-> SE é necessário ter ambos os pais (2) cidadãos americanos, como faríamos se um presidente fosse filho de mãe solteira? Isso significa que você precisaria de teste de DNA para descobrir quem é o seu pai (Para saber se o aspirante ao cargo é filho de dois citizens) 100 anos antes da existência do mesmo, quando essa decisão sobre "natural born citizen" foi tomada.
Ou seja:
Basta ser filho de um cidadão americano. A decisão foi tomada ainda no século 19, antes de qualquer teste para indicar parentesco.
Há um sério problema cerebral em quem "não acha nada" no fato de um personagem sem passado e de nacionalidade obviamente estrangeira ser "montado" de forma a se tornar palatável para concorrer - e eventualmente levar - o cargo de presidente de um país. E a orangada é tão lesa, mas TÃO LESA, que eu não duvido que se, no Brasil, a petralhada pegar um macaco e lascar como "candidato petista" o bicho será eleito no primeiro turno - com o "apoio de Luifináfio", é claro.
PS: Nem precisa ser um macaco. Um jegue serve.
PS do PS: Nem precisa ser um jegue. Um personagem de video-game serve.
melhor seria dizer que natural born citizen é aquele que tem 100% dos pais cidadãos americanos.
Se por acaso o sujeito tem somente a mãe, ele é natural born citizen porque o pai é legalmente inexistente, portanto o sujeito é filho apenas de cidadão americano.
"His argument is that the Founders clearly considered a “natural born
citizen,” as the Constitution requires of a president, to be the
offspring of two citizen parents. Since Obama himself has written in his
books that his father, Barack Obama Sr., was a Kenyan, and thus subject
to the jurisdiction of the United Kingdom, Irion argues that Obama is
disqualified under any circumstances."
. http://www.wnd.com/2012/01/obama-argues-against-appe…ity-hearing/
Se não há como provar que o pai é cidadão americano, no caso de uma mãe solteira, a justiça terá que presumir que era. Na dúvida o juiz ou a lei tem que beneficiar o réu, nesse caso [de elegibilidade], seria a mesma coisa.
Eu vou mais longe, até no caso um filho adotivo, beneficiado pela lei de sigilo de adoção, seria a mesma coisa.
Penso que, suscitada a dúvida no caso de elegibilidade não. No caso de dúvida o sujeito é inelegível.
Se for utilizado como critédio a decisão de 1873 da Suprema Corte, que utiliza a expressão "parents who were its citizens", e uma vez que cabe ao candidato provar que preenche todos os requisitos constitucionais, e não ao Estado provar que ele não o faz, uma vez que o sujeito não pode suprir todas as exigências ele é inelegível.
Mas no caso dele, independente do que se diga, realmente não se aplica.
...cabe ao candidato provar que preenche todos os requisitos constitucionais
Me parece que a um rigor um tanto exagerado nessa decisão, no caso de uma impossibilidade real do candidato provar que é filho de pais americanos ou pelo menos de um deles, mas se assim foi decidido, que seja.
Essa decisão implica que filhos de mães solteiras e filhos de pais [americanos] adotivos não podem ser candidatos a presidência dos EUA. Mas me ocorreu também que filhos adotivos de pais americanos estão FORMALMENTE aptos, ou não?
Depende. Se não houver a mais remota informação a respeito do pai e se for contestada judicialmente, eu penso que sim, dado que ele não poderá suprir os requisitos da Suprema Corte.
Tudo bem, Lucas. Mas o impedimento nasceu com a promulgação da Constituição. Até aquela data os meros cidadãos eram elegiveis.
A questão do Obama é grave porque o sujeito não só, pela Constituição e pelos precedentes, é inelegível, como tem todo um passado de mentiras. Nem o Social Security dele é verdadeiro.
Outro problema é que ele tem se negado a cumprir exigências dos tribunais. Certo ou errado, é uma exigência constitucional e ele deve cumpri-la.
Porque para ser governador da Califórnia não é preciso ser um
natural-born-citizen, basta ser cidadão americano, inclusive
naturalizado.
E vamos parar de desviar o debate para coisas
sem sentido. O fato é que está na Constituição americana que um
requerimento legal para ser presidente dos Estados Unidos é ser
natural-born-citizen e ponto final.
Quem não gosta disso, que procure mudar a letra da Constituição.
E,
sobre a justiça e conveniência desta regra, lembro-vos de que mesmo
aqui no Brasil a Constituição determina que certos cargos públicos são
privativos de cidadãos brasileiros natos, não importando o quanto um
estrengeiro naturalizado tenha prestado de serviços ao nosso país. Regra
é regra e precisa ser respeitada.
Todos os ex-presidentes americanos tiveram um antepassado que imigrou para os EUA, e provavelmente conheceu uma mulher já naturalizada.
Qual o problema da pessoa ser filha de um americano e uma estrangeira e concorrer à presidência?
que todo mundo nos EUA é descendente de imigrantes é óbvio... só que para o cara ser presidente, eu acho muito oportuna, e justa, essa regra de que o cara precisa ser filhos de pelo menos pais naturalizados... porque senão viraria uma bagunça mesmo, já que os EUA sempre recebeu estrangeiro e imigrante a rodo... e é uma questão de segurança nacional