Só lembrando: a Unicamp é aquela do "centro de estudos marxistas", pago com dinheiro "burguês" não para fazer uma análise limpa e cientifica do engodo chamado marxismo, mas sim para panfletea-lo como uma maravilha moderna e empulha-lo na sociedade goela abaixo.
E a Unicamp ...
Qual sua avaliação da qualidade atual de nossas universidades?
César Lattes: Bem, a USP hoje em dia para mim está fossilizada. Deitou na fama e acomodou-se. Não há criatividade lá, como houve no passado. O caso da Unicamp não é muito diferente. Hoje em dia, valorizam-se mais os títulos e cargos do que a pesquisa pura nas universidades. Há papéis e computadores demais e reflexão e criatividade de menos. Outro problema, principalmente no caso da Unicamp, que conheço mais, é o inchaço do corpo burocrático, que consome a maior parte das verbas destinadas à universidade.
Qual problema o senhor vê com os computadores?
César Lattes: O computador trouxe uma certa preguiça intelectual para alguns cientistas. Pensa-se menos hoje em dia. Eu chegaria a dizer que alguns cientistas nem sequer pensam. Ficam dependentes do computador e deixam de lado a criatividade.
César Lattes: Bem, a USP hoje em dia para mim está fossilizada. Deitou na fama e acomodou-se. Não há criatividade lá, como houve no passado. O caso da Unicamp não é muito diferente. Hoje em dia, valorizam-se mais os títulos e cargos do que a pesquisa pura nas universidades. Há papéis e computadores demais e reflexão e criatividade de menos. Outro problema, principalmente no caso da Unicamp, que conheço mais, é o inchaço do corpo burocrático, que consome a maior parte das verbas destinadas à universidade.
Qual problema o senhor vê com os computadores?
César Lattes: O computador trouxe uma certa preguiça intelectual para alguns cientistas. Pensa-se menos hoje em dia. Eu chegaria a dizer que alguns cientistas nem sequer pensam. Ficam dependentes do computador e deixam de lado a criatividade.
Que fim de feira ein? É essa ai é a "elite intelectual" que vai mudar o Brasil para sempre?
Na USP, quem manda é um sindicato; escritório do MST na área de moradia
05 de maio de 2007
Por Reinaldo Azevedo (*)
Recebi o comentário de um aluno da USP e morador do Crusp, a área residencial dos estudantes. Vou omitir o nome dele. Parece-me o mais prudente. Eis aí:
Meu nome é (...) e devo ser o único aluno da abominável FFLCH e morador do famigerado CRUSP que lê regularmente seu blog e concorda com quase tudo o que você diz.
Hoje pela manhã, acordei com uma garota berrando pelo corredor do condomínio com um megafone, conclamando os moradores a se levantar logo para "ocupar" (sic) a reitoria. Era uma das marionetes do PSTU que moram aqui e se fingem de alunas de algum dos cursos de humanidades: letras, história e similares.
Meu comentário é o seguinte: não há qualquer razão para ficar surpreso com o que houve de ontem para hoje aqui na USP. Não há surpresa dado que:
1- O sindicato dos funcionários da universidade, o Sintusp, que, na prática manda e desmanda na instituição, é uma organização de extrema esquerda que, ainda no ano passado, promoveu um seminário para pedir o fim do estado de Israel;
2- A universidade criou, há dois anos, na faculdade de Educação (?), um curso específico para formação de quadros do MST, batizado pomposamente de Pedagogia da Terra;
3- O próprio MST possui um escritório (sim, senhor, um escritório) nas dependências do bloco F do condomínio, que lhe foi generosamente cedido pelo lobby do PSTU que integra a coordenação dos moradores do CRUSP;
A USP consome dos cofres públicos estaduais mais de R$ 1 bilhão por ano. Essa dinheirama toda ainda não rendeu nenhum prêmio Nobel que seja, mas, no que se refere à idéia de implantar o socialismo no país, os impostos recolhidos da sociedade burguesa têm sido muito frutíferos e prometem ainda mais para o futuro, como se vê. Felicidades.
05 de maio de 2007
Por Reinaldo Azevedo (*)
Recebi o comentário de um aluno da USP e morador do Crusp, a área residencial dos estudantes. Vou omitir o nome dele. Parece-me o mais prudente. Eis aí:
Meu nome é (...) e devo ser o único aluno da abominável FFLCH e morador do famigerado CRUSP que lê regularmente seu blog e concorda com quase tudo o que você diz.
Hoje pela manhã, acordei com uma garota berrando pelo corredor do condomínio com um megafone, conclamando os moradores a se levantar logo para "ocupar" (sic) a reitoria. Era uma das marionetes do PSTU que moram aqui e se fingem de alunas de algum dos cursos de humanidades: letras, história e similares.
Meu comentário é o seguinte: não há qualquer razão para ficar surpreso com o que houve de ontem para hoje aqui na USP. Não há surpresa dado que:
1- O sindicato dos funcionários da universidade, o Sintusp, que, na prática manda e desmanda na instituição, é uma organização de extrema esquerda que, ainda no ano passado, promoveu um seminário para pedir o fim do estado de Israel;
2- A universidade criou, há dois anos, na faculdade de Educação (?), um curso específico para formação de quadros do MST, batizado pomposamente de Pedagogia da Terra;
3- O próprio MST possui um escritório (sim, senhor, um escritório) nas dependências do bloco F do condomínio, que lhe foi generosamente cedido pelo lobby do PSTU que integra a coordenação dos moradores do CRUSP;
A USP consome dos cofres públicos estaduais mais de R$ 1 bilhão por ano. Essa dinheirama toda ainda não rendeu nenhum prêmio Nobel que seja, mas, no que se refere à idéia de implantar o socialismo no país, os impostos recolhidos da sociedade burguesa têm sido muito frutíferos e prometem ainda mais para o futuro, como se vê. Felicidades.
1 bilhão para a USP. E os caras ainda reclamam de verbas ...
É o que eu venho falando há tempos. As pessoas não acreditam.
E essa gente ainda tem o cinismo de falar que "só a educação salva". Que educação salva? Essa ai?
http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option…217&Itemid=1Além de terem arrombado portas, danificado móveis e depredado salas da Reitoria, os invasores abriram arquivos, apoderaram-se de documentos confidenciais da administração e os divulgaram junto ao chamado 'movimento estudantil'. Muitas informações dizem respeito a assunto de interesse privado de professores e alunos, como laudos médicos, e jamais poderiam ter vindo a público.
Já sei o motivo da depredação: quebraram tudo, deu prejuízo, agora, ao invés de pedir 1 bi, vão pedir 1,1 bi!
É a praxis da revolução que resulta em verba pública!
É a praxis da revolução que resulta em verba pública!
Episódio ocorrido em 2004 por militantes do PSTU:
** retirado do site Escola sem Partido (por M. Nagib)
Episódio recente (23.06.04), ocorrido na UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, dá uma idéia do estrago que certos grupos vêm fazendo no ambiente acadêmico brasileiro.
A Universidade havia convidado dois parlamentares norte-americanos a fazer uma exposição e participar de um debate sobre o sistema eleitoral nos EUA. A certa altura do evento, um grupo de estudantes e servidores da Universidade irrompeu no auditório e passou a ameaçar e hostilizar os americanos.
O caso ilustra perfeitamente a situação do estudante que, tendo sido vítima da doutrinação ideológica, se converte numa espécie de zumbi teleguiado, para quem a liberdade de pensamento e expressão tem o mesmo efeito da luz do sol sobre vampiros.
Leiam, a seguir, o relato orgulhoso da estudante e militante do PSTU Andréa Acioli, que participou da agressão aos deputados (o texto foi extraído do site do PSTU - http://www.pstu.org.br/juventude_materia.asp?id=1764), e não deixem de ler a sóbria análise feita pelo Prof. José Roberto Pinto de Góes sobre o mesmo episódio (Os Bárbaros já Chegaram).
http://www.escolasempartido.org/index.php?id=38,1,ar…,73,sid,1,ch
** retirado do site Escola sem Partido (por M. Nagib)
Episódio recente (23.06.04), ocorrido na UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, dá uma idéia do estrago que certos grupos vêm fazendo no ambiente acadêmico brasileiro.
A Universidade havia convidado dois parlamentares norte-americanos a fazer uma exposição e participar de um debate sobre o sistema eleitoral nos EUA. A certa altura do evento, um grupo de estudantes e servidores da Universidade irrompeu no auditório e passou a ameaçar e hostilizar os americanos.
O caso ilustra perfeitamente a situação do estudante que, tendo sido vítima da doutrinação ideológica, se converte numa espécie de zumbi teleguiado, para quem a liberdade de pensamento e expressão tem o mesmo efeito da luz do sol sobre vampiros.
Leiam, a seguir, o relato orgulhoso da estudante e militante do PSTU Andréa Acioli, que participou da agressão aos deputados (o texto foi extraído do site do PSTU - http://www.pstu.org.br/juventude_materia.asp?id=1764), e não deixem de ler a sóbria análise feita pelo Prof. José Roberto Pinto de Góes sobre o mesmo episódio (Os Bárbaros já Chegaram).
http://www.escolasempartido.org/index.php?id=38,1,ar…,73,sid,1,ch
Os Bárbaros já Chegaram
Por José Roberto Pinto de Góes
Aconteceu terça-feira passada, dia 23, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Dois parlamentares americanos, convidados pelo Programa de Pós-Graduação em História, debatiam legislação eleitoral, quando foram “descobertos” pelos participantes de uma assembléia de servidores técnico-administrativos, reunidos no auditório vizinho.
O que se seguiu foram cenas de falta de educação, intolerância, violência, truculência e tudo mais que se junta para instaurar o fascismo. A segurança teve de ser chamada para conduzir os parlamentares para fora da universidade. Uma vez no térreo, os dois foram mais uma vez cercados e insultados por funcionários e alunos. Jogaram água, detergente, ovos e farinha neles e farinha neles, enquanto ameaçavam decapitá-los, a exemplo do que fazem os fanáticos da al-Qaeda, no Iraque.
Se queriam deixar o republicano Erik Paulsen e a democrata Susana Mendoza apavorados, conseguiram. Se queriam matá-los, não tiveram coragem e tiveram de se contentar em destruir os vidros do carro do consulado americano. Claro, não faltou a queima da bandeira dos Estados Unidos.
leiam mais: http://www.escolasempartido.org/index.php?id=38,1,ar…,74,sid,1,ch
Por José Roberto Pinto de Góes
Aconteceu terça-feira passada, dia 23, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Dois parlamentares americanos, convidados pelo Programa de Pós-Graduação em História, debatiam legislação eleitoral, quando foram “descobertos” pelos participantes de uma assembléia de servidores técnico-administrativos, reunidos no auditório vizinho.
O que se seguiu foram cenas de falta de educação, intolerância, violência, truculência e tudo mais que se junta para instaurar o fascismo. A segurança teve de ser chamada para conduzir os parlamentares para fora da universidade. Uma vez no térreo, os dois foram mais uma vez cercados e insultados por funcionários e alunos. Jogaram água, detergente, ovos e farinha neles e farinha neles, enquanto ameaçavam decapitá-los, a exemplo do que fazem os fanáticos da al-Qaeda, no Iraque.
Se queriam deixar o republicano Erik Paulsen e a democrata Susana Mendoza apavorados, conseguiram. Se queriam matá-los, não tiveram coragem e tiveram de se contentar em destruir os vidros do carro do consulado americano. Claro, não faltou a queima da bandeira dos Estados Unidos.
leiam mais: http://www.escolasempartido.org/index.php?id=38,1,ar…,74,sid,1,ch
Paulo, nem vou lhe dizer que este acontecimento é de arrepiar os cabelos, mas sim de perdê-los...
Mais uma do MST e USP, acrescido do movimento Hip-Hop, em que Lula recentemente deu uma "ajudinha" financeira para valorizar(?) a "cultura".
Obtive esta informação em um dos grupos internacionais dos "Amigos do MST", no qual pedi para participar e fui aceita...rsrsHip-hop e MST se encontram na USP
O Movimento Sem Terra e o movimento hip-hop são as organizações sociais muito amplas no campo e na cidade, respectivamente. O MST organiza famílias de agricultores nas áreas rurais em busca da terra e na luta pela reforma agrária. Já o hip-hop tem como sua base as grandes cidades, em torno de uma cultura artística que retrata o cotidiano do jovem negro e pobre da periferia. Um dos principais desafios do movimento popular brasileiro é construir uma aliança entre esses grupos.
Informações completas no arquivo anexo.
Local: Espaço dos CAs de Filosofia e Ciências Sociais
Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 Cidade Universitária - São Paulo
Contato: revista,volta e meia em,... ou 3091-4879
Quando: 16 de novembro de 2005, às 19h30.
http://groups.yahoo.com/group/gempla/message/87?var=1&l=1
Mais uma do MST e USP, acrescido do movimento Hip-Hop, em que Lula recentemente deu uma "ajudinha" financeira para valorizar(?) a "cultura".
Obtive esta informação em um dos grupos internacionais dos "Amigos do MST", no qual pedi para participar e fui aceita...rsrsHip-hop e MST se encontram na USP
O Movimento Sem Terra e o movimento hip-hop são as organizações sociais muito amplas no campo e na cidade, respectivamente. O MST organiza famílias de agricultores nas áreas rurais em busca da terra e na luta pela reforma agrária. Já o hip-hop tem como sua base as grandes cidades, em torno de uma cultura artística que retrata o cotidiano do jovem negro e pobre da periferia. Um dos principais desafios do movimento popular brasileiro é construir uma aliança entre esses grupos.
Informações completas no arquivo anexo.
Local: Espaço dos CAs de Filosofia e Ciências Sociais
Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 Cidade Universitária - São Paulo
Contato: revista,volta e meia em,... ou 3091-4879
Quando: 16 de novembro de 2005, às 19h30.
http://groups.yahoo.com/group/gempla/message/87?var=1&l=1
Mais uma vez, ficou claro que essas universidades são uma desgraça. Não podem, em hipótese alguma, ser consideradas como centros de alta cultura. Um renascimento intelectual brasileiro terá de ser feito por gente de fora das universidades, ou pelo menos de gente de fora DESSE tipo de universidade.
Os mais novos não se lembram: tudo começou com a criação da ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLITICA (hoje tem outro nome--onde fica do Sader) da rescém criada USP, nos anos 30, da qual, um bem desconfiado deputado da época, que tinha estudado na europa, disse:
-"O abacaxi deixado pelo Doutor Armando de Salles Oliveira".
Mais tarde, como governador, em 63, o velho Adhemar de Barros tentou segurar a criação da UNICAMP, já prevendo o que viria.
Na Unicamp, a coisa começou no IFCH, desmembrado dele, depois o instituto de economia feito por 2 advogados marxistas BELLUZO E CARDOSO DE MELLO.
destes dois lugares espalhou-se o marxismo como fogueira...
Mas porque tão rápido, porque o marxismo fez tanto sucesso por aqui?
antes era esquerdismo sindical.... estudantil.. agora é marxismo com status de ciência..... é científico dizer que há classes dominantes...etc... porque tão rápido ??
-"O abacaxi deixado pelo Doutor Armando de Salles Oliveira".
Mais tarde, como governador, em 63, o velho Adhemar de Barros tentou segurar a criação da UNICAMP, já prevendo o que viria.
Na Unicamp, a coisa começou no IFCH, desmembrado dele, depois o instituto de economia feito por 2 advogados marxistas BELLUZO E CARDOSO DE MELLO.
destes dois lugares espalhou-se o marxismo como fogueira...
Mas porque tão rápido, porque o marxismo fez tanto sucesso por aqui?
antes era esquerdismo sindical.... estudantil.. agora é marxismo com status de ciência..... é científico dizer que há classes dominantes...etc... porque tão rápido ??
2,2% dos professores da USP defendem a invasão. Adivinhem a que faculdade pertencem 88% deles...
Vejam vocês. A USP não ensina O Príncipe direito, aquele, de Maquiavel, mas é craque no Pequeno Príncipe, aquele Bambi interestelar... Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Saiu um abaixo-assinado com 115 nomes de professores que dão total apoio aos invasores. A universidade tem 5.222 professores. O longo (?) abaixo-assinado representa 2,2% do total (e ainda há um aí da Unesp). Isso é que é maioria! Anotem uma coisa. As adesões estão assim distribuídas segundo a faculdade de origem.
FAU – 1 (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)
ECA – 1 (Escola de Comunicação e Artes)
FE – 7 (Faculdade de Educação)
IEB - 2 (Instituto de Estudos Brasileiros)
EACH – 2 (USP Zona Leste)
FCLAssis/Unesp – 1
FFLCH - 101 (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas)
Vejam vocês. A USP não ensina O Príncipe direito, aquele, de Maquiavel, mas é craque no Pequeno Príncipe, aquele Bambi interestelar... Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Saiu um abaixo-assinado com 115 nomes de professores que dão total apoio aos invasores. A universidade tem 5.222 professores. O longo (?) abaixo-assinado representa 2,2% do total (e ainda há um aí da Unesp). Isso é que é maioria! Anotem uma coisa. As adesões estão assim distribuídas segundo a faculdade de origem.
FAU – 1 (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)
ECA – 1 (Escola de Comunicação e Artes)
FE – 7 (Faculdade de Educação)
IEB - 2 (Instituto de Estudos Brasileiros)
EACH – 2 (USP Zona Leste)
FCLAssis/Unesp – 1
FFLCH - 101 (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas)
Entenderam por que a suposta greve dos estudantes se resume à famosa Fefeléchi? Porque é na famosa Fefeléchi que estão os famosos professores que fazem questão de parar as aulas — se possível, antes que os próprios alunos o façam. Nos próximos dias, haverá uma assembléia da Adusp, a associação dos professores (mais um braço do PT). A maioria da minoria esmagadora que vai participar também será da Fefeléchi. E deve decretar uma greve. Que vai valer para a Fefeléchi. Já estamos em maio. Se possível, antecipam o recesso de julho.
Isso é histórico. A Fefeléchi foi sempre a primeira a armar as barricadas. E qual é a faculdade que, também historicamente, sempre viveu em piores condições? A Fefeléchi. Coincidência? Seguem o texto e os nomes dos valentes. Nota: é um descaramento falar nos “decretos” contra a autonomia. Já se sabe que isso é uma falácia. Mas são eles que estão ensinando história, geografia, letras e filosofia aos nossos jovens.
Isso é histórico. A Fefeléchi foi sempre a primeira a armar as barricadas. E qual é a faculdade que, também historicamente, sempre viveu em piores condições? A Fefeléchi. Coincidência? Seguem o texto e os nomes dos valentes. Nota: é um descaramento falar nos “decretos” contra a autonomia. Já se sabe que isso é uma falácia. Mas são eles que estão ensinando história, geografia, letras e filosofia aos nossos jovens.
Professores contra os decretos e a repressão!
Nós, abaixo-assinados, professores da Universidade de São Paulo, unimo-nos a todos aqueles que, preocupados com a manutenção e ampliação democráticas do ensino, pesquisa e extensão das universidades públicas, têm empreendido lutas contra os decretos do governo Serra, os quais inviabilizam a autonomia universitária. Requeremos, por isso, a reabertura das negociações com os estudantes e funcionários que ocupam a Reitoria da USP e refutamos qualquer ação violenta de desocupação do prédio, tendo em vista a justeza de sua causa política em defesa da universidade pública.
Nós, abaixo-assinados, professores da Universidade de São Paulo, unimo-nos a todos aqueles que, preocupados com a manutenção e ampliação democráticas do ensino, pesquisa e extensão das universidades públicas, têm empreendido lutas contra os decretos do governo Serra, os quais inviabilizam a autonomia universitária. Requeremos, por isso, a reabertura das negociações com os estudantes e funcionários que ocupam a Reitoria da USP e refutamos qualquer ação violenta de desocupação do prédio, tendo em vista a justeza de sua causa política em defesa da universidade pública.
1. Adma Fadul Muhana (FFLCH)
2. Adrián Fanjul (FFLCH)
3. Adriane da Silva Duarte (FFLCH)
4. Afrânio Mendes Catani (FE)
5. Alcides Celso Oliveira Villaça (FFLCH)
6. Alexandre Hasegawa (FFLCH)
7. Ana Cecilia Olmos (FFLCH)
8. Ana Fani Alessandri Carlos (FFLCH)
9. Ana Paula Pacheco (FFLCH)
10. Ana Paula Torres Megiani (FFLCH)
11. Angélica Chiappetta (EACH)
12. Antonio Vicente S. Pietroforte (FFLCH)
13. Aparecida de Fátima Bueno (FFLCH)
14. Augusto Massi (FFLCH)
15. Beatriz Daruj Gil (FFLCH)
16. Beatriz Raposo Medeiros (FFLCH)
17. Betina Bischof (FFLCH)
18. Bruno Barreto Gomide (FFLCH)
19. Carlos Serrano (FFLCH)
20. Celso Fernando Favaretto (FE)
21. Cilaine Alves Cunha (FFLCH)
22. Claudia Amigo Pino (FFLCH)
23. Edu Teruki Otsuka (FFLCH)
24. Elias Thomé Saliba (FFLCH)
25. Elisabeta Santoro (FFLCH)
26. Elizabeth Harkot de La Taille (FFLCH)
27. Elvio Rodrigues Martins (FFLCH)
28. Elza Assumpção Miné (FFLCH)
29. Emerson da Cruz Inacio (FFLCH)
30. Fábio de Souza Andrade (FFLCH)
31. Flavia Maria Corradin (FFLCH)
32. Flavio de Campos (FFLCH)
33. Flavio Wolf de Aguiar (FFLCH)
34. Francis Henrik Aubert (FFLCH)
35. Francisco Maciel Silveira (FFLCH)
36. Franklin Leopoldo e Silva (FFLCH)
37. Glória da Anunciação Alves (FFLCH)
2. Adrián Fanjul (FFLCH)
3. Adriane da Silva Duarte (FFLCH)
4. Afrânio Mendes Catani (FE)
5. Alcides Celso Oliveira Villaça (FFLCH)
6. Alexandre Hasegawa (FFLCH)
7. Ana Cecilia Olmos (FFLCH)
8. Ana Fani Alessandri Carlos (FFLCH)
9. Ana Paula Pacheco (FFLCH)
10. Ana Paula Torres Megiani (FFLCH)
11. Angélica Chiappetta (EACH)
12. Antonio Vicente S. Pietroforte (FFLCH)
13. Aparecida de Fátima Bueno (FFLCH)
14. Augusto Massi (FFLCH)
15. Beatriz Daruj Gil (FFLCH)
16. Beatriz Raposo Medeiros (FFLCH)
17. Betina Bischof (FFLCH)
18. Bruno Barreto Gomide (FFLCH)
19. Carlos Serrano (FFLCH)
20. Celso Fernando Favaretto (FE)
21. Cilaine Alves Cunha (FFLCH)
22. Claudia Amigo Pino (FFLCH)
23. Edu Teruki Otsuka (FFLCH)
24. Elias Thomé Saliba (FFLCH)
25. Elisabeta Santoro (FFLCH)
26. Elizabeth Harkot de La Taille (FFLCH)
27. Elvio Rodrigues Martins (FFLCH)
28. Elza Assumpção Miné (FFLCH)
29. Emerson da Cruz Inacio (FFLCH)
30. Fábio de Souza Andrade (FFLCH)
31. Flavia Maria Corradin (FFLCH)
32. Flavio de Campos (FFLCH)
33. Flavio Wolf de Aguiar (FFLCH)
34. Francis Henrik Aubert (FFLCH)
35. Francisco Maciel Silveira (FFLCH)
36. Franklin Leopoldo e Silva (FFLCH)
37. Glória da Anunciação Alves (FFLCH)
38. Hélder Garmes (FFLCH)
39. Heloísa Pezza Cintrão (FFLCH)
40. Henrique Soares Carneiro (FFLCH)
41. Homero Santiago (FFLCH)
42. Ieda Maria Alves (FFLCH)
43. Iris Cantor (FFLCH)
44. István Jancsó (IEB)
45. Iumna Maria Simon (FFLCH)
46. Ivone Daré Rabello (FFLCH)
47. João Adolfo Hansen (FFLCH)
48. João Paulo G. Pimenta (FFLCH)
49. Jorge de Almeida (FFLCH)
50. Jorge Schwartz (FFLCH)
51. José Horacio de Almeida Nascimento Costa (FFLCH)
52. Júlio César Suzuki (FFLCH)
53. Laura de Mello e Souza (FFLCH)
54. Laura P.Z. Izarra (FFLCH)
55. Leon Kossovitch (FFLCH)
56. Leyla Perrone-Moisés (FFLCH)
57. Ligia F. Ferreira (FFLCH)
58. Lucia Wataghin (FFLCH)
59. Lucia Wataghin (FFLCH)
60. Luís César Oliva (FFLCH)
61. Luiz Renato Martins (ECA)
62. Luiz Tatit (FFLCH)
63. Madalena N. Hashimoto Cordaro (FFLCH)
64. Mamede Mustafá Jarouche (FFLCH)
65. Manoel Mourivaldo Santiago Almeida (FFLCH)
66. Marcelo Vieira Fernandes (FFLCH)
67. Marcia Arruda Franco (FFLCH)
39. Heloísa Pezza Cintrão (FFLCH)
40. Henrique Soares Carneiro (FFLCH)
41. Homero Santiago (FFLCH)
42. Ieda Maria Alves (FFLCH)
43. Iris Cantor (FFLCH)
44. István Jancsó (IEB)
45. Iumna Maria Simon (FFLCH)
46. Ivone Daré Rabello (FFLCH)
47. João Adolfo Hansen (FFLCH)
48. João Paulo G. Pimenta (FFLCH)
49. Jorge de Almeida (FFLCH)
50. Jorge Schwartz (FFLCH)
51. José Horacio de Almeida Nascimento Costa (FFLCH)
52. Júlio César Suzuki (FFLCH)
53. Laura de Mello e Souza (FFLCH)
54. Laura P.Z. Izarra (FFLCH)
55. Leon Kossovitch (FFLCH)
56. Leyla Perrone-Moisés (FFLCH)
57. Ligia F. Ferreira (FFLCH)
58. Lucia Wataghin (FFLCH)
59. Lucia Wataghin (FFLCH)
60. Luís César Oliva (FFLCH)
61. Luiz Renato Martins (ECA)
62. Luiz Tatit (FFLCH)
63. Madalena N. Hashimoto Cordaro (FFLCH)
64. Mamede Mustafá Jarouche (FFLCH)
65. Manoel Mourivaldo Santiago Almeida (FFLCH)
66. Marcelo Vieira Fernandes (FFLCH)
67. Marcia Arruda Franco (FFLCH)
68. Márcia Regina Berbel (FFLCH)
69. Marcos Piason Natali (FFLCH)
70. Marcos Silva (FFLCH)
71. Margarida Maria de Andrade (FFLCH)
72. Maria Augusta da Costa Vieira (FFLCH)
73. Maria Cristina Cortez Wissenbach - FFLCH/DH
74. Maria Helena P. T. Machado (FFLCH)
75. Maria Lúcia C. Victorio de O. Andrade (FFLCH)
76. María Teresa Celada (FFLCH)
77. María Zulma M. Kulikowski-FFLCH
78. Marina de Mello e Souza (FFLCH)
79. Mario Miguel González (FFLCH)
80. Marli Quadros Leite (FFLCH)
81. Marta Kawano (FFLCH)
82. Marta Maria Chagas de Carvalho (FE)
83. Mayra Laudanno (IEB)
84. Michel Sleiman (FFLCH)
85. Neide T. Maia González - FFLCH
86. Olgária Chain Féres Matos (FFLCH)
87. Pablo Ortellado (EACH)
88. Paula da Cunha Côrrea (FFLCH)
89. Paulo Daniel Farah (FFLCH)
90. Paulo Martins (FFLCH)
91. Rafael de Bivar Marquese (FFLCH)
92. Ricardo Musse (FFLCH)
93. Roberta Barni (FFLCH)
94. Roberto de Oliveira Brandão (FFLCH)
95. Roberto Zular (FFLCH)
96. Rosane de Sá Amado – (FFLCH)
97. Rubens Pereira dos Santos (FCLAssis/Unesp)
98. Salete de Almeida Cara (FFLCH)
99. Samuel Titan Jr (FFLCH)
100. Sandra Guardini T. Vasconcelos (FFLCH)
101. Sheila Vieira de Camargo Grillo (FFLCH)
102. Tania Celestino de Macêdo (FFLCH)
103. Vima Lia de Rossi Martin (FFLCH)
104. Viviana Bosi (FFLCH)
105. Vladimir Safatle (FFLCH)
106. Waldemar Ferreira Neto (FFLCH)
107. Yudith Rosenbaum (FFLCH)
108. Maria Ligia Coelho Prado (FFLCH)
109. Paulo Arantes (FFLCH)
110. Otília Arantes (FAU)
111. Osvaldo Coggiola (FFLCH)
112. Lúcia Bruno (FE-USP)
113. Rosângela Gaviolo Prieto (FE-USP)
114. Cláudia Pereira Vianna (FE-USP)
115. Doris Accioly e Silva (FE-USP)
69. Marcos Piason Natali (FFLCH)
70. Marcos Silva (FFLCH)
71. Margarida Maria de Andrade (FFLCH)
72. Maria Augusta da Costa Vieira (FFLCH)
73. Maria Cristina Cortez Wissenbach - FFLCH/DH
74. Maria Helena P. T. Machado (FFLCH)
75. Maria Lúcia C. Victorio de O. Andrade (FFLCH)
76. María Teresa Celada (FFLCH)
77. María Zulma M. Kulikowski-FFLCH
78. Marina de Mello e Souza (FFLCH)
79. Mario Miguel González (FFLCH)
80. Marli Quadros Leite (FFLCH)
81. Marta Kawano (FFLCH)
82. Marta Maria Chagas de Carvalho (FE)
83. Mayra Laudanno (IEB)
84. Michel Sleiman (FFLCH)
85. Neide T. Maia González - FFLCH
86. Olgária Chain Féres Matos (FFLCH)
87. Pablo Ortellado (EACH)
88. Paula da Cunha Côrrea (FFLCH)
89. Paulo Daniel Farah (FFLCH)
90. Paulo Martins (FFLCH)
91. Rafael de Bivar Marquese (FFLCH)
92. Ricardo Musse (FFLCH)
93. Roberta Barni (FFLCH)
94. Roberto de Oliveira Brandão (FFLCH)
95. Roberto Zular (FFLCH)
96. Rosane de Sá Amado – (FFLCH)
97. Rubens Pereira dos Santos (FCLAssis/Unesp)
98. Salete de Almeida Cara (FFLCH)
99. Samuel Titan Jr (FFLCH)
100. Sandra Guardini T. Vasconcelos (FFLCH)
101. Sheila Vieira de Camargo Grillo (FFLCH)
102. Tania Celestino de Macêdo (FFLCH)
103. Vima Lia de Rossi Martin (FFLCH)
104. Viviana Bosi (FFLCH)
105. Vladimir Safatle (FFLCH)
106. Waldemar Ferreira Neto (FFLCH)
107. Yudith Rosenbaum (FFLCH)
108. Maria Ligia Coelho Prado (FFLCH)
109. Paulo Arantes (FFLCH)
110. Otília Arantes (FAU)
111. Osvaldo Coggiola (FFLCH)
112. Lúcia Bruno (FE-USP)
113. Rosângela Gaviolo Prieto (FE-USP)
114. Cláudia Pereira Vianna (FE-USP)
115. Doris Accioly e Silva (FE-USP)
ps.: A "fefeléchi" é aquela pseudo-faculdade que um tempo atrás foi comentada aqui na comunidade por só produzir teses de esquerda. Simplesmente todas as teses são de esquerda, nenhuma considerada conservadora ou pelo menos tendendo à uma discussão filosófica mais neutra.
E tudo isso pago com impostos burgueses. É uma festa meus senhores e minhas senhoras. E eles não estão satisfeitos.
E tudo isso pago com impostos burgueses. É uma festa meus senhores e minhas senhoras. E eles não estão satisfeitos.
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Universidades públicas brasileira são nada mais nada menos: do que um antro de extrema esquerda, na qual se vc não comungar da doutrinação marxista, ou politicamente correta por eles introduzidas, vc certamente estará fadado a ser "reeducado", pelos "belos mestres e doutores" que temos por lá. É uma vergonha a doutrinação de esquerda que ocorre nas universidades públicas brasileiras hoje em dia. Isso tem de acabar um dia, pois Universidade não deveria ser centro de recrutamento de militantes marxistas.