Por favor, leia esta matéria. Obrigado
.
Escute as conversas ao seu redor — colegas no escritório, clientes na fila da cafeteria, aqueles que te servem, aqueles a quem você serve, as pessoas que você conhece a cada dia. “Dê-me um café com leite.” “Passe-me aquele martelo.” Notou alguma coisa faltando? As tradicionais palavras mágicas “por favor” e “obrigado” que muitas pessoas aprendem quando crianças parecem estar desaparecendo.
.
Lisa Gache, co-fundadora do Beverly Hills Manners em Los Angeles, notou o gradual desaparecimento da linguagem cortês. Ela culpa o
problema no coloquial. “A lenta erosão das ‘palavras mágicas’ no nosso dia-a-dia vernacular”, diz Gache, que treina pessoas para serem mais civilizadas, “tem a ver com a predileção a todas as coisas casuais na nossa sociedade hoje. Conversas descontraídas, vestuário casual e comportamento casual sequestraram praticamente todas as áreas da vida, e eu acho que isso não está ajudando ninguém”.
.
Outras frases educadas também parecem estar caindo no esquecimento. “Seja bem-vindo”, por exemplo. Dizer “obrigada” a alguém e ao invés de ouvir “de nada”, é mais provável que você ouça: “claro”, “sem problema”, “pode apostar”, ou uma longa lista de respostas que substituem o tradicional “de nada”.
.
Ao invés de dizer “obrigado”, as pessoas dizem “valeu”, ou mais frequentemente não dizem nada. E no lugar de dizerem “não, obrigado”,
reações como “tô bem” são cada vez mais comuns. “Respostas como ‘tô bem’e ‘pode apostar’ não carregam o mesmo sentimento ou transmitem a mesma convicção de quando estamos sinceramente expressando nossa gratidão”, diz Gache. “Elas parecem menos francas, quase como se fossem dolorosas para serem proferidas.”
.
Então, estamos apenas encontrando novas formas de dizer velhas frases educadas? As boas maneiras estão apenas mudando? Ou elas estão simplesmente sumindo?
.
(...)"
Tb já reparei isso. Ninguém agradece mais, principalmente o zé povinho...
.
Eu sei que a paciência é uma virtude , mas, aos 47, ela é cada vez menor para certos tipos de coisas.