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Petrobras corta pela metade preço das refinarias n

Iniciado por marco_11 em 10/05/2007 · 11 mensagens

marco_11#1
opresidente boliviano, Evo Morales, afirmou nesta quinta-feira que a Petrobras cortou pela metade o preço que ela pedia pelas duas refinarias localizadas na Bolívia. Foi a primeira vez que se falou oficialmente em valores.

"É verdade que (o preço das refinarias) caiu bastante: as primeiras propostas (da Petrobras) eram de US$ 200 milhões, passaram para US$ 153 milhões, a penúltima foi de US$ 135 milhões e agora US$ 112 milhões", comemorou Morales. Até então, não havia confirmação oficial desses números.

Morales disse conseguiu "avanços importantes com a Petrobras" por conta da intervenção do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. "O mais importante para nós é que existe este desprendimento do presidente Lula de devolver as refinarias ao povo boliviano."

A Petrobras havia dado prazo até hoje ao governo boliviano para fechar a venda das duas refinarias que tem no país vizinho.

Em resposta às declarações das autoridades brasileiras na terça-feira e quarta-feira, que endureceram o discurso, Morales afirmou apenas que o "compañero" e "hermano" Lula tem demonstrado disposição em vender as refinarias ao Estado boliviano, acrescentando que "as negociações técnicas e econômicas continuarão até o fechamento de um acordo".
marco_11#2
A Petrobras comprou as duas refinarias por US$ 104 milhões em 1999, segundo dados oficiais.

Decisão política
"Acima da questão econômica está a política. Há uma negociação política do governo", contou Morales a jornalistas que estavam na casa de governo por ocasião do Dia do Jornalista.

O presidente boliviano atribui a tarefa de se comunicar com o governo brasileiro ao ministro da Presidência, para que ele dê continuidade às negociações com representantes da Petrobras.

As refinarias em questão são Guillermo Elder (Santa Cruz, leste) e Gualberto Villarroel (Cochabamba, centro).

Nacionalização
Desde o decreto de nacionalização dos hidrocarbonetos ano passado na Bolívia, o presidente Evo Morales vem manifestando seu desejo de recuperar para o Estado o controle das refinarias estrangeiras. No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu um "preço justo" para as unidades.

As duas refinarias da Petrobras em questão processam em média 40.000 barris diários de petróleo e suprem toda a demanda interna de gasolina da Bolívia, mais 70% de sua demanda de diesel.

(Com informações da France Presse)

Tá tudo dominado.
Ressuscitem o Barão do Rio Branco.....
inocncio#3
Isto nón ecxiste !
marco_11#4
Esse indiozinho de araque está fazendo muito bem a liçao de casa.
sccpmrio#5
eu acho q o nome será união das republicas bolivarianas da america do sul... MALDITOS
thomas#6
Perdi um dinheiro danado aplicando na Petrobras esse ano, por culpa do Luiz Inácio. Devia ter apostado na Vale, que é privada e não tem interferência de idiotas, por isso já rendeu uns 40% esse ano.
edgard#7
Reinaldo Azevedo lembrou um negócio certo: Quando as refinarias foram vendidas os canhotos - lá como cá - reclamaram de que foram vendidas "a preço de banana". Agora, na hora de comprar, queriam pagar metade desse preço de banana?
thomas#8
Se o Paraguai quiser, pode reiniciar o projeto do Grande Paraguai. Dessa vez daria certo.
marco_11#9
Petrobras vende refinarias à Bolívia por US$ 112 milhões.
Está consumado .
Para onde vai esse dinheiro ? Adivinhem..........................
de_orkut#10
e depois eles dizem saber o que é 'preço de banana'.
k_orkut#11
E preparemo-nos para mais um "desprendimento do presidente Lula."

Peguei em outra comuidade - (postagem de Malu)


Trecho do artigo do embaixador Rubens Barbosa

-O DESAFIO DO PARAGUAI- no ESP e OG !

No Paraguai, a animosidade contra o Brasil vem crescendo de forma perigosa. ... Nos últimos meses, do ponto de vista do interesse brasileiro, surgiu um problema mais sério. Cresceu a pressão do Paraguai sobre o Brasil com o objetivo de forçar a revisão do Tratado de Itaipu, que é o instrumento jurídico que regula o aproveitamento das águas do Rio Paraná para a geração de energia elétrica utilizada pelos dois países. A Hidrelétrica de Itaipu é o alvo ideal para o Paraguai, pois se trata de uma área sensível, que poderá ameaçar a segurança nacional pelo risco de interrupção do fornecimento de energia para o Centro-Sul.

Estimulado talvez pela reação tímida do governo brasileiro no tocante à nacionalização de duas refinarias da Petrobrás e ao aumento no preço do gás natural da Bolívia, o Paraguai poderá ser o próximo país vizinho a abrir um contencioso sério com o Brasil.

retirado do ex-blog do César Maia

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