“Rodopiou” mesmo! A esquerdosa quis fazer “auê” com uma matéria vencida, de 2010, que ela só tomou conhecimento agora, em fevereiro de 2012. Isto é que é chegar depois da festa. rsrs
Mas já que estão preocupados com a inteligência, por que não partir logo pra ressonância magnética dos cérebros?
Este estudo realizado por um grupo de neurocientistas da University College de Londres é bem mais fresquinho, é de 2011, e foi publicado na Current Biology:
as pessoas com diferentes pontos de vista políticos têm estruturas cerebrais diferentes.
Os cientistas verificaram que os liberais têm um ACC (córtex cingulado anterior) maior, enquanto que os conservadores têm uma amígdala maior.
O ACC tem uma variedade de funções no cérebro, dentre elas as cognitivas, como o controle de conflitos, lidar melhor com informações contraditórias, ter pensamentos mais flexíveis, etc...“ Os liberais, no entanto, tendem a imprevisibilidade. Eles não se importam com a mudança, na verdade, eles preferem-na. Eles procuram-na. Eles escolhem a "mudança" sobre a "estabilidade" apenas porque eles tendem mais às novidades. O fato de que eles têm uma ACC mais proeminente os ajuda melhor com situações de mudança radical”...
Já a AMÍGDALA é parte do sistema límbico, a área do cérebro associada às emoções. Ela é importante na formação de memórias emocionais e de aprendizagem. Pessoas com amígdalas maiores têm reações mais fortes....”os conservadores são mais inflexíveis (preferem a estabilidade), conectam-se intimamente com suas ideias, tornando suas crenças uma parte crucial de sua identidade. Isso se encaixa com os "valores familiares", e também por isso que vemos pessoas mais religiosas que se identificam como conservadores”....
Só lembrando: o estudo encontrou uma correlação entre o aumento do volume da amígdala direita e a tendência a se identificar com o partido conservador.
E por aí vai. A matéria é bastante completa:
http://ieet.org/index.php/IEET/more/kuszewski20111007%0A%20Obs: conclusão dos pesquisadores: “Embora nossos dados não determinem se estas regiões desempenham um papel na formação das atitudes políticas, eles convergem com trabalhos anteriores que sugerem uma possível ligação entre a estrutura do cérebro e os mecanismos psicológicos que medeiam atitudes políticas.