de ser maioria e muito longe de representar a comunidade estudantil uspiana em sua toltalidade.
Vários alunos gritavam: “Isto aqui é um livro!”. Curioso que a geração das redes sociais virtuais apresente esta capacidade radical de usar novos e velhos meios para recusar a violação de nossos direitos. No momento em que o conhecimento mais é ameaçado, os livros velhos de papel, encadernados, carimbados pela nossa biblioteca são erguidos contra o arbítrio.
Tentativas de romantizar ações delinquentes não as torna lícitas; o fato de portarem livros não os libera da responsabilidade de obedecer às autoridades, livros em mãos não podem dar o direito a quem quer que seja de desacatar autoridade e de depredar patrimônio público.
É assim uma universidade. A violação da nossa autonomia tem sido justificada pela necessidade de segurança e a imagem da FFLCH manchada pela ação deliberada dos seus inimigos. A Unidade que mais atende os alunos da USP, dotada de cursos bem avaliados até pelos duvidosos critérios de produtividade atuais, é uma massa desordenada de concreto com salas superlotadas e realmente inseguras. Mas ainda assim é a nossa Faculdade!
A imagem da FFLCH está manchada (e não é de hoje) por todo um histórico de atividades ilegais ali praticadas (como em toda a extensão do campus), muitos dos registros feitos em épocas onde a PM se quer circulava pelo campus.
Pior ainda é o velho truque retórico de justificar a postura criminoso das "estudantes" como sendo reação às más condições da faculdade, ora, faça-me o favor!
É inaceitável que um espaço dedicado á reflexão, ao trabalho, à política, às artes e também à recreação de seus jovens estudantes seja ameaçado pela força policial.
Recreação ele quer dizer: fumar e traficar; isso ainda é crime no Brasil!
Seus equívocos devem ser corrigidos por ela mesma. Se ela é incapaz disso, não é mais uma universidade. A USP não está fora da cidade e do país que a sustenta. Precisa sim de um plano de segurança próprio como outras instituições têm. Afinal, ninguém ousaria dizer que os congressistas de Brasília têm privilégios por não serem abordados e revistados por Policiais.
Eu nunca fui revistado dentro da USP, da forma que é colocado dá a entender que a polícia faz "batidas policiais" dentro da USP ou coisas do tipo, não, não faz.
A USP conta com entidades estudantis, sindicatos e núcleos que estudam a intolerância, a violência e a própria polícia. Ela deve ter autonomia sim. Quando Florestan Fernandes foi preso em 1964, ele escreveu uma carta ao Coronel que presidia seu inquérito policial militar explicando-lhe que a maior virtude do militar é a disciplina e a do intelectual é o espírito crítico... Que alguns militares ainda não o saibam, é compreensível. Que dirigentes universitários o ignorem, é desesperador.
Quero que ele me explique em que a presença da PM "ameaça autonomia da USP".
E pra fechar com chave de ouro, o velho Bode expiatório é convocado: a ditadura. Como diz Olavo, não pode faltar isso no decálogo Uspiano: lançar a culpa de tudo, sempre e invariavelmente, na maldita ditadura.
o carinha da esquerda blusa preta
ta chapadinho
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agora é uma palhaçada o que midia fala na TV,
na globo a report chegou falando de cara " policias agride estudante com balas de borracha, gas de pimente e bomba "
porra, ali sao tudo maconheiro e traficante
Relevante: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,fflch-vai-n…793008,0.htm
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Não entendo essa turminha de militantes. Quando alguém é assassinado lá dentro da USP querem ter o exército fazendo ronda. Quando consomem drogas, tomam banho no panelão da cozinha, etc, querem ter privilégios de bandidos. É por isso que na foto da reportagem, eles cobrem no rosto, exatamente como fazem os meliantes.
Não consigo entender esses esquerdistas maconheiros... Eles querem liberdade, mas quando a maioria escolhe sair da FFLCH, eles não aceitam - complexo de Lênin e Stalin??? - e, mesmo sendo voto vencido, decidem ocupar a reitoria da USP: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/11/assemb…ontinua.html
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Alguns alunos se reuniram na Praça do Relógio, na Cidade Universitária, para um ato em apoio à presença da PM no campus da USP, na Zona Oeste de São Paulo. O evento contou com a presença de alunos de diversas faculdades, como da Escola Politécnica, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), Escola de Educação e Artes (ECA) e até da FFLCH, como se vê no tópico abaixo: Alunos da USP, honestos e do bem defendem PM
Creio que está em jogo na USP, assim entendo, não é a maconha ou a sua descriminalização, nem é a presença ou não da PM no campus da USP, mas uma legenda de poder que se disputa. De qualquer forma, cabe perguntar a quem realmente interessa a saída da PM do campus da USP ou a substituição do reitor Rodas. Será que neste caso também se aplicaria a frase de William Mark Felt, follow the money? Quem perde, o que perde, quanto perde? Quem ganha, o que ganha, quanto ganha? Fica aí o comentário para reflexão daqueles que não se recusam a pensar.
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Tratam nossa democracia como se ditadura fosse, uma vez que se veem numa causa de mudança do status quo para... o quê? Isto ainda não me está claro. Mas claro está que somente aceitam as regras do jogo (as leis, instituições e decisões) quando resultam favoráveis aos seus interesses e quando não, bem, as leis, instituições e decisões estão erradas, são autoritárias, ditatoriais e por aí vai. A prova disso é que uma cambada de maconheiros que se deram conta de que não passam de "voto perdido" decidiram, após assembleia que resultou na desocupação da faculdade, correr atrás do prejuízo e ocuparem a Reitoria da USP.
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A detenção provisória de três estudantes que fumavam maconha no campus da USP somente teve importância por que servia à causa dita libertária. Notemos que se eles são libertários, os que não concordam com seus métodos são o oposto: reacionários, direitistas, conservadores, conformados, alienados, et coetera. Somente essa minoria teria razão e a capacidade de mudar para algo melhor. Direito de pensar assim, eles têm! Mas haveria se democráticos fossem, de respeitar o direito da maioria que deles discorda, sem impor na marra, via contumazes invasões, a sua pauta de reivindicações.
Gramsci definia bem esse modus operandi, quando falava do Moderno Príncipe, numa alusão ao Partido: O moderno Príncipe, desenvolvendo-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais, uma vez que o seu desenvolvimento significa, de fato, que todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio Moderno Príncipe e serve ou para aumentar o poder ou para opor-se a ele. O Príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume.
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É este o sonho do totalitarismo perfeito!!! Notemos que o “partido” se transforma na única referência dos indivíduos, cujos atos serão avaliados segundo o que é o que é não é útil àquele ente, que toma o lugar da divindade. No mundo sonhado por Gramsci, não há pensamento possível fora do “Moderno Príncipe” — mesmo que seja para… opor-se a ele! O fascismo, segundo a fórmula de Giovanni Gentile, pregava: “Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado”. A fórmula de Gramsci substituía o Estado pelo Partido.
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Cabe lembrar que autonomia universitária não significa que a USP não se sujeita às leis vigentes no país. Está definido no Art. 207 da Constituição brasileira: As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Ou seja, essa autonomia diz respeito ao ensino e desenvolvimento/produção científicos, mesmo porque a USP não tem autonomia financeira, mas sim de gestão administrativa, financeira e patrimonial. Foi essa autonomia que definiu a presença da PM na USP, mas parece que uma minoria não concorda, nem com a Constituição, nem com esse conceito de autonomia universitária (fazer o quê...).
Estudantes ocupam prédio da reitoria da USP durante a madrugada
''Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) invadiram na madrugada desta quarta-feira (2) o prédio da reitoria da instituição na Cidade Universitária, na Zona Oeste da capital paulista. Pelo menos um portão foi arrombado. Segundo nota do movimento responsável pelo movimento, a ocupação é uma "troca de posições". Os estudantes prometem deixar o prédio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) até as 12h. Segundo a Polícia Militar, a situação era pacífica por volta das 6h30. No horário, cerca de 20 estudantes estavam reunidos em volta de uma fogueira.''
''A decisão de invadir o prédio da reitoria foi tomada após assembleia realizada na noite desta terça (1º), quando os universitários optaram por desocupar o prédio da administração da FFLCH, ocupado desde o dia 27 em protesto contra a ação da Polícia Militar na Cidade Universitária. Mas estudantes da ala radical não aceitaram o resultado e decidiram invadir o prédio da reitoria.''
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,assembleia-…793519,0.htm
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Alguns trechos chamaram-me a atenção: com os rostos cobertos com camisas, usaram paus, pedras e cavaletes para quebrar um portão localizado na parte de trás do edifício da administração central [...]
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Em poucos minutos, os estudantes encapuzados já haviam alcançado o saguão principal do edifício. Do lado de fora, uma aluna protestou contra a invasão. “Ocupar a reitoria é fetiche da ultra-esquerda e só vai dar argumento para a direita”, gritou.
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Se o que se reivindica é justo e dentro da lei porque esconder o rosto??? Pra mim so pode ser de baderneiros a bandidos, menos estudantes universitários.
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Eu fico pensando daqui a 30 anos quando esses marginais assumirem o poder o que será de nós. Agora, podemos ter nítida certeza que eles não se preocupam com a opinião pública e com o dinheiro público, porque se assim fosse, eles estariam estudando e desenvolvendo conhecimento para o país
OFF: E o pior de tudo é que se você for negro, estudante de verdade e trabalhador, mas for contrário a esse "rebeldes", você está ferrado. Os caras acham que você deve nascer com uma pauta e se não pensa amoldado pelos esquemas previamente estabelicidos ainda te chamam de "alienado". A policia deveria é descer o cacete nesse pessoal.
Ora! Ora! Não querem policiamento? O que querem nos dizer? Polícia é para quem precisa? Eles não? Os filhinhos de papai querem paz para fazerem seus cigarros sem serem incomodados? Não querem a presença de um dos principais aparelhos ideológicos do Estado? O que justifica tanta rebeldia? Onde eles acham que estão para não permitirem a presença do Estado numa autarquia? Quem formar um novo MORRO? São universitários mesmo? Encapuzados? Esta é a foma mais estupida de se protestar.
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Estes maconheiros e baderneiros gostam de impor as próprias razoes pela força a fim de monopolizar a formação de toda e qualquer opinião. Quem acha ruim, é chamado de alienado a ser "conscientizado" a errar os erros que estes noiados cometem.
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Com a Reitoria da USP tomada, resta-lhes no mínimo pedir a reintegração de posse e o auxílio da PM, que deve tomar um enorme cuidado. Essa cambada de criminosos quer fabricar desculpas para ver a PM fora da USP a qualquer custo a fim de ver o narcotráfico atuar sem ser incomodado por ali.
. http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/fascist…o+Azevedo%29
O Reinaldo Azevedo também lançou o desafio abaixo:
UM DESAFIO AOS EXTREMISTAS DA USP: UM PLEBISCITO!!! TENHAM A CORAGEM DE OUVIR A MAIORIA!
Fonte: http://bit.ly/siqriz
Eles deviam admitir que querem apenas um local em que possam usar drogas sem discriminação. Essa é a verdade que nenhum deles tem a coragem de admitir.
Eles deviam admitir que querem apenas um local em que possam usar drogas sem discriminação. Essa é a verdade que nenhum deles tem a coragem de admitir.
Já houve consulta em todas as unidades, eles perderam em todas!
Vi as postagens e ponderações. Mas foi preciso chamar atenção ao modus operandi dessa cambada de arruaceiros e criminosos que não dão o braço a torcer e as consequências desses atos de vandalismo em plena universidade.
É brincadeira que meia-dúzia de vagabundos consigam "invadir" a reitoria e ocupá-la e só depois ser tomada alguma medida. Me pergunto se isso não é um grande teatro... se fossem, sei lá, 5 mil estudantes, que seja, mais um grupelho de menos de 100 pessoas, isso é omissão pura das autoridades do campus.
Confirmando o que eu disse antes " um grupelho de menos de 100 pessoas":
USP vai pedir reintegração de posse do prédio da reitoria
A reitoria da USP vai pedir na Justiça, nesta quinta-feira, a reintegração de posse do prédio da administração central da universidade. O edifício, no câmpus da zona oeste, foi invadido por um grupo de estudantes na madrugada desta quarta. Até as 22h47, os ocupantes não haviam se manifestado sobre a decisão da USP por meio de seus canais de comunicação: Twitter e blog.
Invasão
O prédio foi invadido e ocupado por alunos derrotados na assembleia de terça à noite que decidiu pela desocupação da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), tomado na madrugada da última sexta-feira em protesto contra a abordagem da PM que flagrou três estudantes de Geografia com maconha.
Cerca de cem pessoas ocuparam a reitoria. O grupo pede a saída da PM da Cidade Universitária e a revogação de processos administrativos contra alunos, professores e funcionários.
Pena que o povo em geral não atrela essas bagunças a esquerda e ao comunismo, como atrelavam há algumas décadas atrás.
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Sem sacanagem 30 alunos reais da USP acabariam com esses maconheiros facilmente, onde estão os defensores da USP essas horas, por isso que a esquerda cresce ela bagunça e invade e ninguém reage, corpo que não reage morre.
quando eu estudava na UFPB (Federal da Paraíba), eu rompi uma barreia dessas também na porrada, eu era IC (iniciação científica) e não queriam me deixar entrar pra trabalhar numa sexta-feira pela manhã, isso foi no ano de 2006 ou 2007. Daí liguei pro meu orientador explicando a situação e ele disse: fale novamente, diga que é aluno de IC, que tem um trabalho em andamento e que se não for continuado você perderá todo o trabalho, além do prejuízo para a universidade. Pois bem, expliquei isso a eles e após eu ter explicado calmamente, uma vagabunda partiu me agredindo: "que pesquisa que nada, não vai entrar ninguém..."
Cara... eu não sou tão pequeno, eu imponho algum respeito fisicamente, quando ela disse isso, eu gritei: eu vou entrar nesse CARALHO e acabou, entendeu? Chega de palhaçada!
Meu irmão, neguinho fingiu que eu não passei por ali... caminhei tranquilamente até a bioquímica, fiz minhas coisas lá e fui embora a noite na maior tranquilidade.
mas, pelo menos aqui na USP, foi organizado um evento de apoio à PM (01/11):
Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) fizeram hoje (1º) uma manifestação, convocada por meio das redes sociais, para apoiar a presença da Polícia Militar (PM) fazendo a segurança da Cidade Universitária, localizada na zona oeste da capital paulista. A manifestação ocorreu na Praça do Relógio e reuniu cerca de 200 alunos.
Veja no BAND News, repare na diferença de postura: enquanto estamos todos dando às caras, eles protestam encobrindo seus rostos, desacatando autoridade e depredando patrimônio público, veja a diferença:
A ideia de sentar borracha com gosto no bombo dessa cambada de comunas e porcos arruaceiros é interessante, mas há o risco de ser este um joguete deles - dos bandidos encapuzados travestidos de estudantes - para fabricarem "mártires contra o regime opressor" ou algo do tipo. Com isto, além de saírem com pose de vítimas, ainda, de quebra, ganham o apoio do qual eles precisam - mas não têm.
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Por isto, a formação de grupos conservadores, embora mais difícil dada a hegemonia de grupos atrelados à esquerda, é a saída mais viável.
. Pena que o povo em geral não atrela essas bagunças a esquerda e ao comunismo, como atrelavam há algumas décadas atrás.
Se o povo tivesse essa sacada, rapidinho essa marcha contra a corrupção viraria a marcha por Deus, Pátria e Família e mais uma limpeza seria feita.
Depois do advento do Marxismo Cultural ficou quase impossível sacar "de cara" a influência do esquerdismo mundo afora, pois eles também defendem "direitos" como forma de tomada de poder. Antes, valiam-se de armas; hoje, de livros empunhados nos rostos dos militares.
. isso é omissão pura das autoridades do campus
Houve ou não omissão por parte do alto escalão da USP quando da invasão da Reitoria?
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Alguns dizem que sim, haja visto que uma atitude deveria ter sido tomada imediatamente após a prisão daqueles três maconheiros, outros que não, pois geralmente o Judiciário não funciona em período de feriado como hoje (Finados). Por isto, o pedido de reintegração de posse será feito amanhã.
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Que tipo de atitude deveria ter sido tomada? Sentar borracha nas costas desses vagabundos incorreria em uma atitude reversa que somente alimentaria os argumentos da esquerda presente na USP.
Contudo, a Mídia, que também foi vítima quando alguns arruaceiros derrubaram um cameraman que estava filmando a baderna, também tomou partido nesta disputa e começou a fazer a caveira deles, ressaltando que esta briga toda começou após três maconheiros terem sido enquadrados.
SAMPAIO.
O curioso é que eles mostram vários livros para os policiais, inclusiv na foto percebe-se que trata-se de um Capitão PM, como se este oficial fosse um analfabeto, srssrs.
exatamente.
acho que esses retardados sequer sabem que o exame para a academia do barro branco é aplicado pela fuvest que eles tanto idolatram.