O PMB proporá a revisão e atualização do Estatuto dos Militares na sua 1ª Convenção Nacional Partidária a ser realizada no Rio de Janeiro em 20 de julho de 2012. O Partido quer que qualquer militar ou servidor público possa candidatar-se pelo Partido, em qualquer nível político, com a ressalva de que, como agora, não se façam reuniões políticas dentro dos quartéis ou quaisquer repartições públicas federais, estaduais ou municipais.
As propostas serão apresentadas e discutidas com participação de empresários que apoiam suas diretrizes, sobretudo porque o Partido considera uma incoerência as acusações assacadas contra os militares e civis, que foram e são usados para tudo, nas emergências e complicações sociais de risco, por poderem votar como cidadãos, pagarem impostos, mas não poderem ser candidatos a cargos políticos como os demais cidadãos, perdendo-se um grande potencial em qualidade e recursos humanos, devido às normas envelhecidas ante o desenvolvimento socioindustrial, quando se fundem tablets comsmartfones, e pode-se levar o mundo nas mãos para qualquer lugar em pequenos aparelhos.
O PMB é formado por pessoas de varias gerações, estudiosas do progresso das teorias marxista-gramscistas em uso no Brasil atual, que querem alavancar a sociedade, sendo o único representante, nas palavras do seu Secretário-Geral do Rio de Janeiro, o único partido nacional que agrega todos os que estão do outro lado do esquerdismo, relembrando as palavras da ex-primeira ministra Margareth Thatcher, ao dizer que todos os países socialistas da Europa – e não só de lá – estão abarrotados de problemas econômico-financeiros, o que é uma grande ameaça para os demais países do planeta, o que se refletiu no fiasco da Rio+20, e, segundo o jornal alemão “Der Spiegel”, o documento feito para os presidentes dos países que se representam na reunião não vale o papel em que está impresso, enquanto a reunião mostra-se importante pelo seu fair-play de danças típicas, pelo colorido das penas e das flechas dos índígenas e por, ao menos, ter redigido um documento para ser lido, o que não ocorreu na ECO-92.
Neves Cardoso (marxólogo, professor e Secretário-Geral do PMB-RJ)