Lula desencadeou uma inusitada articulação política. Pediu a dirigentes peemedebistas que tentem convencer o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, a trocar o PSDB pelo PMDB. Tratou do assunto em três oportunidades. Em todas elas insinuou que Aécio pode ser o candidato do consórcio governista à sucessão presidencial de 2010.
Impedido de disputar um terceiro mandato consecutivo, Lula move-se para erigir um palanque no qual possa pisar como “eleitor”. Acha que não será um “eleitor” qualquer. Faz uma aposta: “Se o PAC der certo, o próximo presidente sairá da coalizão”, disse a um dos peemedebistas com os quais conversou.
Lula se diz “impressionado” com a “unidade” obtida pelo PMDB, conhecido pela conformação fragmentária. Afirma que o partido “jogará um papel central” em 2010. E estimula os dirigentes peemedebistas a “arranjar um candidato” ao Planalto. Cobre Aécio de elogios: “bom gestor”, “político hábil”, “popular em Minas”, o segundo maior colégio eleitoral do país.
Impedido de disputar um terceiro mandato consecutivo, Lula move-se para erigir um palanque no qual possa pisar como “eleitor”. Acha que não será um “eleitor” qualquer. Faz uma aposta: “Se o PAC der certo, o próximo presidente sairá da coalizão”, disse a um dos peemedebistas com os quais conversou.
Lula se diz “impressionado” com a “unidade” obtida pelo PMDB, conhecido pela conformação fragmentária. Afirma que o partido “jogará um papel central” em 2010. E estimula os dirigentes peemedebistas a “arranjar um candidato” ao Planalto. Cobre Aécio de elogios: “bom gestor”, “político hábil”, “popular em Minas”, o segundo maior colégio eleitoral do país.