"Faith of that sort—the sort that can stand up at least for a while in a confrontation with reason—is now plainly impossible. The early fathers of faith (they made very sure that there would be no mothers) were living in a time of abysmal ignorance and fear."
"One must state it plainly. Religion comes from the period of human prehistory where nobody—not even the mighty Democritus who concluded that all matter was made from atoms—had the smallest idea what was going on. It comes from the bawling and fearful infancy of our species, and is a babyish attempt to meet our inescapable demand for knowledge (as well as for comfort, reassurance, and other infantile needs). Today the least educated of my children knows much more"
"humanity began to grow up a little in the closing decades of the eighteenth century and the opening decades of the nineteenth."
Ao homem é dados viver e morrer uma vez, após isto o julgamento - Hebreus 9:27
Christopher Hitchens viveu a sua vida inteira negando e zombando do nome de Deus, ele fez sua escolha de ignorar Deus e a bíblia é bem clara:
Gálatas 6:7 - Não se enganem: De Deus não se zomba. Pois aquilo que uma pessoa plantar, é o que ela também vai colher.
Não tem segunda chance, depois que vc tiver que aparecer diante de Deus pra prestar contas de como vc viveu a sua vida não vai adiantar dizer mais nada, toda vez me lembro da história de Lázaro e do homem rico e o Hitchens escolheu o caminho errado e zombou de Deus e do povo que acredita em Deus.
Hitchens ficará conhecido entre os ateístas militantes como um intelectual autêntico. Nada mais falso. Era apenas alguém que por razões psicológicas, não intelectuais, odiava as religiões, ódio que atualmente qualifica qualquer um como "cientista", "filósofo" ou "historiador", bastando que fale mal da simples ideia de uma realidade transcendente.
Não era páreo para estudiosos como Dinesh D'Souza ou William Lane Craig, estes dois donos do estranhíssimo hábito de estudar seriamente um assunto antes de falar sobre ele. Comparado a William Lane Craig, Hitchens era uma ameba com anemia. Hitchens não era um estudioso das religiões e seu papel na formação das civilizações; nada sabia a respeito da base moral do ocidente ou das contribuições da Igreja para a ciência. Seu papel de "debatedor" limitava-se a chavões como "a religião envenena tudo", o que levou o movimento neo ateísta a admirar seu discurso raivoso.
O mundo intelectual não fica com um vazio com a morte de Hitchens, porque Hitchens não ocupava lugar algum no mundo intelectual.
Detalhe que certamente será aproveitado pela propaganda anti-tabagista: ele era fumante e morreu em decorrência das complicações de um câncer no esôfago.
The christian concept of heaven is not very attractive if you are not a christian.
While there are different interpretations, the common is that heaven is an eternal non-physical state of being together with God (the god of the Bible), perhaps even "absorbed" by this god.
The god of the Bible is racist, jaloux, blood-thirsty and opposed to critical thinking, and among other things calls for human sacrifice, genocide and killing babies. (Read the Bible if you dont believe me.)
Now, if you are christian you might think this is all justified and fair, but for an atheist, an eternity of being together with this being (without any possibility of rebellion or critical thinking) might seem more like a never ending nightmare.
Furthermore, it is generally agreed that there is no kind of physical pleasure in the heaven - no sex, no sunshine or rain, no books, no Johnny Walker Black Label. The only pleasure is being together with and eternally worshipping the aforementioned god. Who would in good conscience wish this for Hitchens?
O que responder neste caso? Só consegui mandar um "Fuck you"... (que me gerou vários "downvotes" pela comunidade...)
Mas essa visão está parcialmente correta. Devemos, portanto, elogiar.
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O Paraíso somente é atrativo para quem ama a Deus acima de todas as coisas.
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E o que tem de interessante lá? Ver Deus face a face, que é o que se chama visão beatífica. É poder contemplar algo da essêncial d´Aquele que É, e é, por consequência, causa de todo o bem possível e contingente que pudemos observar aqui na Terra.
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Quem se interessa somente por estes bens, ou melhor, somente por estes bens quando dispostos de forma desordenada, que não nos levam ao seu Princípio, morrerão com esta vontade desordenada.
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Portanto, não é Deus quem condena ninguém ao inferno. São as pessoas que se condenam a ele.
William Craig me parece o mais preparado debatedor da atualidade, quando o assunto é teísmo/ateísmo. Domina lógica, filosofia, história e teologia. Outro debatedor que admiro bastante é John Lennox, um dos mais competentes intelectuais em defesa do teísmo.
Já assisti a todos os debates do Dinesh D'Souza, inclusive vou começar a ler o livro dele. Dinesh é muito bom, mas considero William Craig muito superior.
Aliás, fico pensando na necessidade de debates entre teístas e ateus no Brasil. Do lado dos ateus, teríamos Daniel Fraga e Dráuzio Varella, pessoas comparáveis, digamos, a Platão ou Sócrates. Mas não fume num debate com Drauzio Varella, ele vai dizer que o ambiente está insalubre e vai sair fora.
Até onde sei, o processo de ressurreição acompanha o de morte física. Na medida em que as células vão falecendo, renascemos num corpo incorruptível, metafísico, para uma realidade além do tempo-espaço. Como deve ser isso? (...)
Independente disso, ele deixou descendentes culturais, que acham saber de algo e não posuem metodologia alguma. Lamentável. Apesar de querer dizer que ele já foi tarde, que Deus tenha piedade de alma dele, se é que vai ter.
Deus nunca caberá na nossa cabeça. Isso é o que constatam os cientistas que, revoltados com essa condição, se irritam contra a ideia de Deus e se tornam ateus. Com Hitchens e a maioria dos ateus é assim. Que Deus tenha misericórdia.
Dentre os apologetas da atualidade tenho por Craig predileção. McGrafth e Lennox são bons também, mas Craig tem lógica mais inteligente na minha opinião.
Quem acha o Craig top devia ler Edward Feser, eu fico embasbacado com o cara.. sério!
O melhor debate do Dinesh que vi foi com o Bart Erhman a um ano atrás.. eu nunca curti o Dinesh, mas naquele dia ele estava impossível..
Outra coisa é não se fiar em debates, debates demais emburrecem, quem vive de debater com gente burra nunca evolui, é o mesmo com neo-ateus... refutar um dawkins não é o mesmo que refutar hume dentre outros... ver um Hitchens humilhado pode ser bom pra acabar com o elitismo ateu pop, mas sequer risca num Austin Dacey por exemplo...
Não concordo com tudo no Craig (ex: molinismo), cara é bom? é, mas não é bom superestimá-lo...