N. do T.: nesta próxima quinta-feira, dia 2, convidamos a todos os moradores da cidade de São Paulo e adjacências a comparecer ao debate que será realizado na FECOMERCIO sobre o fim do Banco Central americano (o Federal Reserve). Entre os debatedores, http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1181 (Mestre e Doutor em Economia pela George Mason University e professor da St. Lawrence University, em Canton, NY), Paulo Rabello de Castro (Presidente do Conselho Superior de Economia da FECOMERCIO) e o presidente do IMB, http://www.mises.org.br/SearchByAuthor.aspx?id=134&type=articles.
Convidamos a todos os moradores de São Paulo
QUARTA-FEIRA, 1 DE FEVEREIRO DE 2012
The End of Central Banks (as we know them...) - coloquio em SP, 2/02
Paulistanos, paulistas, passantes e turistas econômicos: sortudos ocasionais...
Mas esse debate deveria se estender a todos os quadrantes, latitudes, escolas econômicas.
As pessoas não se dão conta de como os problemas econômicos são afetados pela existência de um banco central monopolista, que decide punir os poupadores -- colocando a taxa de juros de juros em 0,25% por exemplo -- e premiar os credores, devedores e outros relapsos...
Paulo Roberto de Almeida é Doutor em Ciências Sociais.
Os iluminados atrás das cortinas
Mas esse debate deveria se estender a todos os quadrantes, latitudes, escolas econômicas.
As pessoas não se dão conta de como os problemas econômicos são afetados pela existência de um banco central monopolista, que decide punir os poupadores -- colocando a taxa de juros de juros em 0,25% por exemplo -- e premiar os credores, devedores e outros relapsos...
Paulo Roberto de Almeida é Doutor em Ciências Sociais.
Os iluminados atrás das cortinas
Evento debateu o fim do Banco Central norte-americano
A ideia de acabar com o Federal Reserve, o Banco Central norte-americano, defendida pelo congressista e candidato republicano Ron Paul, esteve em debate dia 2 de fevereiro de 2012 na sede da FecomercioSP. O encontro foi promovido pelo Conselho Superior de Economia e reuniu estudiosos, economistas e representantes do setor bancário. Confira os destaques.
SÃO PAULO - Steven Horwitz, economista americano da escola austríaca, defende a abolição dos bancos centrais. Leia entrevista.
Por que o Federal Reserve não deveria existir?
Bancos centrais causam muitos problemas. Eles fazem com que fique mais fácil, para um governo, manter grandes déficits nas contas públicas, porque permitem ao Estado criar dinheiro extra. Um sistema competitivo sem um banco central funcionaria melhor porque produziria a quantidade correta de dinheiro, da mesma forma como os mercados são melhores do que um planejamento central para produzir a quantidade correta de sapatos ou alimentos.
Se o Fed não existisse em 2008, quem socorreria o mercado financeiro?
Se não tivéssemos o Federal Reserve em 2001, nós não teríamos que nos preocupar com 2008. Se tivéssemos deixado o mercado imobiliário se equilibrar por si próprio em 2006 e 2007, nós certamente já teríamos saído desta recessão. Em vez disso, o Fed causou todo tipo de problemas adicionais porque interrompeu o processo de ajuste que precisava necessariamente ocorrer.
Nós temos exemplos de que, quando não se tem um banco central, bancos saudáveis podem oferecer empréstimos para bancos problemáticos. No pânico de 1907, antes de o Fed existir, o banqueiro JP Morgan ajudou [outros bancos] emprestando sua fortuna pessoal. Bancos têm interesse em salvar uns aos outros. Mas, independentemente disso, não há nada de errado em um banco falir. Bancos que não trabalham direito têm que ir à falência. Se eles têm a expectativa de que alguém os socorrerá, eles não trabalham direito.
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