Brasileiro, povo culto
92- Romário
88- Cazuza
85- Chacrinha
84- Chico Buarque
83- Joelma
82- Ronaldinho Gaúcho
76- Luis Carlos Prestes
75- Cláudia Leite
72- Michel Teló
65- Reynaldo Gianecchini
62- Mazzaopi
61- Zico
59- Marcos do Palmeiras
56- Hebe
55- Paulo Freire
53- Zumbi dos Palmares
50- Rogério Ceni
49- Gugu Liberato
48- Tiririca
46- Raul Seixas
43- Ivete Sangalo
42- Luan Santana
* Nesse patamar jumental se revela injusta a ausência de haters.
Alguém duvida quem será o primeiro colocado??
Dica: Fala errado e tem uma amiga brava que veste vermelho, não, não é o Cebolinha.
Essa é a primeira fase da eleição, selecionados os 100 melhores abrirá nova votação para escolher o maior brasileiro de todos os tempos.
[url]/Main#Profile?uid=2325723917980259165[/url]:onde??
COMPREM ARMAS
EUA escolheram Ronald Reagan.
Inglaterra escolheu Churchill
O Brasil está na dúvida metafísica, Lula ou Michel Teló??
[url]/Main#Profile?uid=2307316296621950622[/url]:no 1,99?
onde??
[url]/Main#Profile?uid=2325723917980259165[/url]:[2]
COMPREM ARMAS
minha aposta
[url]/Main#Profile?uid=2520105583635307949[/url]:
EUA escolheram Ronald Reagan.
Inglaterra escolheu Churchill
O Brasil está na dúvida metafísica, Lula ou Michel Teló??
Ayrton Senna
Chico Xavier
Fernand Henrique Cardoso
Getúlio Vargas
Irmã Dulce
Jucelino Kubitschek
Lula
Oscar Niemeyer
Pelé
Princesa Isabel
Santos Dumont
Tiradentes
Não há uma ordem seletiva nesses finalista, pois haverá uma nova votação para escolher o vencedor. À exceção de três nomes, que goste eu ou não deveriam mesmo figurar em altos postos (Dumont, Vargas e Isabel, ainda que os méritos desta nem se comparem aos do pai), nossa lista é vergonhosa. Não se pode esperar mais nada de um povo que seleciona como maior dentre os seus alguém como Chico Xavier e esquece de um gigante como Joaquim Nabuco, ou então três políticos que não valem a peruca de José Bonifácio, ou ainda essa farsa chamada Tiradentes...
Seria legal o Senna desbancar o Lula nas eliminatórias.
No demais, esquecer figuras como Joaquim Nabuco, José Bonifácio, D Pedro II, Mário Ferreira dos Santos e Otto Maria Carpeaux de fato é um sacrilégio. Dos que ficaram resta votar no Getúlio Vargas que, apesar de ditador foi o grande responsável pela industrialização do Brasil. Oremos ...
Prevendo os dois finalistas:
Deixei meu recado no site do SBT:
"Esquecer, entre os finalistas, figuras como Joaquim Nabuco, José Bonifácio, D Pedro II, Mário Ferreira dos Santos e Otto Maria Carpeaux é de fato um sacrilégio. Para ser o maior brasileiro de todos os tempos é indispensável três coisas: 1- legado, 2- caráter e 3- inteligência. Ora, basta vislumbrar os 100 nomes mais votados para concluir que o Brasil é um país desmemoriado, ou pior, ignorante do próprio passado. Mas o que esperar de uma geração que olha para seu dinheiro e não vê mais os vultos do passado, ao contrário, contenta-se com uma arara, uma onça ou um peixe. É triste dizer isso mas é patente que o Brasil morreu há mais de 40 anos e esqueceram de enterrar"
Pulem do barco
Que lista mais nojenta!
Fragmento de um texto de Nostradamus:
.."e próximo do terceiro milênio uma besta barbuda descerá triunfante sobre um condado do hemisfério sul (BRASIL) - espalhando desgraça e a miséria" ("reforma da previdência", corrupção institucionalizada, mensalão etc.)
"...Será reconhecido por não possuir seus membros superiores totalmente
completos." (cadê o DEDINHO?)
"...Trará com ele uma horda (PALOCCI, ZÉ DIRCEU, DELÚBIO, GENOÍNO E CIA LTDA) que dominará e exterminará as aves bicudas (TUCANOS-PSDB-FHC) e implantará a barbárie por muitas datas (8 ANOS ou mais....) sobre um povo tolo e leviano." (É NÓIS !!!)...
E lá se vai mais uma profecia concretizada!...
Por mais que eu goste de Manuel Bandeira, sua posição na literatura é a de ser o nosso maior porta nacional, com todas as implicações que isto significa. E não é pouca coisa ser o maior representante da família literária começada em Gonçalves Dias, a qual de certa forma Drummond também participa mas não com a mesma, digamos, comunhão de Bandeira - ambos foram líricos, mas apenas o mineiro desvendou a existência (ou existecial) do épico, como naquele grande poema chamado "A Máquina do Mundo", ou na maior parte do que escreveu a partir de Claro Enigma, fazendo dele um continuador daquilo que Gustavo Corção bem percebeu ser o sentimento aparentemente unânime de todos os grandes poetas: o desconcerto do mundo, o que faz de Drummond um continuador da linha de Camões.
Pode até haver controvérsia em considerá-lo nosso maior poeta, porque tivemos grandes poetas da mais alta estirpe, mas considerá-lo de terceira categoria não dá, é não saber do que está falando. Se quiser eu posso te passar alguns artigos ou livros de crítica literária sobre Drummond, porque eu sei que o estilo dele às vezes pode parecer um tanto difícil de entender. Eu mesmo só fui compreendê-lo depois de muito tempo, principalmente quando descobri que havia dois poetas distintos, duas fases.
A Máquina do Mundo, para elevar o espírito:
http://www.releituras.com/drummond_amaquina.asp
Muito diferente também é o conceito de temperamente nacional, já há muito tempo tido como em essência a figura do medalhão (ainda que haja controvérsias. Acho que Meira Penna tem uma teoria bem diferente desta). Machado de Assis foi o primeiro a tornar alta literatura nossa mediocridade. Mas enquanto estilística é outra coisa falar de temperamento nacional, pois a isto nos referimos ao grande patrimônio artístico de uma nação, cujo conteúdo não se encerra em questões sociológicas. É a enorme mansão que abriga os descobridores de nosso sentimento mais profundo, começado aqui por Gonçalves Dias, que em sucessivas mudanças culminou em Manuel Bandeira, o que difere de Drummond, que a meu ver está mais dentro da linhagem camoniana. Às vezes essa família descobre sentimentos não só de um povo, mas, para usar expressão drummoniana, sentimentos do mundo. De qualquer forma, Drummond é dos nossos maiores, e por menos que se goste dele e ainda que se queira rebaixá-lo ao mesmo nível de "poetinha" de Vinícius de Moraes e Quintana, é insesibilidade literaria demais, para não dizer ignorância, considerá-lo medíocre.
Em termo políticos é claro que a balança sempre vai pender a favor de Bandeira, nosso ilustre conservador, e não para Drummond, um comunista que fez poemas enormes em louvor a Stalin, Mas isso é outra coisa que nada, ou pouquíssimo, tem a ver com literatura. É como o personagem de Woody Allen, no filme O Dorminhoco, que depois de acordar decadas no futuro, passa por um interrogatório sobre figuras do passado que foram conteporânea a ele, e quando indagado sbre o general De Gaulle resposnde "ah, este foi um grande cozinheiro". Drummond foi grande na poesia, seu credo político é a parte que menos importa ao mundo.
Aconselho ler o que Merquior já escreveu sobre Drummond, e, para começar, este artigo maravilhoso, publicado a poucos dias e ao que me parece ainda inédio em livros, escrito por Carpeaux:
http://editora.cosacnaify.com.br/blog/?tag=otto-maria-carpeaux
É triste

