COMO DIZIA UM EX MINISTRO DO STF NÃO CUTUCA EM VESPEIRO POR QUE PODE DAR GAGUEIRA.
Militares: Manifesto tinha 98, agora 647 assinaturas
Subiu
de 98 para 647 o total de assinaturas do manifesto de militares da
reserva com críticas à presidenta Dilma Rousseff sobre uma suposta
mudança de postura política do governo federal em relação ao período da
ditadura militar (1964-1964). O caso provocou um desconforto entre o
Palácio do Planalto e o comando das Forças Armadas nas últimas semanas.
de 98 para 647 o total de assinaturas do manifesto de militares da
reserva com críticas à presidenta Dilma Rousseff sobre uma suposta
mudança de postura política do governo federal em relação ao período da
ditadura militar (1964-1964). O caso provocou um desconforto entre o
Palácio do Planalto e o comando das Forças Armadas nas últimas semanas.
Sob
o título “Alerta à Nação - eles que venham, por aqui não passarão”, o
manifesto foi publicado incialmente no site do Clube Militar no dia 16
de fevereiro. O objetivo era cobrar de Dilma uma postura contrária a
declarações das ministras Maria do Rosário (Secretaria de Direitos
Humanos) e Eleonora Menicucci (Secretaria Especial de Políticas das
Mulheres) sobre a ditadura.
o título “Alerta à Nação - eles que venham, por aqui não passarão”, o
manifesto foi publicado incialmente no site do Clube Militar no dia 16
de fevereiro. O objetivo era cobrar de Dilma uma postura contrária a
declarações das ministras Maria do Rosário (Secretaria de Direitos
Humanos) e Eleonora Menicucci (Secretaria Especial de Políticas das
Mulheres) sobre a ditadura.
Maria
do Rosário defendeu que familiares de perseguidos políticos
ingressassem com ações na Justiça contra militares. Já Eleonora
Menicucci lembrou seu passado de luta armada na cerimônia em que foi
empossada ministra. Para os militares da reserva, Dilma deveria censurar
publicamente o posicionamento das auxiliares
do Rosário defendeu que familiares de perseguidos políticos
ingressassem com ações na Justiça contra militares. Já Eleonora
Menicucci lembrou seu passado de luta armada na cerimônia em que foi
empossada ministra. Para os militares da reserva, Dilma deveria censurar
publicamente o posicionamento das auxiliares
“Os
Clubes Militares expressam a preocupação com as manifestações de
auxiliares da presidente sem que ela, como a mandatária maior da nação,
venha a público expressar desacordo com a posição assumida por eles e
pelo partido ao qual é filiada e aguardam com expectativa positiva a
postura de Presidente de todos os brasileiros e não de minorias
sectárias ou de partidos políticos”, afirma o texto.
Clubes Militares expressam a preocupação com as manifestações de
auxiliares da presidente sem que ela, como a mandatária maior da nação,
venha a público expressar desacordo com a posição assumida por eles e
pelo partido ao qual é filiada e aguardam com expectativa positiva a
postura de Presidente de todos os brasileiros e não de minorias
sectárias ou de partidos políticos”, afirma o texto.
Dilma
não gostou das críticas, segundo palacianos. O ministro da Defesa,
Celso Amorim, pressionou o comando das Forças Armadas a fim de que o
texto fosse retirado do site. Por meio de nota, o presidente do Clube
Militar, general Renato Cesar Tibau da Costa, admitiu ter conversado com
o comandante do Exército, mas negou ter sido pressionado.
não gostou das críticas, segundo palacianos. O ministro da Defesa,
Celso Amorim, pressionou o comando das Forças Armadas a fim de que o
texto fosse retirado do site. Por meio de nota, o presidente do Clube
Militar, general Renato Cesar Tibau da Costa, admitiu ter conversado com
o comandante do Exército, mas negou ter sido pressionado.
“Houve
uma conversa sobre o assunto, sem pressões, como acontece entre
camaradas unidos pelo mesmo ideal”, afirma Tibau da Costa na nota. “A
retirada do documento da página do Clube não significou recuo nem que se
desistiu de lutar, mantendo as tradições de 125 anos da “Casa da
República”, que jamais serão maculadas”, completa.
uma conversa sobre o assunto, sem pressões, como acontece entre
camaradas unidos pelo mesmo ideal”, afirma Tibau da Costa na nota. “A
retirada do documento da página do Clube não significou recuo nem que se
desistiu de lutar, mantendo as tradições de 125 anos da “Casa da
República”, que jamais serão maculadas”, completa.