Segue complemento do
mesmo portal, cujo artigo é judeus no Brasil
(http://www.judaica.com.br/perfil.htm):
“No século XX, o Brasil
recebeu novas correntes emigratórias judaicas, vindas principalmente
da Europa Centro-Oriental (França, Alemanha, Áustria, Rússia,
Ucrânia, Polônia, Romênia, Lituânia, etc.) e do Oriente Médio
(Egito, Síria, Líbano e Turquia). Durante as últimas décadas, os
judeus brasileiros têm dado uma contribuição muito relevante para
a nação brasileira, seja no campo econômico, seja no cultural.”
“Na vida
econômica, destacam-se grandes empresas com participação acionária
de membros da comunidade judaica: Amsterdam Sauer, Arteb, Bahia Sul
Celulose, Banco HSBC, Banco Ioschpe, Banco Panamericano, Banco Safra,
Banque Safdie, Casas Bahia, CCE, Cia. Suzano, Cofap, construtoras
(Birmann, Cyrela e Tecnisa), Darling, Drastosa, Du Loren, Elgin,
Fotoptica, Guaporé Veículos, Grupo Abril, Grupo Klabin, Grupo
Rosset, Grupo Vicunha, H. Stern, Hope/Mash, Hotéis Eldorado, Hotéis
Vila Rica, Lojas Marisa, Lavable, Marcyn, Maringá Turismo, Natan
Jóias, O Boticário, Ponto Frio, Porto Seguro, RBS, SBT, Side Play,
Tabacow, TDB, Tri Fil, Vale Refeição, Vila Romana, Zero Hora, etc.,
além de uma infinidade de sócios e acionistas judeus em centenas de
grandes empresas nacionais e multinacionais.”
Na vida
sócio-cultural brasileira, a participação judaica é igualmente
importante. Desde políticos como Jaime Lerner e Israel Klabin, até
atores como Débora Bloch e Luciano Szafir, passando obviamente por
nomes como Adolpho Bloch, Alberto Dines, Boris Casoy, Burle Marx,
Cacá Rosset, Celso Lafer, Clarice Lispector, Dina Sfat, Eva Todor,
Frans Krajcberg, Gilbert, Gilberto Braga, Gilberto Dimenstein,
Henrique Morelen-baum, Henry Sobel, Herbert Moses, Isaac
Kabitschevisky, Jacob Guinsburg, Jacob Pinheiro Goldberg, Jacques
Klein, Jom Tob Azulay, José Mindlin, Juca Chaves, Lazar Segall, Leon
Hirszman, Mário Schenberg, Moacyr Scliar, Natalia Thimberg, Nilton
Bonder, Senor Abravanel, Tatiana Belinky, Victor Civita e outros
tantos.”