Tópico para que possamos discutir esse importante tema, que vem crescendo em importância no cenário da defesa da vida e da dignidade humana.
Confirmação de Óbito e Doação/retirada de orgãos
Videoconferência "os mistérios da morte cerebral" Padre Hélio Luciano.
http://www.livestream.com/congressoprovida/video?cli…ium=ui-thumb
"Há um ano pesquiso sobre o assunto para minha tese doutoral sobre os Comitês Éticos Nacionais nos países em via de desenvolvimento com especial ênfase sobre a América Latina. O interesse pelo assunto cresceu e a discussão precisa contar com vozes comprometidas com a defesa da vida", relata Pe. Hélio Luciano.
http://www.livestream.com/congressoprovida/video?cli…ium=ui-thumb
"Há um ano pesquiso sobre o assunto para minha tese doutoral sobre os Comitês Éticos Nacionais nos países em via de desenvolvimento com especial ênfase sobre a América Latina. O interesse pelo assunto cresceu e a discussão precisa contar com vozes comprometidas com a defesa da vida", relata Pe. Hélio Luciano.
Chocante: exigir morte antes de doação de orgãos é desnecessário, diz especialista
TORONTO, Canadá, 1 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Pelo fato de que os doadores de órgãos muitas vezes estão vivos quando seus órgãos são tirados, a classe médica não deveria exigir que os doadores sejam declarados mortos, mas em vez disso deveria adotar critérios morais mais “honestos” que permitam a remoção de órgãos de pacientes que estão “morrendo” ou que estão “gravemente feridos”, com consentimento apropriado, argumentaram três importantes especialistas.
Esses comentários horripilantes foram feitos pelo Dr. Neil Lazar, diretor da unidade de terapia intensiva médico-cirúrgica do Hospital Geral de Toronto, pelo Dr. Maxwell J. Smith da Universidade de Toronto e por David Rodriguez-Arias da Universidade del Pais Vasco na Espanha, numa conferência de bioética nos EUA em outubro e publicada num recente documento da Revista Americana de Bioética.
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2011/11/choca…-doacao.html
TORONTO, Canadá, 1 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Pelo fato de que os doadores de órgãos muitas vezes estão vivos quando seus órgãos são tirados, a classe médica não deveria exigir que os doadores sejam declarados mortos, mas em vez disso deveria adotar critérios morais mais “honestos” que permitam a remoção de órgãos de pacientes que estão “morrendo” ou que estão “gravemente feridos”, com consentimento apropriado, argumentaram três importantes especialistas.
Esses comentários horripilantes foram feitos pelo Dr. Neil Lazar, diretor da unidade de terapia intensiva médico-cirúrgica do Hospital Geral de Toronto, pelo Dr. Maxwell J. Smith da Universidade de Toronto e por David Rodriguez-Arias da Universidade del Pais Vasco na Espanha, numa conferência de bioética nos EUA em outubro e publicada num recente documento da Revista Americana de Bioética.
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2011/11/choca…-doacao.html
Resumo do artigo é:
Em vez da tão chamada Norma do Doador Morto (NDM), os autores propõem que os doadores sejam “protegidos de sofrer dores” (!) (isto é, que eles recebam anestesia de modo que não sintam dor durante o processo de doação)
Resumindo, eles acham que basta que o doador não sinta dor, somente isso, não importa se ele ainda está vivo, aliás, é "melhor" que esteja!
E esses caras ainda falam em ética médica!
Em vez da tão chamada Norma do Doador Morto (NDM), os autores propõem que os doadores sejam “protegidos de sofrer dores” (!) (isto é, que eles recebam anestesia de modo que não sintam dor durante o processo de doação)
Resumindo, eles acham que basta que o doador não sinta dor, somente isso, não importa se ele ainda está vivo, aliás, é "melhor" que esteja!
E esses caras ainda falam em ética médica!
O Dr. Paul Byrne, neonatologista de muita experiência, professor clínico de pediatria na Universidade de Toledo e presidente da Fundação Guardiã da Vida, disse que não está surpreso com essas recentes declarações, que ele disse meramente refletem um segredo que todo mundo da área de doação de órgãos já sabe há muito tempo.
“Todos os participantes de transplantes de órgãos sabem que os doadores não estão realmente mortos”, Byrne disse para http://lifesitenews.com/ numa entrevista por telefone na terça-feira.
Durma-se com essa!
“Todos os participantes de transplantes de órgãos sabem que os doadores não estão realmente mortos”, Byrne disse para http://lifesitenews.com/ numa entrevista por telefone na terça-feira.
Durma-se com essa!
Médico diz acerca de homem “com morte cerebral” que foi salvo pouco antes de lhe removerem os órgãos: a “morte cerebral” nunca é realmente morte
Especialista diz: o termo “morte cerebral” foi inventado a fim de se obter órgãos. Nunca foi baseado na ciência”.
http://juliosevero.blogspot.com/2008/03/mdico-diz-ac…m-morte.html
Especialista diz: o termo “morte cerebral” foi inventado a fim de se obter órgãos. Nunca foi baseado na ciência”.
http://juliosevero.blogspot.com/2008/03/mdico-diz-ac…m-morte.html
Eu sempre suspeitei disto. Agora começam a surgir evidências. Assustador!
Realmente é assustador !!
Lembro que houve uma época que se colocava no RG a frase, doador ou não doador. Eu coloquei - não doador- (que aliás consta até hoje no meu rg) e cheguei a ouvir de uma pessoa que eu não tinha coração. Naquela época ja tinha o pé atras com a "crasse" médica, hoje então, piorou e muito!!!
“Todos os participantes de transplantes de órgãos sabem que os doadores não estão realmente mortos”, Byrne disse para http://lifesitenews.com/ numa entrevista por telefone na terça-feira.
Isto é uma confissão em público da prática de homicídios em série. Nada menos que isto.
Isto é uma confissão em público da prática de homicídios em série. Nada menos que isto.
Texto que questiona o critério de morte utilizado atualmente;
http://www.unifesp.br/dneuro/mortencefalica.php
http://www.unifesp.br/dneuro/mortencefalica.php
Estarrecedor!!!!!!!!!!!!
Pedro,
Eu também tive esse impressão sua, mas depois percebi a real intenção da justificativa, principalmente quando você alcança a parte o Dr. Paul Byrne alerta para a fraude que é a Norma do Doador Morto.
os médicos que dizem que o parâmetro de morte atual não é válido justamente para justificar que não se deve depender dele (é uma perda de tempo) e quando dizem que "que o protocolo que exige a morte do doador é “perigosamente enganador” é apenas no sentido de se precaverem para que o paciente não sinta dor, ou seja, respeitar o doador para eles é "garantir que os doadores não sentissem dor durante o processo de remoção dos órgãos".
No final das contas é isso: a Norma do Doador Morto (NDM) é ineficiente em garantir a morte do doador, por isso há um grupo de médicos que crê desnecessária seguir esse parâmetro/protocolo, como eles dizem, perde-se tempo, sendo na opinião deles mais digno anestesiar o doador que está “morrendo” ou que está “gravemente ferido”, assim, consideram que isso é mais "honestos com o público!"
Mas, assumamos que você fez a interpretação correta, mesmo assim é assustador, quer dizer, desde 1968 que eles fazem transplantes usando como parâmetro de morte um parâmetro que é ineficiente. Assim, por mais que a intenção da denúncia seja boa, ela ainda assim ASSUSTADORA: ok, vamos mudar o parâmetro, mas e o que fizemos antes, esquece-se e deixa por isso mesmo?
Eu também tive esse impressão sua, mas depois percebi a real intenção da justificativa, principalmente quando você alcança a parte o Dr. Paul Byrne alerta para a fraude que é a Norma do Doador Morto.
os médicos que dizem que o parâmetro de morte atual não é válido justamente para justificar que não se deve depender dele (é uma perda de tempo) e quando dizem que "que o protocolo que exige a morte do doador é “perigosamente enganador” é apenas no sentido de se precaverem para que o paciente não sinta dor, ou seja, respeitar o doador para eles é "garantir que os doadores não sentissem dor durante o processo de remoção dos órgãos".
No final das contas é isso: a Norma do Doador Morto (NDM) é ineficiente em garantir a morte do doador, por isso há um grupo de médicos que crê desnecessária seguir esse parâmetro/protocolo, como eles dizem, perde-se tempo, sendo na opinião deles mais digno anestesiar o doador que está “morrendo” ou que está “gravemente ferido”, assim, consideram que isso é mais "honestos com o público!"
Mas, assumamos que você fez a interpretação correta, mesmo assim é assustador, quer dizer, desde 1968 que eles fazem transplantes usando como parâmetro de morte um parâmetro que é ineficiente. Assim, por mais que a intenção da denúncia seja boa, ela ainda assim ASSUSTADORA: ok, vamos mudar o parâmetro, mas e o que fizemos antes, esquece-se e deixa por isso mesmo?
Me parece que as declarações dadas são cabais e categóricas quanto ao fato de que algumas vezes o doador está vivo:
TORONTO, Canadá, 1 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Pelo fato de que os doadores de órgãos muitas vezes estão vivos quando seus órgãos são tirados, a classe médica não deveria exigir que os doadores sejam declarados mortos, mas em vez disso deveria adotar critérios morais mais “honestos” que permitam a remoção de órgãos de pacientes que estão “morrendo” ou que estão “gravemente feridos”, com consentimento apropriado, argumentaram três importantes especialistas.
Os autores declaram francamente que sob os costumes atuais, os doadores podem estar tecnicamente ainda vivos quando os órgãos são removidos — uma condição necessária para se produzir órgãos saudáveis e vivos.
Os médicos observam que o desenvolvimento dos critérios para a tão chamada “morte cerebral”, que é muitas vezes usada pelos médicos para declarar morte antes de uma doação de órgãos, foi uma “estratégia ideológica” com a finalidade de aumentar as reservas de doadores que se constatou tinha “falhas empíricas e teóricas”.
TORONTO, Canadá, 1 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Pelo fato de que os doadores de órgãos muitas vezes estão vivos quando seus órgãos são tirados, a classe médica não deveria exigir que os doadores sejam declarados mortos, mas em vez disso deveria adotar critérios morais mais “honestos” que permitam a remoção de órgãos de pacientes que estão “morrendo” ou que estão “gravemente feridos”, com consentimento apropriado, argumentaram três importantes especialistas.
Os autores declaram francamente que sob os costumes atuais, os doadores podem estar tecnicamente ainda vivos quando os órgãos são removidos — uma condição necessária para se produzir órgãos saudáveis e vivos.
Os médicos observam que o desenvolvimento dos critérios para a tão chamada “morte cerebral”, que é muitas vezes usada pelos médicos para declarar morte antes de uma doação de órgãos, foi uma “estratégia ideológica” com a finalidade de aumentar as reservas de doadores que se constatou tinha “falhas empíricas e teóricas”.
O caso abaixo ilustra uma situação onde o critério de morte encefálica estava satisfeito mas o paciente se recuperou:
http://www.unifesp.br/dneuro/me3.htm
http://www.unifesp.br/dneuro/me3.htm
Rafael,
existem diversos casos como esse!
existem diversos casos como esse!
Olhei no meu RG e não achei nada me qualificando como doador ou não-doador. Ainda é usada essa classificação?
Exato, Hellio. Prova de que o critério de morte encefálica não é confiável como prova cabal de ocorrência de morte. Alguns neurologistas estão propondo que a declaração de morte encefálica seja um PROGNÓSTICO, não um DIAGNÓSTICO.
Quanto aos termos utilizados em muitos textos, é preciso esclarecer um ponto: os critérios de morte cerebral e de morte encefálica são distintos. O protocolo de morte cerebral foi substituído após uma análise severa de vários casos de recuperação após a declaração daquela.
Ao longo de sua história, a medicina mudou algumas vezes os critérios utilizados para se afirmar que uma pessoa estava morta: 1º, bastava cessar a respiração; 2º, o critério de cessação dos batimentos cardíacos passou a ser dominante; 3º, por volta de 1968 diversas universidades, como Harvard e centros de pesquisa médica, defenderam - exatamente devido ao surgimento dos transplantes de órgãos - que se utilizasse o critério de morte cerebral. 4º - como todos estes critérios apresentaram falhas no quesito certeza de morte, o critério da morte cerebral foi abandonado, adotando a medicina o conceito de morte ENCEFÁLICA.
Não se trata de mera questão semântica. O cérebro é um dos componentes do encéfalo; este é composto além do cérebro, pela ponte e bulbo raquidiano, sendo preciso que todas estas estruturas parem de funcionar de maneira "irreversível".
No Brasil se utiliza o critério de morte encefálica, previsto na lei 9.437/97 e resoluções 9.437/97 e 1.480, ambas do Conselho Federal de Medicina. O critério de morte cerebral foi abandonado devido à ocorrência de diversos casos de falso-positivo.
Portanto, tudo o que se viu até o momento foi a ciência adotar um critério de morte para depois abandoná-lo. Logo, é de se esperar que o próprio critério de morte encefálica acabe sendo abandonado em algum momento, devido à sua falibilidade como critério de certeza cabal de morte.
Quanto aos termos utilizados em muitos textos, é preciso esclarecer um ponto: os critérios de morte cerebral e de morte encefálica são distintos. O protocolo de morte cerebral foi substituído após uma análise severa de vários casos de recuperação após a declaração daquela.
Ao longo de sua história, a medicina mudou algumas vezes os critérios utilizados para se afirmar que uma pessoa estava morta: 1º, bastava cessar a respiração; 2º, o critério de cessação dos batimentos cardíacos passou a ser dominante; 3º, por volta de 1968 diversas universidades, como Harvard e centros de pesquisa médica, defenderam - exatamente devido ao surgimento dos transplantes de órgãos - que se utilizasse o critério de morte cerebral. 4º - como todos estes critérios apresentaram falhas no quesito certeza de morte, o critério da morte cerebral foi abandonado, adotando a medicina o conceito de morte ENCEFÁLICA.
Não se trata de mera questão semântica. O cérebro é um dos componentes do encéfalo; este é composto além do cérebro, pela ponte e bulbo raquidiano, sendo preciso que todas estas estruturas parem de funcionar de maneira "irreversível".
No Brasil se utiliza o critério de morte encefálica, previsto na lei 9.437/97 e resoluções 9.437/97 e 1.480, ambas do Conselho Federal de Medicina. O critério de morte cerebral foi abandonado devido à ocorrência de diversos casos de falso-positivo.
Portanto, tudo o que se viu até o momento foi a ciência adotar um critério de morte para depois abandoná-lo. Logo, é de se esperar que o próprio critério de morte encefálica acabe sendo abandonado em algum momento, devido à sua falibilidade como critério de certeza cabal de morte.
Cássio, o RG não vale mais como indicador de que a pessoa é doadora de órgãos. Esta disposição constava do texto original da lei dos transplantes, Lei 9.437/97, artigo 4º, que foi revogado pela lei 10.211/01.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9434.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9434.htm
Outra consequência da falibilidade do critério de morte encerfálica diz respeito ao uso de embriões humanos em pesquisas. Muitos médicos, cientistas, jornalistas, juízes e promotores de justiça argumentam, baseados no critério de morte encefálica, que se após a cessação das atividades do encéfalo não ha vida, igualmente não haveria vida antes da formação deste.
Baseados nesta lógica, defenderam e defendem o uso de embriões humanos em pesquisas, julgando que no embrião, não havendo sistema nervoso formado, igualmente não haveria vida, não havendo portanto impedimento na destruição destes.
Diante de evidências empíricas de que a vida continua após o diagnóstico de cessação da atividade encefálica, cai por terra o argumento de que antes da formação do sistema nervoso não haveria vida.
Baseados nesta lógica, defenderam e defendem o uso de embriões humanos em pesquisas, julgando que no embrião, não havendo sistema nervoso formado, igualmente não haveria vida, não havendo portanto impedimento na destruição destes.
Diante de evidências empíricas de que a vida continua após o diagnóstico de cessação da atividade encefálica, cai por terra o argumento de que antes da formação do sistema nervoso não haveria vida.
creio ser impossível achar, por método científico, o exato momento em que se dá a morte, pois isto é um problema metafísico.
Metafisicamente, morte é a separação da alma (que por ser substância espiritual no caso do homem, permanece) do corpo.
Ora, não tem como fazer experiência disto senão durante a própria morte.
Metafisicamente, morte é a separação da alma (que por ser substância espiritual no caso do homem, permanece) do corpo.
Ora, não tem como fazer experiência disto senão durante a própria morte.
Baseados nesta lógica, defenderam e defendem o uso de embriões humanos em pesquisas, julgando que no embrião, não havendo sistema nervoso formado, igualmente não haveria vida, não havendo portanto impedimento na destruição destes.
Por isso aumenta a importância da atual pesquisa do Pe. Lodi (Anápolis-GO), ele está escrevendo uma tese sobre o fundamento ontológico da alma do embrião.
Como bem disse o amigo André: "metafisicamente, morte é a separação da alma, logo, se provado o fundamento ontológico da alma do embrião, passará a existir uma sustentação científica para impedir a destruição de embriões no ventre materno e também daqueles congelados.
Por isso aumenta a importância da atual pesquisa do Pe. Lodi (Anápolis-GO), ele está escrevendo uma tese sobre o fundamento ontológico da alma do embrião.
Como bem disse o amigo André: "metafisicamente, morte é a separação da alma, logo, se provado o fundamento ontológico da alma do embrião, passará a existir uma sustentação científica para impedir a destruição de embriões no ventre materno e também daqueles congelados.
Pedro,
entendi o que você disse.
De qualquer forma, eu repito: segue sendo assustador saber que há a possibilidade do óbito atestado a alguém ser um "falso positivo" e de que essa pessoa venha a ser mutilada viva.
Eu já tinha conhecimento de que os orgãos para doação são retirados do paciente nos instantes finais da sua vida, não é isso que assusta mais, o que mais assusta é a denúncia de que o diagnóstico de morte e pode até ser manipulado.
entendi o que você disse.
De qualquer forma, eu repito: segue sendo assustador saber que há a possibilidade do óbito atestado a alguém ser um "falso positivo" e de que essa pessoa venha a ser mutilada viva.
Eu já tinha conhecimento de que os orgãos para doação são retirados do paciente nos instantes finais da sua vida, não é isso que assusta mais, o que mais assusta é a denúncia de que o diagnóstico de morte e pode até ser manipulado.