São os novos tempos...
Centenas de escolas públicas em pelo menos 11 Estados do Brasil não seguem os preceitos do caráter laico do Estado e impõem o ensino religioso, alerta a Organização das Nações Unidas
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,onu-crit…724971,0.htm
Não queria usar esse palavreado, mas entre o que a ONU diz e um montinho de bosta eu escolho o segundo.
Manda a ONU tomar naquele orifício fedorento.
E eu critico a imposição da ONU.
Interessante é o "alerta a ONU". Nossa, que perigo é o ensino religioso
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http://conexaoconservadora.blogspot.com/2011/11/cone…l-nagib.html
ensinar religião nao pode mas homossexualismo, aborto e feminismo pode né onu?
Em certa medida eu concordo com a ONU, por motivos diferentes. Deixar matéria religiosa à mercê dos caprichos estatais? Nunca!
Quem deve cuidar do ensino religioso, são as igrejas. A Igreja Católica, por exemplo, já possui os seus cursos de catecismo, e neles já instrui muito mal seus fiéis. Imaginem o Estado então...
De todo modo, se eu fosse presidente do Brasil, a minha primeira medida seria retirar o país da ONU. Ô entidade filha-da-puta!
Quero ver quando alguém do governo brasileiro vai criticar a imposição de uma recomendação da ONU quanto à política interna. Isso ninguém faz, né? Aí quando aparece a tal ONU, com aquela áurea de santidade cagando regra no Brasil, fica todo mundo quietinho.
Em primeiro lugar, na prática é impossível o tal ensino religioso facultativo. As escolas não têm estrutura para isso. Também não há professores para isso, nem formação apropriada. E mesmo que tivesse, como vão evitar o tal "ensino religioso" como se fosse de um credo ou uma catequese?
O que a ONU quer é tirar as religiões do espaço público porque elas são o maior obstáculo para as políticas da própria ONU. Nunca políticas de controle populacional, meio-ambiente, família, etc, vai passar de forma incólume num país com população religiosa.
A LDB proibe o proselitismo (o que, no meu entender, está correto), mas o acordo do Brasil com o Vaticano prevê ensino da religião católica e, por tabela, em função do princípio de isonomia estatal em relação a todas as crenças, também prevê ensino das demais religiões.
A Lei Geral das Religiões só reforça isso ainda mais.
Os professores têm de conhecer os fundamentos das religiões e suas manifestações concretas para saber com o que estão lidando e fazerem os alunos entenderem isso. É um desafio!!
Mas o que querem é o ensino plural, não-confessional, inter-religioso, em suma, uma salada inter-religiosa que, no final das contas, vai acabar num ensino totalmente estéril, com a linguagem típica da modernidade, onde o professor não sabe direito o que está dando e os alunos não entendem porra nenhuma achando tudo um verdadeiro saco. Na tentativa de se equilibrar nisso, o professor acaba "dando" religião e sai todo mundo de saco cheio.