"09/06/2012.
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Morre aos 77 anos o jornalista e escritor Ivan Lessa
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Ivan Pinheiro Themudo Lessa nasceu em 9 de maio de 1935, em São Paulo,
mas foi criado no Rio de Janeiro. Ele era filho do também escritor
Orígenes Lessa e da escritora e cronista Elsie Lessa, que escrevia no
jornal "O Globo".
Ivan Lessa trabalhou e colaborou com vários órgãos de imprensa, como a
TV Globo, as revistas "Senhor", "Veja" e "Playboy" e os jornais "Folha
de S. Paulo", "Estado de S.Paulo", "Jornal do Brasil" e "Gazeta
Mercantil". Também atuou como publicitário.
No "Pasquim", ele escreveu, entre outras, as colunas "Gip! Gip! Nheco!
Nheco!", "Fotonovelas" e os "Diários de Londres". Ele também criou, em
parceria com o cartunista Jaguar, o ratinho Sig, símbolo da publicação.
Lessa publicou os livros "Garotos da Fuzarca" (contos, de 1986), "Ivan
vê o mundo" (crônicas, de 1999) e "O luar e a rainha" (2005). Também
trabalhou como tradutor.
O escritor, que conheceu o Reino Unido em 1968, morava desde janeiro de
1978 em Londres, e pouco voltou para o Brasil desde então.
http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/06/morre-o…n-lessa.html
http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2012/06/ivan-…es-neto.html
http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2012/…dio_rw.shtml
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http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/06/foi-o-m…n-lessa.html
Caso do livro que comprei na Amazon e que ando folheando devagar, tal como deve ser. Trata-se de O Léxico Politicamente Incorreto, da autoria do dr. Peter Mullen, reitor da igreja de Saint Michael, na Cornualha.
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Segundo um desses curtos apanágios de capa,
assinado por um colunista de que sou admirador, Rod Liddle, o autor
lembra um clérigo de reputação dúbia da última fase de Graham Greene,
chapéu dobrado sobre o rosto, sorriso malandro na cara.
Ou seja, o próprio Millôr. Que ao menos abriria o livro depois da descrição.
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E só teria a lucrar: trata-se de um volume
engraçado, imoderado, astuto e divertidíssimo. Não chegaria, creio, aos
pés de nada que Millôr tenha nos deixado – e como e quanto nos deixou –
mas, sendo brando, pertence à grande tradição frasista inglesa, da qual
Milla era fervoroso adepto.
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Como a mocinha que deixa flores nas esquinas da
cidade em nome de um jubileu ou jubilado qualquer, espalho algumas das
definições que fui pescar no volume.
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Friso que o amigo que se foi daria de 10 a 0 no
Ilmo. Sr. Dr. Mullen, o que não desmerece-o de jeito nenhum. Uma lavagem
bem dada por Millôr é honra, amigos, honra.
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Eis algumas que, preguiçoso porém bem
intencionado, colhi para o mestre, afim de que ele, com carinho, nelas
afiasse ainda mais seus gumes, dando-lhes um ar mais picante e rolante,
que ele o sabia fazer melhor que ninguém, se me perdoam o chavão.
Senão vejamos:
-- Islamofobia: antipatia irrazoável por homens-bomba.
-- Vulnerável a problemas de digestão: voraz, obcecado por si próprio.
-- Clássico: qualquer música pop que tenha completado mais de 5 anos.
-- Banana: fruta empregada para demonstrar às crianças do colégio primário como colocar no membro uma camisinha.
-- Inclusividade: fácil acesso a Oiks (gente rude, desagradável). Ver Universidade.
-- Poesia: quaisquer linhas de palavras que não cheguem direito às margens.
-- Fruto ou filho do amor: bastardo acidental.
-- Minorias: subgrupos de indesejáveis politicamente preferíveis.
-- Direitos Humanos: ficção legal destinada a fazer ainda mais ricos os existentes advogados ricos.
-- Ingleses: único povo na face da terra com direito a ser racista.
-- Ladrão: larápios que gozam da proteção da lei contra aqueles por eles roubados.
-- Mudança Climática: temperatura agradável e ensolarada pronta para levar uma nova fachada.
-- Reformas: destruição. Como em "reformas institucionais".
-- Parceiro (ou parceira): companhia sexual com mais de 3 noites de duração.
-- Celebridade: alguém de quem nunca se ouviu falar.
Pronto. Só uma amostragem. Para verem que, em
certos casos, nós somos muito, mas muito melhores mesmo que o resto do
bando. Em qualquer língua. A benção, Millôr.
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Como diria um grande escritor brasileiro premiado por seus pares
estrangeiros ao ver a notícia da conquista de importante laurel em
jornal francês:"É a glória! É a glória!".
Quer dizer, ela, a BBC Brasil, se destina aos, antes, ouvintes da
emissora e, agora, nestes dias informatizados, sob a forma enredada de
algoritmos, de que não entendo nada.
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Fato é, e lamento a quem se aborrecer com isso, que 3 vezes por
semana compareço com minha porção deles, os algoritmos encriptados aqui
onde me tens, gentil leitor.
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Não ligam muito para mim, os internautas. As croniquetas são
reproduzidas em uns tantos jornais, blogs e, aí sim, websites. O mundo
cibernético é mais vasto do que sonhou Camões, Vasco da Gama, Fernão de
Magalhães e aquele nosso grande e vibrante nadador, o César Cielo.
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Tudo bem. A glória não era meu objetivo. Informar um pouco, se
possível divertir outro tanto. Só que nunca obtive tanta reação quanto
as linhas que aqui neste canto estiveram até segunda, hoje, de manhã.
Devo ter recebido mais de 6 e-mails (7, quero crer) e outros tantos
comentários em jornais brasileiros de primeiro time. Recorde, para mim;
pura glória, como disse no início.
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Todos, praticamente sem exceção, me esculhambando por ter citado,
traduzindo um texto da escritora inglesa Michelle Hanson, que levava o
título em inglês de A Dildo in the Window, ou por aí, mas que
acabei tacando com o título em linguagem de Nelson Rodrigues, para me
equiparar (olha só a ousadia desta besta que sou) a um dos grandes
cronistas que tivemos, temos e sempre teremos, como Um Consolador na Janela.
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Daí a glória de ser apedrejado em blog público ou comentário em
jornal biguano (checar no Houaiss, distinto). O tabuismo (continue com o
mesmo dicionário por perto, companheiro) lá está em suas duas versões: a
pré-luddista (insista, não desista, continue folheando o Houaiss, ou o
Aurélio, o Aulete, aquele que quiser, valendo inclusive o Google) em
modelos modernos e tudo, com ou sem reforma ortográfica.
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Os leitores, que só faltaram atentar contra minha honra, estão
acostumados, conforme deduzi. Sim, eu disse a-cos-tu-ma-dos. Masculino.
Nenhuma senhora ou senhorita, se leu, deu pelota às minhas
escrevinhações. Gozado.
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Vamos destrinchar essa besteirada. Dildo pode ser "vibrador", quando
armado com pilha, ou apenas "consolador" (short, conforme se diz no
Brasil para, "consolo ou consolador de viúva"). Dá no mesmo.
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Quem reclamou é que deve saber. Os – sim "os" - que se queixaram de
meu "uso", para eles indevido, de "consolador" estão mais familiarizados
com a versão moderna armada, para melhor manejo, suponho, com pilhas,
3AA, por certo, mais outros adereços modernos, e deles bom uso devem
fazer.
O "consolador" ou "consolo" de viúva, para os hodiernos conhecedores e
íntimos do objeto em questão, deve ser uma espécie de "Caminho Marítimo
Para As Índias" e preferem usar, empregar, manusear, lidar, ter por
hábito e costume o, suponho, possante “vibrador”, objeto de que sentiram
falta e que os fez deixarem por uns momenos fugazes suas ricas vidas
para tentar mandar uma pedrada em mim. Satisfaz-lhes melhor o – será
"paladar" a palavra que procuro?
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http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/05/120…ssa_rw.shtml
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Cá estou de novo no cais. Os aeroportos andam apinhados de gente indo ou
voltando, eu ficaria exposto como um batedor de carteiras com meu lenço
branco na mão cantarolando o Cinco Letras que Choram, do Silvino Neto, na pior imitação possível de Chico Viola, O Rei da Voz.
Fico, pois, no cais, todo de preto feito futura viúva de pescador português em Nazaré, a me despedir.
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Despedir de quem? Dos brasileiros que, após estada razoavelmente
frutífera em terras britânicas, conseguiram escapar das balas policiais,
do rapa e das autoridades que zelam pela legitimidade dos benefícios
sociais.
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Londres, principalmente, foi sacudida pelo estrondo do vazio deixado
pelos brasileiros que retornam ao solo pátrio, muito pimpões,
esperançosos como um parágrafo de Stefan Zweig, nada avexados da
experiência europeia que não deu certo.
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Eu não enturmava nem frequentava suas bibocas multicores nos bairros
que escolheram para armar suas ubíquas bandeiras, mas nunca deixei de
estar presente ao guaraná legítimo e à magra fantasia de picanha com que
fizerem seu nome.
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Deixam um legado histórico: a caipirinha. Dois, aliás, se contarmos a
caipiroska, assim mesmo com K, como estava na Tendinha Brasil, no verde
e amarelo bairro de Stockwell.
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É duro para nós que ficamos, com nossos enfisemas e cônjuges à doença
semelhantes, mas a verdade está publicada em todos os meios de
comunicação. Os brasileiros estão voltando para o Brasil.
Parabéns, Brasil! Aguentai a parada Londres e arredores! Vai ser duro, mas assim é a vida: um dia se vem, outro se vai.
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Melhor coisa é não se afeiçoar muito de ninguém nem nada que pinte a
cara de verde e amarelo e desfralde bandeira com frases positivistas em
dias de concerto de roquiendirôl.
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São gente que, com sua presença alegre, desinibida, marota como um banana goal, feito eles chamam, alegram com sua presença qualquer vendinha ou limpeza de cinzeiro em restaurante argentino.
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Mais uma vez, embargado, ensaio o Neruda que não canso de citar, olhos marejados: amo el amor de los marineros que besan y se van, gente boa, longe de mim mas tão perto do coração. Ficarei um pouco mais sozinho do que já o sou.
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Adeus, adeus, adeus, Sejam felizes na terrinha que os viu partir
chorosa e agora vai recebê-los como um hotel cinco estrelas recebe um
governador carioca e comitiva: com bons modos, fazendo paredinha para os
outros hóspedes não verem e, mais tarde, contando os talheres.
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Aos fatos que só os fatos não lacrimejam feito este palerma que vos
digita estas mal tecladas: há perto de 50 mil brasileiros sediados no
Reino Unido.
Muitos atestam ser 4 vezes esse número. Pode não ser, mas é como se o fosse, tamanho o fuzuê que fazem.
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O Brasil ultrapassou a Grã-Bretanha em matéria de tutu dando sopa e, agora, é a sexta maior economia do mundo.
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Economia é ponto que não acaba mais na bizantina equação da
"saudade", esse mal que nos aflige e ao que parece não tem solução a mão
ser voltar e ser Classe C (ou B+ e coisa parecida, uma dessas invenções
econômicas que fica bem de frente e de perfil no papel) na terra natal.
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A recessão pelas bandas de cá cai pelas tabelas como nossos velhos
bêbados e crescerá, neste ano olímpico, apenas 0,8%, ao passo de valsa
dos 3% que nos credita o FMI, aquele do DMK, o que corre atrás de
arrumadeira.
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Que importa que o preço das coisas verde e amarelas no verde e
amarelo país nosso estejam disparando? Lá, com aquele solzão, nosso
futebol e mocinha bunduda depilada, isso não conta ponto.
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O negócio – o melhor negócio – é voltar e fazer de conta (como temos
samba para todas as ocasiões!) que de lá, como Antonio Maria e Dolores
Duran, nunca saímos.
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Vozes possantes e bramantes garantem que o Brasil é um estado de espírito.
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Se assim for, nunca o deixamos, apenas o espalhamos nos 4 cantos da
Terra. Até os japoneses, povo danado de decidido, leio eu que estão
voltando com um sorriso amarelo e desse tamanho para o Brazucão, que já
foi um dia, mas nunca mais o será, Bananão. Boa viagem, boa gente!
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http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/05/120…ssa_tp.shtml
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O homem atacou de novo. Dan Brown. Aquele do Código Da Vinci. Muita gente boa jurou que ele não emplacava um segundão no rarefeito esquema dos superbest-sellers.
Dan Brown não é bobo. Pode ser o pior escritor mais rico do mundo,
mas já deixou Jeffrey Archer para trás em número de exemplares vendidos.
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Semana passada, aqui no Reino Unido, e no resto do mundo razoavelmente civilizado, foi lançado seu mais recente romance, O Símbolo Perdido.
Quer dizer, capaz de Paulo Coelho ter sido, assim sem mais nem menos,
desbancado do lugar permanente nas paradas de sucessos, conservando
apenas a formosa cadeira que preenche na Academia Brasileira de Letras,
embora passe a maior parte do tempo em sua casa na Suíça, ou um paraíso
desses, bolando esoterismos e reformas ortográficas para desnortear
ainda mais seus conterrâneos brasileiros.
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Na terça-feira, dia 15, um armazém daqueles biguanos, o Tesco, num
balcão “deste tamanho”, logo ao lado do de frutas e vegetais, expôs uma
batelada da mais recente incursão no mundo das vogais e consoantes do
felizardo americano, e vendeu mais do que laranja e couve-flor. Venderam
19 exemplares por minuto, segundo os editores de Brown, a Transworld.
Motivo não há para se duvidar deles. Num outro ponto da cidade, outro
armazém, o Asda, que também vai além das latas de feijão branco cozido e
do material para limpeza de cozinha, já tinha tacado ficha em torno dos
18 mil exemplares.
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O sucesso é inexplicável. Inúmeras possibilidades são aventadas por
técnicos alfabetizados. Entre elas a de que Dan Brown, conhecendo os
limites de absorção literária de seus fregueses, escreve capítulos
curtos, que não vão além das 3 ou 4 páginas, utiliza vocabulário de
camisa desabotoada e sem sapatos e sempre encerra um episódio do mais
recente livraço (506 páginas) com uma ponta de suspense – e que
Hitchcock, no cinema, e todos os mestres do gênero, nos livros, que me
perdoem o uso descuidado do termo de uma certa tradição.
Dan Brown, desta feita, deixou Nosso Senhor Jesus Cristo em paz.
Voltou seu espírito maligno (e esta é uma opinião pessoal) contra a
maçonaria e aqueles que a praticam via seu herói (virá aí de novo mercê
cortesia e cupidez de Tom Hanks?), o simbologista Robert Langdon.
Simbologista não os há, segundo minhas incursões na Google. Dan Brown
botou um no mapa e pior para todos que estão pagando perto de US$ 25
para rever essa triste figura de cavalheiro.
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Uma pessoa com muito pouco o que fazer deu-se ao trabalho de criar um
software para computador destinado à terrível missão de contar os dez
adjetivos mais empregados por Dan Brown em sua (risos) “obra”. São eles,
na ordem decrescente: escuro, leve, religioso/a, grande, famoso,
secreto, enorme, feminino, francês e vermelho.
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Já que o software estava por ali dando sopa a mesma pessoa empregou o
mesmo software nos escritos de James Joyce. A saber, e na mesma ordem
decrescente: bom, pequeno, novo, escuro, leve, vermelho, verde, azul e
lindo.
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Empataram, Brown e Joyce, na cor vermelha. Curioso. No meu entender de simbologista e teorista conspiratório isso significa que…
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http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/09/090…ssa_tp.shtml