Como marinheiro de primeira viagem, meu filho vai nascer em março de 2012. Passada a euforia inicial, fui atingido por um sentimento de medo e angústia. Vivemos num país escroto, sem segurança e educação. Por outro lado, não possuo experiência em homeschooling (é claro), e somente agora que conheci o Olavo estou abrindo a mente para muitas coisas que ignorava, pois eu era mais um imbecilzinho brasileiro, acreditando em tudo que é merda que nos apresentam. Ouvi num TO que o Olavo educou muito bem seus filhos sem interferir muito nas vidas deles, dando aos mesmos uma sensação de segurança e proteção. Peço a ajuda de vcs, compartilhem suas experiências e qualquer conselho ou orientação serão aceitos com sincera gratidão.
Aos papais e mamães da Comu
Não sou mãe ainda, mas isso pode te ajudar:
http://www.blogtalkradio.com/marianadisca/2011/12/21…--programa-1
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Não posso falar como pai, mas como alguém que acabou de deixar de estudar. Te garanto que aprendi TUDO que não presta nas diversas escolas que estudei a vida inteira -- todas particulares --, e te garanto que quando, se Deus quiser, tiver meus filhos, não sou nem maluco de por eles nessas máquinas de lavagem cerebral disfarçadas.
Também posso te garantir que hoje em dia não se aprende nadica de nada nas escolas, tudo que aprendi lá foi decorado e sem nenhum fundamento lógico -- isso em todas as que eu estudei, que diga-se de passagem foram 6 --, tudo que sei hoje devo a mim mesmo somento, e à internet um pouquinho. Além dos livros :p
Se dependesse dos professores seria apenas mais um esquerdista louco e maconheiro.
Se minha opinião vale alguma coisa, dê uma educação diferenciada ao seu filho: Ensine-o você línguas, história, ciências naturais, matemática -- não é tão urgente quanto as demais na minha opinião --, ect. Não faça ele ficar apavorado e enlouquecido com essa história de vestibular. Tudo que ele exige pode ser adquirido em pouco tempo de estudos -- de decoreba na verdade -- .
Também posso te garantir que hoje em dia não se aprende nadica de nada nas escolas, tudo que aprendi lá foi decorado e sem nenhum fundamento lógico -- isso em todas as que eu estudei, que diga-se de passagem foram 6 --, tudo que sei hoje devo a mim mesmo somento, e à internet um pouquinho. Além dos livros :p
Se dependesse dos professores seria apenas mais um esquerdista louco e maconheiro.
Se minha opinião vale alguma coisa, dê uma educação diferenciada ao seu filho: Ensine-o você línguas, história, ciências naturais, matemática -- não é tão urgente quanto as demais na minha opinião --, ect. Não faça ele ficar apavorado e enlouquecido com essa história de vestibular. Tudo que ele exige pode ser adquirido em pouco tempo de estudos -- de decoreba na verdade -- .
Ensine o Xadrez, Judô, Kubick (Cubo Mágico), coloque-no no Kumon, pra estudar música, etc.
Tenha uma educação "por fora".
E o ensine desde cedo a evitar má influencias e não se guiar pela opinião alheia.
Tenha uma educação "por fora".
E o ensine desde cedo a evitar má influencias e não se guiar pela opinião alheia.
Não tive filhos, mas acho que o conselho do Olavo, que teve oito, é muito importante:
Quem estudar brevemente a história do século XX verá que todos os movimentos destrutivos, todos os movimentos responsáveis por massacre de mi1hões de pessoas, todos eles, foram sempre encabeçados por jovens, e que a militância a serviço desses movimentos foi sempre de jovens. Isso será porque o jovem tem espirito de justiça? Somem o número dos mortos; cem milhões do comunismo, mais vinte mi1hões do fascismo e assim par diante, sem contar a maravilhosa militância de 1968 — Woodstock — em favor da disseminação das drogas, que transformou o mundo num feudo dos traficantes. Quantas pessoas as drogas mataram e a quem incumbe a culpa disso? A culpa inteira cabe a estes jovens, cujos pais covardemente continuam a lisonjeá-los, dizendo: "Vocês têm o espirito da justiça", "Vocês têm o espirito da verdade", "Vocês são melhores que nós". Nunca se deve dizer isso a um filho, nunca, nunca, nunca. Um século de lisonja à juventude deu em duzentos mi1hões de mortos. Será que não está na hora de parar com isso? Será que não está na hora de os adultos aprenderem que os jovens não devem ser lisonjeados e sim educados, mesmo que isto os contrarie? Muito bem, eu tive um monte de filhos, tenho oito filhos, nunca os maltratei, nunca os humilhei, mas também nunca os lisonjeei. Eu disse apenas o que um pai deve dizer a um filho: "Eu te amo, meu filho", "Saia de cima do muro que você vai cair", "Pare de maltratar o seu irmãozinho", e todas essas coisas de pai. Mas nunca disse: "Você é a encarnação do espírito de justiça", "Você é a consciência moral do seu pai", e nenhuma dessas coisas covardes que corrompem a alma da juventude. Podemos expressar bons sentimentos pelos nossos filhos sem lhes inocular a mais destrutiva das ilusões.Mas a nossa geração recebeu doses imensas, doses cavalares desta lisonja. E, assim lisonjeados, acreditamos que bastava nos dar armas e que o resto nós faríamos: construiríamos um mundo melhor.
Quem estudar brevemente a história do século XX verá que todos os movimentos destrutivos, todos os movimentos responsáveis por massacre de mi1hões de pessoas, todos eles, foram sempre encabeçados por jovens, e que a militância a serviço desses movimentos foi sempre de jovens. Isso será porque o jovem tem espirito de justiça? Somem o número dos mortos; cem milhões do comunismo, mais vinte mi1hões do fascismo e assim par diante, sem contar a maravilhosa militância de 1968 — Woodstock — em favor da disseminação das drogas, que transformou o mundo num feudo dos traficantes. Quantas pessoas as drogas mataram e a quem incumbe a culpa disso? A culpa inteira cabe a estes jovens, cujos pais covardemente continuam a lisonjeá-los, dizendo: "Vocês têm o espirito da justiça", "Vocês têm o espirito da verdade", "Vocês são melhores que nós". Nunca se deve dizer isso a um filho, nunca, nunca, nunca. Um século de lisonja à juventude deu em duzentos mi1hões de mortos. Será que não está na hora de parar com isso? Será que não está na hora de os adultos aprenderem que os jovens não devem ser lisonjeados e sim educados, mesmo que isto os contrarie? Muito bem, eu tive um monte de filhos, tenho oito filhos, nunca os maltratei, nunca os humilhei, mas também nunca os lisonjeei. Eu disse apenas o que um pai deve dizer a um filho: "Eu te amo, meu filho", "Saia de cima do muro que você vai cair", "Pare de maltratar o seu irmãozinho", e todas essas coisas de pai. Mas nunca disse: "Você é a encarnação do espírito de justiça", "Você é a consciência moral do seu pai", e nenhuma dessas coisas covardes que corrompem a alma da juventude. Podemos expressar bons sentimentos pelos nossos filhos sem lhes inocular a mais destrutiva das ilusões.Mas a nossa geração recebeu doses imensas, doses cavalares desta lisonja. E, assim lisonjeados, acreditamos que bastava nos dar armas e que o resto nós faríamos: construiríamos um mundo melhor.
Nao deixe para ninguem a educaçao de seus filhos.
As escolas nao servem para educar as crianças.
Quem educa sao os pais.
Ame-os e eduque-os ,voce mesmo.
Bjs
As escolas nao servem para educar as crianças.
Quem educa sao os pais.
Ame-os e eduque-os ,voce mesmo.
Bjs
Nao deixe para ninguem a educaçao de seus filhos.(2).