Arquivo KGB: A corrupção moral da sociedade pelos MarxistasCriando Inimigos Dentro de Casa: Ex-Agente da KGB Explica como criar "Alienados" e "Idiotas Úteis"
O ex-agente da KGB Yuru Bezmenov explica, em entrevista concedida em 1984, as técnicas da KGB em "medidas ativas", "influência" e propaganda.
Nada é novidade para quem já leu as memórias de outros ex-agentes como Ladislav Bitmann e Anatolyi Golitsyn, mas uma entrevista tem um fator multiplicador incalculável nesta era da informação.
A KGB só trabalhava em "espionagem" tradicional (como a CIA, por exemplo) usando 15% dos seus esforços. O restante era de um outro tipo de ação, de implementação muito mais lenta e de resultados idem. Era chamado de "medidas ativas" e de "influência": um processo de desmoralização e lavagem cerebral feito de forma tão gradual e ininterrupta que, ao fim do processo, as pessoas submetidas a ela agiam como se fossem agentes anti-capitalistas ou ao menos anti-americanos.O processo levava no mínimo três gerações para dar resultado. O "dar resultado" significava cooptar um número tão grande de simpatizantes (conscientes ou não do processo) que, quando esta geração galgasse posições de poder e controle dentro da sociedade, o processo se auto-alimentava a si mesmo, criando mais e mais "simpatizantes".
A profundidade da "estampagem mental" obtida era tal que, usando as palavras de Besmenov, "argumentos, nem mesmo a verdade serviria para abrir os olhos destes indivíduos. Mesmo que se mostrasse um campo de concentração em pleno funcionamento a toda esta gente, eles nem assim iriam finalmente acreditar".
É o "modus operandi" de como se criar "idiotas úteis".
Pelo que vemos no mundo de hoje, a tal máquina continua a fabricar mais e mais idiotas (alguém aí vai dizer que o comunismo acabou?), especialmente na América do Sul.
Essa estratégia é usada em outros segmentos da sociedade, na religião, principalmente. A verdade é desprezada, substituída, adulterada, não os alcança por mais que seja exposta. É incompreensível, intelectualmente falando.
"Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade." (João 17:17)
Tudo muito conhecido de todos nós. Nosso país é alvo desta prática há muito tempo e o principal veículo de desmoralização é a nossa malsinada Rede Bobo de Televisão, que alcança o populacho, e seguida pelas universidades federais que cutucam as zelite.
Vi só a 1ª parte até agora e já digo: que filho da mãe!!!! Um Estado tem como política oficial denegrir e demolir uma nação inteira! Isso é demoníaco e monstruoso!! A URSS deveria ter sido varrida do mapa como fosse possível! Graças a Deus ela caiu por si.
assim , pelo que vi em um dos vieos do olavo falando , a russia esta destinada a ficar meio que agonizando por que nun tem + concerto, oque faz com que os paízes sejam tão bons em uma área mas muito imcompetente em outros?
É isso mesmo, Paulo Fernando. Como disse o Dr. Glen, essa é a estratégia, e o Olavo a denuncia faz tempo. Lutamos o quanto podemos contra ela. O fato é que tem dado certo, e o número de idiotas cada vez aumenta mais, como o antigo "cordão dos puxa-sacos", seu (nem tão) inocente antecessor.
Enfim, é isso aí.
Nildo: "Nun"????? Fala sério - "nun tem conserto"????? Menas, cara, menas! Assim não dá! Escreve "naum", pelamordedeus, ou "ñ"! O "concerto" vá lá, ficou de bom tamanho, mas o "nun"...
"Nun"é forçar demais a barra!!!!! !
além de pirataria, narcotráfico e tráfico de armas, as especialidades da máfia russa incluem pornografia infantil, filmes de "snuff" por encomenda (alguém assistiu 8 milímetros, com o ator Nicholas Cage? ou Albergue, produzido pelo Tarantino?), pornografia infantil, pornografia sadomasoquista, tráfico de órgãos humanos, tráfico de mulheres (escravas sexuais) e tudo mais que degrada e corrompe o ser humano e a inocência da pior forma possível.
"Snuff movies são filmes que mostram cenas reais de morte, como a série Faces da Morte; porém, snuff se tornou sinônimo de um sub-gênero: os filmes pornôs em que um dos atores é torturado até a morte após o ato sexual (sem a sua conivência, claro). Há quem diga que esse tipo de filme não existe, é mera lenda urbana. O FBI, em vinte e cinco anos de investigação, jamais encontrou sequer um exemplar. Quem acredita diz que existe uma máfia produtora que comercializa os VHS´s por milhares de dólares, assim como foi mostrado no filme 8 mm, com Nicolas Cage."
Trata-se de uma categoria extrema de pornografia sadomasoquista . Funciona assim: um comprador encomenda o filme e paga uma fortuna para assistir um produção real no qual uma pessoa é estuprada, torturada e assassinada diante das câmeras. É tema do filme "8 milímetro" acima citada.
Até pouco tempo achava-se que tal indústria criminosa não existe (seria uma "lenda urbana" ou boato), até que em 2000 na Itália a polícia prendeu gângsters da máfia russa que produziam filmes pornográficos nos quais crianças eram seviciadas, maltratadas e até assassinadas. Uma lista de clientes de tal material foi apreendida. As principais emissoras de televisão da Itália e Europa decidiram abafar ou dar mínima cobertura à história sob a alegação de não quererem incitar o anti-semitismo nem ressuscitaram o "blood libel" (a máfia russa é notoriamente composta por judeus ashkenazim do Leste Europeu. Mas a desculpa é fajuta pois ninguém deixava de denunciar a Cosa Nostra por medo de incentivar a intolerância contra carcamanos. O medo é outro)
É verdade. O pós-modernismo é regra em alguns setores, pelo menos. Estou fazendo licenciatura e a regra é Piaget, Morin, Vygotsky (marxista)... e estou assistindo em aula Quem Somo Nós... pela segunda vez em dois semestres!
Fala-se muito em interdisciplinaridade, transdisciplinaridades, inter-trans-sei-lá-o-que!
Enfim: é o pós-modernismo abraçando o marxismo e a New Age.
Marcos, acabei de fazer o projeto gráfico de um livro prefaciado por um ministreco desses daí, deste governo. Na hora em que eu recebi o prefácio, liguei pro revisor (que é meu amigo, e um clássico, um doce de pessoa) avisando que ele teria um treco quando lesse - o texto era absolutamente LOTADO dessas palavras, e tinha inclusive essa tal "interdiscipliridade", que ninguém fazia a menor idéia do que queria dizer - se eu estivesse em casa, faria uma lista pra você... O fato é que o revisor trocou um monte, e deixou outras tantas. Mas é a coisa mais incompreensível deste mundo!
Era "interdiscipliridade" mesmo, não "interdisciplinaridade", que pelo menos é um pouquinho menos abstrusa (só um pouquinho). Essa foi uma das excluídas, porque não foi possível decifrar o significado...