Nessa madrugada, no "Programa do Jô", foram dedicados 2 blocos de entrevistas com o Senador/Bispo Marcelo Crivella, da Igreja Universal.
Antes de prosseguir, um detalhe: o bispo Edir Macedo é tio do Crivella (a irmã do Macedo é mãe do Crivella). E o RR Soares é casado com outra irmã do Edir Macedo.
O tema foi a proposta do senador de estender, dentre os beneficiários da Lei ROUANET de incentivo à cultura, os templos religiosos.
Crivella disse que a lei prevê doação de recursos em espécie para museus, bibliotecas, arquivos e entidades culturais. E o senador incluiu os templos religiosos.
Disse que a crença faz parte da nossa cultura.
Crivella salientou que pensou nos "templos históricos" e deu como exemplo várias igrejas católicas dos séculos XVII e XVIII, e que tenham sido tombadas pelo patrimônio público.
As igrejas neo-pentecostais, incluindo a Igreja Universal, estariam fora desse espectro. Porém, algumas igrejas evangélicas, tais como a Batista e a Presbiteriana, poderiam ser incluídas, caso atendessem essas nuances.
Um tanto quanto estranho é Crivella haver dito que havia pensado nas igrejas católicas ao propor essa emenda na lei.
Mas, como ele mesmo disse, a lei prevê também as entidades culturais e que a crença faz parte de nossa cultura.
Nesses termos, esses "templos históricos" também estão, por extensão, contemplados.
Que súbito interesse do senador. Pra que abrir uma brecha dessa na lei, ainda mais sabendo que a igreja católica é a que mais detém edifícios históricos ?
É, no mínimo, estranho.
Antes de prosseguir, um detalhe: o bispo Edir Macedo é tio do Crivella (a irmã do Macedo é mãe do Crivella). E o RR Soares é casado com outra irmã do Edir Macedo.
O tema foi a proposta do senador de estender, dentre os beneficiários da Lei ROUANET de incentivo à cultura, os templos religiosos.
Crivella disse que a lei prevê doação de recursos em espécie para museus, bibliotecas, arquivos e entidades culturais. E o senador incluiu os templos religiosos.
Disse que a crença faz parte da nossa cultura.
Crivella salientou que pensou nos "templos históricos" e deu como exemplo várias igrejas católicas dos séculos XVII e XVIII, e que tenham sido tombadas pelo patrimônio público.
As igrejas neo-pentecostais, incluindo a Igreja Universal, estariam fora desse espectro. Porém, algumas igrejas evangélicas, tais como a Batista e a Presbiteriana, poderiam ser incluídas, caso atendessem essas nuances.
Um tanto quanto estranho é Crivella haver dito que havia pensado nas igrejas católicas ao propor essa emenda na lei.
Mas, como ele mesmo disse, a lei prevê também as entidades culturais e que a crença faz parte de nossa cultura.
Nesses termos, esses "templos históricos" também estão, por extensão, contemplados.
Que súbito interesse do senador. Pra que abrir uma brecha dessa na lei, ainda mais sabendo que a igreja católica é a que mais detém edifícios históricos ?
É, no mínimo, estranho.