Me expulsaram da comunidade "Olavo de Carvalho nos odeia". Estou arrasado. Mas uma mostra da sanha ditatorial dos comunistas censuradores.
Acho que foi por causa desse tópico: [url]/CommMsgs.aspx?cmm=87091&tid=2529964450806817339&na=3&nst=98&nid=87091-2529964450806817339-2530866187768860715[/url]
Ele mantém os desafetos lá e só o jogam fora depois de terem dado-lhe um 300 apelidos.
E que comentário estúpido do sr. Yuri, hein? Esse pessoal é PhD em distorcer os comentários. O Olavo que o diga! Deveriam voltar todos para o maternal e reaprender interpretação de texto... alguns poderiam voltar para o útero direto!
perguntaram-me lá "e você, direitista, é a favor da tortura?", ao que respondi "só em circunstâncias excepcionais", e por isso fui expulso.
Mas eles também são a favor do pior tipo de tortura, e em circunstâncias nada excepcionais (por exemplo, como prática erótica consensual entre adultos)
a esquerda mainstream toda louva as perversões de Foucalt, por exemplo. e os "direitos" da comunidade BDSM (sadomasoquistas)
Eu já havia chamado a atenção para isso lá em outro tópico:
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=87091&tid=2500241524766508231&kw=sm&na=3&nid=87091-2500241524766508231-2502491460561215240&nst=68[/url]
(tópico a culpa é dos gays...)
essa discussão teve ramificações na comunidade da ONG WebJustice, de tendência nitidamente esquerdista, e da qual também fui não só expulso como tive todos os meus posts lá apagados (e participava ativamente dele há mais de três anos..) De modo que essa discussão lá ficou quase ininteligível (com meus posts apagados):
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=730618&tid=2502555760542722864&start=1[/url]
resumo da ópera:
fumar maconha-bom.
Sodomização-bom.
Choques eléctricos nos mamilos e clitóris e chicotada-bom.
(eu já expulso da comunidade Botequim Socialista, da Olavo de Carvalho nos Odeia e até da Machistas Conservadores! daqui a pouco me expulsam da comunidade Stalin - [url]/Community.aspx?cmm=411816[/url]
vejam esse tópico, que beleza: [url]/CommMsgs.aspx?cmm=411816&tid=2514833545164509247&start=1[/url]
assim não dá! sou praticamente uma víctima da censura
O dia que esquerdista for democrático e tolerante, Satanás se converterá a CRISTO. E olha que não vai demorar muito para eles dominarem totalmente a agenda política, e o debate nacional. Aí meus amigos quem não for de esquerda só restará a fuga, ou a prisão, como aliás já está começando a ocorrer na "democrática" Venezuela, pois quem não é chavista já está sendo perseguido, seja nas universidades, no serviço público, ou em suas empresas. Isso é o que eles chamam de democracia plena, e popular.
Amigo, eu concordo com o Antonio: não tenho estômago! Fui lá olhar o tópico, e é a lástima de sempre. Verifiquei, inclusive, que sou considerada "mais hilária" ainda que você, o que pressupõe que eles também considerem você "hilário"!
A comunidade dos haters é um perfeito exemplo daquilo que é conhecido como o espírito da manada. Muitas vezes vejo lá pessoas razoáveis - mas que são imediatamente, depois da primeira discordância ou da mais leve crítica, reconduzidos ao rebanho, ou ao curral.
Não se trata da admiração que se tem por um professor, ou filósofo, ou pensador, que nos leva a estudar e a seguir o caminho indicado por esse alguém que tem as qualidades para ser esse bom condutor, ou bom mentor. Lá não se admira ninguém! Lá não há linha alguma de pensamento, e as rezes caminham babando, e se postam alguma coisa é sempre olhando para o resto da manada, pra ver se foram "aprovados", e se a idiotice escrita mereceu um mugido elogioso...
Pode conferir: o primeiro imbecil posta um palavrão e uma risada, e isso soa como encorajamento pra sei lá quantos parvos mais tímidos, que só estavam esperando o berro inicial, postarem a mesma coisa, com ínfimas variações!!!!! Chega a ser engraçado!
Os raros razoáveis que eu menciono não têm, talvez, coragem suficiente para de fato escrever o que pensam: e o medo de discordar em geral acaba ganhando - porque é claro que ou o cara se cala, ou é expulso!
Francamente, é um tédio conviver com "uauaua" e "kkkkkk" o tempo todo, com a distorção dos argumentos o tempo todo, com não-respostas o tempo todo!
Eu acho ótimo que os imbecis me detestem: se gostassem de mim, eu ficaria seriamente preocupada!
E repito que existem pessoas razoáveis, lá - mesmo que pensem diferente de mim, ou de nós. Pena que não tenham a coragem suficiente pra discordar, claramente, do resto - porque eu tenho certeza absoluta de que não concordam com a paspalhice o tempo todo!
fui re-admitido na comunidade da qual havia sido expulso e lá está ocorrendo (pelo menos até agora) um debate sério de verdade sobre a tortura (tema que havia supostamente motivado minha expulsão inicial):
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=87091&tid=2532252772866400008&na=4&nst=1&nid=87091-2532252772866400008-2532259189549849846[/url]Torturar ou não torturar?
"Porra, Uriel, tu quer cagar regra no que duas pessoas podem fazer consensualmente entre quatro paredes?
Que ridículo. Me recuso a argumentar nesse tópico. Me recuso a alimentar esse troll."
(lembrando que eu havia sido expulso por supostamente defender a tortura..)
segundo o moderador da comunidade, parece que a tortura "recreativa" também é liberada. A "consensualidade" obviamente assimétrica do parceiro (geralmente do sexo feminino) dominada em tal tipo de relacioamento não é sequer levantada pelos nossos progressistas feministas.
e notem que as torturas sadomasoquistas denunciadas pelo documentário são até piores do que as torturas policias comumente empregadas.
"PS: Desculpe, mas não dá pra perder a piada. Ainda mais agora que o Uriel voltou para sua obsessão: impedir as relações sexuais de outros."
Por enquanto dois já a favor da tortura sexual. E os mesmos dois que tinham me expulsado por.. defender a tortura! - e apenas em circunstâncias excepcionais (como salvar vidas, por exemplo)
A moçoila que defende que os defensores da tortura sejam torturáveis é um exemplo de paralaxe cognitiva? Porque ela sequer se dá conta que se a tortura for permitida a quem com ela consente, ela mesma poderá ser objeto de tortura...
Uriel: parabéns pela paciência. Você vem fazendo uma experiência antropológica muito interessante...
A moçoila que defende que os defensores da tortura sejam torturáveis é um exemplo de paralaxe cognitiva?
Não, a moçoila em questão estava apenas sendo engraçadinha. Um exemplo de personalidade humorísitico-piadista, por assim dizer.
Porque ela sequer se dá conta que se a tortura for permitida a quem com ela consente, ela mesma poderá ser objeto de tortura...
Com certeza isso nem passou pela cabeça dela. Burrinha, coitada.
"A contradição é tão flagrante, que chega a ser escandaloso que durante tantos séculos quase ninguém a tenha percebido, ou pelo menos assinalado expressamente."
(gênio anônimo tão bom em Física quanto com vírgulas - o que seria de nós sem os iluminados?)
É não, masoquismo é tortura consensual. [Segundo o Uriel], apenas a tortura não-consensual é válida, e mesmo assim só se a vida da sua filhinha estiver em jogo.
Esse povo é muito freak."
Abrir uma exceção e permitir o uso da tortura de um criminoso para descobrir o paradeiro de uma garotinha raptada e para salvar a vida dela.. isso é "freak" (loucura). Torturar por prazer é que é normal? Esse povo é muito freak.
Já Alessandre inicialmente havia discutido a sério e havia finalmente concordado comigo (antes de eu mencionar o caso do sadomasoquismo, sobre o qual não se manifestou), agora na minha ausência se refere a mim como "aquele pulha"!
A Lígia, por sua vez, está triste porque ninguém se habilitou ainda para "torturá-la".
Bom, o resumo da história é que o uso métodos heterodoxos moderados de interrogatório (tais como exposição a música alta, privação do sono, tortura psicológica etc) são inaceitáveis - mesmo numa situação extrema e urgente na qual com eles se poderia salvar vidas (por exemplo, no caso de um prisioneiro que se recusa a colaborar e que tem informações sobre um ataque terrorista nuclear iminente etc).
Porém a tortura extrema (incluindo açoitamento, agulhas, choques eléctricos etc) feita apenas para o prazer libidinoso de um sádico "entre quatro paredes" é um direito (desde que a parceira escrava submissa dê o "consentimento"). E quem é contra esse direito é um fascista!
Ou seja, usar técnicas de coação no interrogatório de um serial killer para salvar a vida de uma garotinha é inadmissível, porém torturar por prazer e com requintes de sadismo uma mulher submissa que se sujeita a tal ou mesmo fazê-lo e filmar tudo para comercializar o filme (e lucrar com isso) é um direito!
E ainda morderam a isca direitinho.
gente doente
mas, claro, o sádico pervertido enrustido etc sou eu.
"Você não sabe porra nenhuma de nada do universo BDSM. BDSM é consentimento, e não tortura. Vê se aprende, prego."
(e isso vindo de gente que não sabe a diferença entre submissão e masoquismo - ou a definição psiquiátrica de sadismo, segundo o DSM; um sádico de verdade por definição não teria grande prazer em torturar uma pessoa masoquista que na verdade gosta da tortura, já que o sadismo consiste em se comprazer com o sofrimento alheio e não com o prazer alheio!)
de qualquer forma, falou o Senhor Marcus:
o Mestre BDSM!
"Sim, sei. Assim como sei o que é pedantismo e afetação. Recursos esses, aliás, deveras usados por aqueles que não percebem a rasura da própria capacidade de criticar a outrém pela total ausência de percepção e captação da idéia dentro do contexto em que foi expressa."
Giuliani... ugh! Esse cara poderia até ser bom como governador do Rio ou presidente brasileiro se fosse para detonar a bandidagem e as FARC mas como presidente americano... Abortista, pró-imposição gay e colocando só juízes "liberal" em seu tribunal - assim não dá para confiar nele.
Eu já participei dela, como antagonista. postei 3 teses do Olavo e pedi que as refutassem. Encheram-me de apelidos, insultos, fizeram gracinhas, e uma contestação séria, que é bom, nada. Danem-se, então!
Mas também, convenhamos: a piadinha sobre ser favorável à tortura foi absolutamente besta e desnecessária. Tortura como instrumento de poder é coisa de comunista, e você perdeu uma ótima oportunidade de lembrá-los disso.
A discussão é boa - mas eu possivelmente só participaria pra dizer que acredito no Bem absoluto, e por conseguinte no Mal absoluto, e portanto não sou a favor da tortura em nenhuma hipótese porque ela faz parte do Mal absoluto.
Na "Escolha de Sofia", por exemplo, filme que aborda o tema, eu morreria com os DOIS filhos, sem negociar a vida de nenhum - ou seja, não existe "escolha" nenhuma para mim.
É não e pronto, porque a consciência vale absolutamente mais do que a vida.
Eu havia escrito aqui que o Alessandre se referiu a mim após minha expulsão como "pulha". Ele me disse por scrap que não havia usado tal adjetivo - re-vendo o tópico na outra comunidade, realmente não encontrei isso em nenhum dos posts dele. Quem me chama de pulha lá é o pulha do Marcus.
Assumo que me enganei, retiro o que disse e peço desculpas ao Alessandre.
note porém, Alessandre, que só me retrato por ter erroneamente afirmado que você me chamou de "pulha" na minha ausência (não chamou). Você escreveu:
"Dois erros, a que não me deram o direito de esclarecer. Primeiro, não o chamei de "pulha". Fiz apenas uma citação de um trecho do que o Marcus escreveu no início do tópico para comentar sobre o que poderia ou não ser objeto de discussão aqui, nesta comunidade. Ele entendeu que as palavras eram minhas. Segundo, eu não concordei com qualquer forma de tortura. Antes, esclareci que nas circunstâncias do caso por ele sugerido, o dos pais da filha seqüestrada, haveria um excludente de ilicitude, o que descaracterizaria a prática como crime, ou seja, não seria o mesmo que "torturar".Solicitei a participação, mas pelo visto meu nome foi vetado pela moderação. Pelo menos para uma coisa este episódio serviu: fiquei sabendo do quanto sou mal quisto por aquelas bandas, sem jamais ter sido um anti-olavete ou qualquer coisa que o valha."
segundo você, em tal exemplo, juridicamente não seria crime de tortura, mas na linguagem comum (não-jurídica) seria tortura sim.
em outras palavras, é claro que o sequestrador ou terrorista teria sido torturado sim (isto é, sofrido coação severa etc) mas devido às circunstâncias, juridicamente tal ato do interrogador não constituiria crime de tortura (embora tenha torturado sim).
como muitos outros que trabalham na area de Direito ou tem tal formação, você aparentemente às vezes só consegue pensar (ou se expressar) em "juridiquês".
Na linguagem comum ("coloquial"), diferentemente do jargão técnico jurídico especializado, o ato de "tortura" não se define pelas circunstâncias em que tal ato é punível por lei ou não ,visto que o acto em si é essencialmente o mesmo em ambos os casos (no caso em que é punível e no caso em que há "excludente de ilicitude").
Note também a maneira como é popularmente usada a palavra "assassino" para se refer a quem mata outrem, mesmo quando o "assassino" em questão o faz em circunstâncias que acarretam excludência de ilicitude (como a insanidade temporária, por exemplo).
a linguagem comum não-especializada dicionarizada independe do jargão jurídico, que tem seus próprios dicionários, da mesma forma que independe do jargão da Física (e é por isso que as pessoas falam que aumentaram de peso quando engordam e não de "massa", que seria o correcto na linguagem física. O mesmo ridículo vale para quem se opõe ao uso do termo "raça" com base em argumentos biológicos)
Mas o "juridiquês" do Alessandro, no caso, o faz incorrer em equívoco filosófico-jurídico: o excludente de ilicitude faz efeito não sobre a natureza do ato, que diz respeito à tipicidade, mas sim à antijuridicidade. Um crime se define como fato típico e antijurídico, ou seja, um fato definido por lei como tal e que acarreta uma punição. Por exemplo, "matar alguém" é crime, fato típico, mas a "legítima defesa" exclui a antijuridicidade do crime. Portanto, tortura não deixa de ser tortura porque foi feita por um suposto "motivo justo". Além do mais, o direito brasileiro não admite exclusão de ilicitude no caso da tortura. (mas isso não tem a ver com a discussão, que trata da admissibilidade da tortura em termos morais, e não jurídicos).