Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Evolianos, Tradicionalismo e Quinton

Iniciado por victordelevy em 26/05/2012 · 6 mensagens

victordelevy#1
Criei o tópico para discutirmos o tradicionalismo de Julius Evola e a teoria biológica de Quinton, advogada e estudada pelos evolianos. 

Acho que tem muito valor pois existe uma diferença interessantíssima entre CONSERVADORES e TRADICIONALITAS.

O que vocês acham?


Links:

http://www.centroevoliano.org/

http://green.wikia.com/wiki/Rene_Quinton
priscila#2
Bom, como eu disse, daqui a pouco lá me vêm o Giba e o Iriga... [imagem do Orkut]. 

Enfim:
 "A solidariedade coletiva culmina no império do “Indivíduo Absoluto” enaltecido por Julius Evola. E esse indivíduo, que a propaganda recobre de todas as pompas de um enviado dos céus, não é jamais um exemplo de santidade, virtude e heroísmo, mas sim de maldade, abjeção e covardia. O absoluto coletivismo é o triunfo do Egoísmo Absoluto."

Olavo de Carvalho, em "Individualistas e Coletivistas", http://www.olavodecarvalho.org/semana/110328dc.html

priscila#3
Agora, palavra de honra que de René Quinton eu nunca tinha ouvido falar na minha vida.

Mas um cara que dicou conhecido como "o Darwin francês"  não me anima a conhecê-lo: acho que prefiro o inglês, mesmo, se é pra debater alguma coisa.

E tem lá no site que você lincou um negócio de "plasma de Quinton" que eu não entendi bem que raios seja - e que gerou CINCO leis, cacilda... [imagem do Orkut].

Bom, eu vou lá ver quando tiver tempo - e vontade. O tempo eu até arranjo: a encrenca, no caso, vai ser arranjar a vontade. 

Mas eu vou fazer um esforço: nem que seja pra estar pronta para o caso de surgir algum preposto do Giba e do Iriga. Você não é um, é? Ah, bom. Logo vi que não. [imagem do Orkut].
priscila#4
Errr... fui lá só pra ver o que era o soro, ou plasma - eu sou curiooooosa que é uma coisa horrível... - e vi que é água do mar,  em diversas concentrações, a ser ingerida em diversas dosagens, como agente ou coadjuvante para a cura de praticamente todos os males físicos do mundo, de erisipela a tifo, e de doenças cárdio-vasculares a AIDS. 

Amigo eu não sou a maior fã da chamada "medicina moderna"- que, como afirmava meu pai, "fez mais MAL do que BEM" - e o velho sabia das coisas. [imagem do Orkut]. Inclusive, é claro, porque era médico ele mesmo, o que lhe dava um inegável "conhecimento de causa".

Mas, enfim, TAMBÉM não sou fã das "terapias alternativas", que de modo geral eu penso que agem muito mais na crença das pessoas do que nos seus combalidos fígados, corações, estômagos ou o que seja. Inegavelmente, este efeito tem lá seu valor, independentemente de qual seja a substância usada - só sendo recomendável que a substância não seja, sei lá, cianeto puro ou equivalente.

 Me senti  dentro daquele filme - aliás engraçadíssimo - em que o Anthony Hopkins faz, magistralmente, o papel do lendário dr. Kellog, naquela sua clínica surreal onde as pessoas, eventualmente,  eram eletrocutadas e vez em quando um batia a caçoleta, é claro. Bom, de qualquer modo, hoje continua marromenos a mesma coisa, me parece...  Plus ça change, plus c'est la même chose -  [imagem do Orkut] - Deus tenha misericórdia de nós!
victordelevy#5
kkk Esse filme é muito bom!

Eu criei o tópico mas, devo admitir, ainda não li muito a respeito rsrs. Achei estranho o fato de o professor Dugin já ter sido convidado a discursar pelos próprios membros da comunidade evoliana brasileira.

Valeu pelo texto, não sabia que Olavo tinha escrito a respeito. Pelo que entendi, trata-se de um pensamento coletivista, correto?


victordelevy#6
Achei no Wikipedia (Não é fonte confiável, mas é alguma coisa)

"No início do século XX, o tradicionalismo recebeu um contributo insuspeito da ciência nas descobertas de René Quinton, com a "lei da constância do meio vital dos seres". Nessa lei, Quinton não negou a Evolução mas concretizou-lhe as possibilidades: os organismos vivos, para se manterem, procuram sempre restabelecer a pureza do seu meio vital, isto é, procuram manter a inviolabilidade das circunstâncias especiais que os geraram e de cuja guarda e duração depende a sua existência. Os tradicionalistas viram aí uma estrondosa confirmação do princípio tradicionalista: "res eodem modo conservatur quo generantur". As coisas existem pelas mesmas razões porque se geram."

‹ Voltar para a lista de tópicos