CEMITÉRIO DE Ricardo de Albuquerque, no Rio, vai ganhar, dia 11 agora, um memorial em homenagem a 14 "presos políticos" (leia-se terroristas) assassinados pela "ditadura" militar entre 1970 e 1974. Foi sugestão do grupo Tortura Nunca Mais e do vice-prefeito carioca, Carlos Alberto Muniz. A RioUrbe, que toca o projeto, vai pôr totens (veja na foto) para lembrar as 14 "vítimas", cujas ossadas estão guardadas no Hospital Geral de Bonsucesso, federal. Os restos serão levados para o cemitério em dezembro, onde ficarão num grande túmulo de granito.
Vice-prefeito do Rio homenageia terrorista
É impressionante como essas inversões históricas se tornaram frequentes nos últimos anos. Se os esquerdistas querem fazer homenagens a esses terroristas, que façam. Mas usar o dinheiro e o poder público para o fazer é uma covardia que não tem tamanho. Esses políticos são psicopatas.
Olha o que fizeram em São Paulo agora no começo do mês:
Ativistas mudam nome da alameda Casa Branca, em SP, para homenagear Carlos Marighella
"Um grupo de cinco ativistas cobriu na madrugada desta sexta-feira (4) todas as placas de identificação da alameda Casa Branca, nos Jardins, área nobre da zona oeste de São Paulo, com outras placas semelhantes com o nome “alameda Carlos Marighella”.
O ato foi em homenagem ao guerrilheiro, assassinado pelos militares há exatos 42 anos, em uma emboscada orquestrada por Sérgio Fernando Paranhos Fleury.Delegado do Dops (Departamento de Ordem Política e Social) durante o regime militar (1964-85), o "Dr. Fleury" foi considerado uns dos principais torturadores da época.
Por volta de 10h de hoje, amigos, parentes, militantes dos direitos humanos e admiradores de Marighella, ex-líder da Aliança Libertadora Nacional (ALN), se reuniram no local para homenageá-lo. O grupo depositou flores na altura do número 800 da alameda, local exato onde Marighella teria sido fuzilado."
http://noticias.uol.com.br/politica/2011/11/04/ativi…ighella.jhtm
O mais inacreditável é que a reportagem chama eles de "ativistas", e não de vândalos; bem como chama o terrorista de "guerrilheiro". Jornalistas de merda.
Ativistas mudam nome da alameda Casa Branca, em SP, para homenagear Carlos Marighella
"Um grupo de cinco ativistas cobriu na madrugada desta sexta-feira (4) todas as placas de identificação da alameda Casa Branca, nos Jardins, área nobre da zona oeste de São Paulo, com outras placas semelhantes com o nome “alameda Carlos Marighella”.
O ato foi em homenagem ao guerrilheiro, assassinado pelos militares há exatos 42 anos, em uma emboscada orquestrada por Sérgio Fernando Paranhos Fleury.Delegado do Dops (Departamento de Ordem Política e Social) durante o regime militar (1964-85), o "Dr. Fleury" foi considerado uns dos principais torturadores da época.
Por volta de 10h de hoje, amigos, parentes, militantes dos direitos humanos e admiradores de Marighella, ex-líder da Aliança Libertadora Nacional (ALN), se reuniram no local para homenageá-lo. O grupo depositou flores na altura do número 800 da alameda, local exato onde Marighella teria sido fuzilado."
http://noticias.uol.com.br/politica/2011/11/04/ativi…ighella.jhtm
O mais inacreditável é que a reportagem chama eles de "ativistas", e não de vândalos; bem como chama o terrorista de "guerrilheiro". Jornalistas de merda.