O fazendeiro expropriado tem a opção de recorrer à justiça, mas a lei permite que o governo tome posse das terras antes do julgamento final da ação, que pode se arrastar por mais de dez anos. "O produtor perde o imóvel e fica brigando em vão na justiça."
Nabhan, presidente da UDR, acredita que o objetivo da nova ofensiva do MST, anunciada para o final deste mês e já batizada de "segundo turno", é dar ao governo pretexto para elevar os índices de produtividade no campo e ampliar as desapropriações. "A pressão para mudar os índices é grande, mas vem mais de setores de dentro do governo."
Ele lembra que a UDR foi criada para defender o direito de propriedade. "Tenho a convicção de que esse direito previsto na Constituição do Brasil está fragilizado e nunca esteve tão ameaçado." Com relação ao MST, a estratégia da UDR é de criminalizar o movimento.
"Nossa meta, daqui para frente, é cada vez mais apertar o cerco jurídico", disse Nabhan. Em cada invasão, a entidade vai exigir que os participantes sejam identificados e processados por crimes como esbulho, danos, ameaça, propagação de incêndios e formação de quadrilha, conforme o caso.
Nabhan, presidente da UDR, acredita que o objetivo da nova ofensiva do MST, anunciada para o final deste mês e já batizada de "segundo turno", é dar ao governo pretexto para elevar os índices de produtividade no campo e ampliar as desapropriações. "A pressão para mudar os índices é grande, mas vem mais de setores de dentro do governo."
Ele lembra que a UDR foi criada para defender o direito de propriedade. "Tenho a convicção de que esse direito previsto na Constituição do Brasil está fragilizado e nunca esteve tão ameaçado." Com relação ao MST, a estratégia da UDR é de criminalizar o movimento.
"Nossa meta, daqui para frente, é cada vez mais apertar o cerco jurídico", disse Nabhan. Em cada invasão, a entidade vai exigir que os participantes sejam identificados e processados por crimes como esbulho, danos, ameaça, propagação de incêndios e formação de quadrilha, conforme o caso.