O futebol americano do Brasil viveu no último mês de dezembro uma tarde de sonho para os jogadores do Coritiba Crocodiles e do Fluminense Imperadores, que disputaram em pleno Couto Pereira o Brasil Bowl II, a segunda edição da final da Liga Brasileira de Futebol Americano (LBFA). A decisão – vencida pelo time carioca por 14 a 7 – recebeu pouco mais de sete mil torcedores em uma tradicional arena do futebol brasileiro, recorde que encheu de orgulho os jogadores do primo americano da bola oval.
Quando eu subi para o campo eu disse para eles que estava me sentindo nos Estados Unidos. O campo é bom, a torcida veio... eles têm que seguir nesse caminho. O esporte, que começou na praia há uns dez, quinze anos, está na direção certa, com muitos times, cada vez mais adeptos e simpatizantes no Brasil – disse antes da disputa o americano Lorenzo Breland, jogador e técnico de defesa do Fluminense Imperadores.
Números modestos, é verdade, mas que animam os jogadores quanto ao futuro do esporte no país do futebol.
- Ainda estamos engatinhando nesse desporto, mas acredito que com o tempo, com apoio, a gente chegue lá. Estamos no caminho certo, mas, atualmente, no Brasil, a gente gasta para jogar. Fazemos isso pelo amor ao esporte,mas isso está mudando – destacou o professor de educação física Adan Rodriguez, do Coritiba Crocodiles
http://globoesporte.globo.com/programas/esporte-espe…-clubes.html
Quando eu subi para o campo eu disse para eles que estava me sentindo nos Estados Unidos. O campo é bom, a torcida veio... eles têm que seguir nesse caminho. O esporte, que começou na praia há uns dez, quinze anos, está na direção certa, com muitos times, cada vez mais adeptos e simpatizantes no Brasil – disse antes da disputa o americano Lorenzo Breland, jogador e técnico de defesa do Fluminense Imperadores.
Números modestos, é verdade, mas que animam os jogadores quanto ao futuro do esporte no país do futebol.
- Ainda estamos engatinhando nesse desporto, mas acredito que com o tempo, com apoio, a gente chegue lá. Estamos no caminho certo, mas, atualmente, no Brasil, a gente gasta para jogar. Fazemos isso pelo amor ao esporte,mas isso está mudando – destacou o professor de educação física Adan Rodriguez, do Coritiba Crocodiles
http://globoesporte.globo.com/programas/esporte-espe…-clubes.html