"We spend some time formally learning Latin, for example, but we also say our table blessing in Latin and sing Latin hymns during prayers. Both older children sing in our parish treble choir: still more Latin, which is not a dead language to them but a living, singing one. The twelve-year-old is working her way through an English-grammar-and-composition text, but she is also, on her own, writing a play, which our local children’s theater will produce in the spring. The nine-year-old has his own subscription to National Geographic and fills us in at dinner on the events of the D-Day invasion or the habits of the basking shark. He practices handwriting, with which he struggles, by writing letters to friends in England, where we lived when he was small. Last November, the older children and a friend adopted a project for sending care packages to soldiers in Iraq; they wrote letters, knitted hats, made Christmas cards, and one Saturday went door-to-door around the neighborhood collecting funds to cover postage and to buy school supplies for the soldiers to hand out to Iraqi children. This undertaking by itself was something of a mini-curriculum, involving reading, handwriting, composition, art, math, community service, and even public relations. At their best, our days are saturated with what school merely strives to replicate: real, substantial, active, useful, and moral learning.
Most important for us in the ordering of our life is that our homeschooling day unfolds from habits of prayer. We begin the day with the rosary and a saint’s life; we say the Angelus at lunchtime; we do a lesson from the catechism or a reading in apologetics and say the evening office before bed. Our children have internalized this rhythm and, to my intense gratification, the older children marshal the younger children to prayers even when their father and I are absent. The day is shaped and organized by times of turning to God."
Filhos aprovadosdos Vestbular, pais condenados ...
Pais tiram os filhos de 13 e 14 anos da escola, ensinan em casa. Os meninos foram aprovados no ultimo vestibular de direito. O estado proibe os mesmos de ingressarem no curso, os pais são processados e condenados a pagar uma idenização e 12.000 reais ao estado. Entrevistado o pai diz os mesmos serem exemplo, representante do estado diz temer esse exemplo ser seguido. Dizem ser o unico caso no Brasil, obviamente que é mais deixa clara a situação no ensino no pais, esse casal teve a coragem pra fazer isso e de enfrentar o estado. Sabemos que se esse metodo fose regulamentado no Brasil muitos teriam condições de educar seus filhos fora da escola. Eu seria uma.
A doutrinação escolar pode ser considerado um problema menor se comparada com aquilo que é mais valorizado no sistema oficial de ensino -- sociabilização.
Não se trata de isolar as crianças de más influências, mas de colocar em dúvida o argumento que diz que escolas são "o" lugar em que as crianças aprendem a se sociabilizar ou, em outras palavras, a se tornarem cidadãs.
Na matéria do vídeo, o pai diz na entrevista mais ou menos isso. Escolas não são lugares de sociabilização, ainda se mantêm presas a um sistema arcaico e passivo. Além disso, há outros lugares em que isso pode acontecer melhor (o pai parece querer dizer "igreja", já que deixa transparecer a forte base religiosa do homeschooling que aplica aos filhos, mas cita outros exemplos).
As vantagens do homeschooling não estão apenas nos conteúdos e na absorção deles, mas também naquilo que tanto preocupa delegados de ensino -- sociabilidade e cidadania.
Cara vc falou tudo. Sempre ajudo minha filha nos estudos e tenho q fazer o trabalho em dobro. Primeiro explico o quer os professores querem saber dela e para ela ir bem futuramente no vestibular. Depois tenho q dizer: "Olha, tudo isso é bobagem. VC está sendo ensinada a ser uma maria-vai-com-as-outras". Depois tenho q fazer um paralelo entre o que lhe é ensinado na escola e a realidade. Ela se aborrece também em ter que fazer redações a respeito de tudo. Dar sua opinião, quando ainda não formou pela sua imaturidade. Coisas por exemplo sobre aborto ou uso de embriões humanos na medicina. Situação terrível tanto para ela como para mim. Se por um lado eu quero que ela faça Medicina (opção dela...) por outro tenho que cuidar do lado espiritual dela. É difícil ser pai ou filho nos dias atuais, com essa forma de ensino.
Essa questão seria resolvida facilmente se os pais tivessem o pátrio poder (direito natural) sobre os filhos. Se um pai acha viável mandar seu filho para a escola manda e ele obedece. Se quiser ensinar em casa, que faça. Se ele chegar a conclusão que o filho deve ser ensinado ganhar o pão com o suor do lombo desde cedo, que se respeite. Como todo os pais sabem o que é melhor para os filhos a decisão no geral vai ser a mais correta. Mas o que temos é o Estado todo poderoso controlando tudo.
Seria um bem para a nação se as crianças fossem educadas pelos pais, ao invés de babás e professores intoxicados de tudo o que é ruim. Só acho que tem que tomar cuidado para não exagerar, fazer a criança cair de uma tirania para outra. Tem muita gente que "pira", e acaba pirando as crianças também.
Educação estatal é crime, nada além disso.
E esse papo de que a escola é necessária para a "socialização" da criança é balela das grossas. Tem que coisa melhor do que um criança conviver com aquelas pessoas que a amam: seus avós, tios, primos, padrinhos etc? Não sei quanto a vocês, mas minha experiência de escola e colégio é a de um ambiente pesado, até certo ponto violento, grosseiro e hostil.
Acho que entendo o que os "pedagogos" querem dizer com "socialização": é perder a inocência e transformar-se, o quanto antes, num bruto.
A razão assiste a Fernando: bem consideradas as coisas, esta tal "socialização" que tanto se prega não vem a dar senão no embrutecimento das crianças, cuja educação escolar, feita distante do olhar paterno, redunda já em doutrinamento grosseiro, já em aleijamento moral. Como quer que seja, não admira que os esquerdistas, esses animais gregários, a louvem tanto, e a defendam, pois sabem que do contrário seriam tolhidos de uma oportunidade imensamente propícia de exercer sua tirania.
Isto não é o que mais me preocupa, contudo, mas o sentimento frustrante de que muitos pais há aí que estão pouco somando com a educação dos filhos... Para estes, pouco lhes importa o que as crianças vão fazer na escola.
...Isto não é o que mais me preocupa, contudo, mas o sentimento frustrante de que muitos pais há aí que estão pouco somando com a educação dos filhos...
Isso é verdade. E veja a explicação que um petista de carteirinha me deu sobre essa e outras questões: "O Estado só interfere quando as pessoas deixam de fazer o que tem que fazer...". Responder o que a esta afirmação?... O desgraçado não deixa de ter razão, enquanto as pessoas não tomarem atitudes o problema se agrava. Mas isso também não é estimulado na sociedade por nossos mandatários, antes pelo contrário. Daí fica parecendo que eles tem razão e a culpa é da sociedade. Tem maquiavelismo aí, isso é evidente. Enquanto isso deixamos nossos filhos absorver idéias que não concordamos.
Precisamente, ßëñðë®. Eu contudo vejo nível de gravidade mais elevado no problema, pois não poucas vezes tenho sido testemunha do desmazelo dos próprios pais na formação dos seus filhos, ainda dos mais ricos. É como se lhes fosse indiferente o conteúdo das aulas, a qualidade das escolas, ou os componentes básicos de uma educação clássica. Há nesse indiferentismo algo de frustrante, como se a cultura superior não fosse mais necessária à formação do jovem do que, digamos, enriquecer obtendo um bom emprego. Nisso sem dúvida vai muito daquela característica da sociedade brasileira já notada pelo Olavo, qual seja o desrespeito ao conhecimento.
Violência física e moral nas escolas contra as crianças é, desgraçadamente, uma experiência rotineira. Escola, salvo raríssimas exceções, é um verideiro martírio psicológico para as crianças.
Escola, salvo raríssimas exceções, é um verideiro martírio psicológico para as crianças.
Com efeito; e isto repercute também, é interessante notar, na maneira com que se dirige aos professores, tomados freqüentemente por carrascos aos quais é bem desrespeitar. Curiosamente, com a supremacia dos tolos, extringüiu-se também a representação do mestre como solene detentor do conhecimento.
Isso deve ser consenso entre os professores, embora não saibam o que dizem. Foram doutrinados a repetir palavras, sem a devida análise de seus significado ou se corresponde a verdadeira razão de existência de uma escola.
Os professores (mas não só eles) não são mais mestres, mas agentes "facilitadores" da "transformação social".
Escola não educa. Escola forma "agentes de transformação social". É o sonho gnóstico - sonho diabólico, diga-se - do mundo perfeito. Quer dizer, fora a violência contra as crianças, seu filho, na escola, ainda é "estuprado" intelectualmente por militantes ativistas, digo, por professores.
Quando às intrusões ideológicas na educação, o CPERS, sindicato dos professores aqui do Rio Grande, distribui camiseta aos seus membros com os seguintes dizeres:
"Sempre que o educador deixou de fazer política, escondido atrás da pseudoneutralidade da educação, estava fazendo, com sua omissão, a política do mais forte, a política da dominação"
Embaixo da citação, consta a assinatura do autor da pérola, um tal de Moacir Gadotti. São vários os mestres que usam a camiseta, e não é de duvidar que ponham fielmente em prática o que nela está escrito.
O homeschooling pode ser muito bom se for orientado por pais responsáveis e de bom senso, mas imaginem um homeschooling praticado por um pai guerrilheiro, fanático religioso ou , como ocorre no Brasil, exercido por movimentos sociais como mst (leia-se movimento de terrorismo social)....
Conversando tempos atrás com uma psicopedagoga (ela é do PT, com0 99% dos professores estaduais...) tive uma informação interressante; crainças com o problema de hiperativismo não podem sofrer preconceito. Isso na prática significa que elas podem frequentar as aulas juntamente com os alunos normais. As crianças hiperativas, dizem, tem a inteligência normal ou mesmo superior as outras, porém como não conseguem se concentrar em nada, mesmo por alguns minutos estão sempre agitadas e com isso, tirando a atenção dos demais alunos, agitam o ambiente e causam menos desempenho na média da turma.
Tenho pena dessas crianças, assim como tenho dos seus colegas. Mas parece ser meio absurdo obrigar a terem que conviver juntas. Deve ser sacrificante para para os alunos que querem prestar atenção nas aulas. O Estado e a burocracia manda a gente obedece. Até quando?
Não por acaso um dos pais da Nova Ordem Mundial é João Amós Comenius, um herege que ainda hoje é lembrado com honrarias pela ONU por suas grandes colaborações à ... didática !
É mesmo, Ritalin é prescrito para hipeativismo. Uma solução química duvidosa. Não acredito que seja um problema tão grave para medicar e, por outro lado, o hiperativismo é transitório e tende a sumir com o tempo. Esse caso que vc comentou é uma solução inteligente de um problema ao contrário de querer que a criança siga o comportamento das demais. O que se vê nas escolas são imposições supra paternais, via leis e regras que nem podemos discutir, quanto mais desobedecer. Quer matricular seu filho?... Exigem a carteira de vacinas, e por aí vai.
Kalil Gibran já dizia: "Vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma..." Não é bem assim, nossos filhos são de responsabilidade do Estado, que os controla desde o nascimento. Isso vem de longe, desde q época da Revolução Francesa já existiam intelectuais que defendiam a perda do pátrio poder sobre as crianças apartir dos 5 anos que passariam a viver e estudar em instituições governamentais.
Vem uma notícia interessante. Uma escola infantil está educando os alunos no sentido de compreenderem e respeitarem as regras de trânsito. Até aí nada demais, acontece que essas crianças que têem 5, 6 anos vão aprender para também, segundo a escola, fiscalizarem os pais, para ver se eles ajem certo no trânsito.
Isso me lembrou-me de imediato a revolução comunista cambojana, onde se tentou, a um custo de cerca de 1 700 000 vidas se implantar uma sociedade comunista agrária. Nada de cidades, todo mundo morando e trabalhando no campo. Mas vamos ao que eu queria dizer, no campo na hora de trabalhar os pais deixavam os filhos aos cuidados de agentes do Khmer Vermelho, que doutrinavam as crianças com ideologia marxista e isso não era tudo, também treinavam as crianças a vigiarem os pais e adultos e depois contarem a eles o que se dizia ou fazia nos acampamentos. A coisa chegou a um ponto que a simples presença de uma criança, mesmo filho, assustava os adultos pelo perigo que elas representavam.
As escolas brasileiras parecem que também querem usar os filhos contra os pais desde a tenra idade.
Taí uma coisa que nós podíamos fazer: exigir dos candidatos à presidência nas próximas eleições o compromisso de absoluta e total liberdade para o homeschooling, através da reforma do ECA. Acho que é algo factível e realizável.
O link abaixo indica uma série de livros que mostram os tremendos malefícios da "educação" estatal, demonstrando, inclsuive, que a mesma não passa de um grande esforço pavloviano de alteração comportamental e doutrinação das crianças e jovens.
Separating School & State: How to Liberate America's Families (Sheldon Richman)
"Sheldon Richman presents us with a fascinating story here. Why were public schools first founded? Because people were illiterate? No. Records from colonial times show that literacy rates were higher than they are now in some places. There were all kinds of instructors, schools, schoolmasters, tutors, and self-taught leaders like Benjamin Franklin, and Alexander Hamilton, at the time of the American Revolution. There was tremendous resistance, well into the 20th century against government-owned, operated, and controlled "free schools." And no wonder. We now have an established school system that manifests all the problems the Founders saw inherent in an established church. The arguments the promoters gave are presented here, and some of then are pretty scary. The goals of the public school founders had more to do with the state's interests, than children's or family's interests. The idea was to indoctrinate children with the morality preferred by "politically correct" officials of the time. Compulsory laws came in when labor unions wanted to keep kids from competing for jobs. The opponents give their side here, too. Like a lot of people, I did not know much about the history of public schools before I started reading books like this one. I have come to agree with this author. This is an excellent argument for freedom of education, and giving control back to families and parents".