Acredito em condenações pífias ... penas leves, só pra constar ... Duvido que teremos o prazer de ver o Zé Dirceu, Zé Genoino, Delubio Soares sendo algemados e conduzido a algum presídio
O safado do Lewandow$vy, cuja mãe era amiga de longa data da mãe do Lulaladrão, quis desmembrar o julgamento e tomou uma chamada indignada do Joaquim Barbosa!
Ora, mas quem diria! Uma novidade oriunda do mensalão! A mãe do Lewandowsky era amiga da mãe de Luifináfio, a tal que "nasceu analfabeta"? Amazing. Sabia não.
Lula contou o desejo de visitar o
ministro Ricardo Lewandowiski, ministro-revisor do relatório do
Mensalão, um amigo de sua família. E assim fez. No começo do ano,
acompanhado do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, ele foi à casa de
Lewandowski e, conversa-vai-conversa-vem, chegou ao assunto: quando
será julgado o mensalão? Sua preocupação central
"A minha pergunta é direta mesmo. Eu sei,
sim, que Marco Aurélio é favorável ao desmembramento. A questão,
insisto, não é esta. Ele está sendo citado com tal insistência por
Lewandowski que pode restar a impressão de que a dobradinha
Bastos-Lewandowski é, na verdade, uma tabelinha mais ampla"
.
[Reinaldo Azevedo]
Reitero:
Lewandowski vote como quiser. Não se cuida aqui disso, ainda que eu
ache absurda a questão a esta altura. É o tempo que ele toma em seu
voto, com visível ânimo de provocação, que humilha o STF e os seus
pares.
Ministros do Supremo vão decidir hoje se o Supremo está ou não sob o gerenciamento de um ente de razão que lhe é externo.
A partir das 19 horas, eu estou ao vivo
no site da VEJA Online, em companhia do meu colega Augusto Nunes; de
Marco Antonio Villa, professor de história da Universidade Federal de
São Carlos, e do advogado criminalista Roberto Podval. Tema do debate: o
julgamento do mensalão.
19:23 - Em alguns minutos, os jornalistas Augusto Nunes e Reinaldo Azevedo, o historiador Marco Antonio Villa e o advogado criminalista Roberto Podval comentam ao vivo o julgamento do
mensalão no site de VEJA.
A segunda instância da Receita Federal já confirmou punições contra réus e empresas ligadas ao processo do mensalão que somam pelo menos R$ 64,4 milhões.
As penalidades foram mantidas pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, órgão do Ministério da Fazenda, e referendam na área administrativa as acusações feitas criminalmente pela Procuradoria-Geral da República na ação no STF (Supremo Tribunal Federal).
É claro que vai dar em pizza. Isso ficou um tanto óbvio em toda a condução do processo até aqui. E vai dar em pizza porque a legislação brasileira é fraca. Os ministros do supremo não farão um julgamento político ou ideológico. Eles farão um julgamento técnico. E quase todos os analistas políticos, e, claro, os especialistas em direito, concordam que as provas apresentadas nos autos são muito fracas. O Roberto Podval, amigo pessoal de Toffoli, um dos maiores advogados criminalistas do país, disse agora em entrevista na Veja que ele, em conversa com amigos juristas, pensam que realmente ser muito difícil uma condenação e cumprimento da pena dadas as evidências mostradas até aqui. Some-se a isso todos os atenuantes da Lei brasileira, como réu primário, etc. Ainda que hajam condenações, devido aos atenuantes é muito provavel que ninguém cumpra um dia de cadeia sequer.
Mas este julgamento servirá para mostrar aos brasileiros, e ao mundo, que no Brasil o crime compensa. E que no Brasil os homens públicos, os gestores do Estado, os representantes da população, não são "homens quaisquer", mas são realmente diferentes dos cidadãos comuns, perante a Lei.
Ah! e os cento e poucos milhões de reais, muitos milhões em dinheiro público, desviados para para abastercer o bolso dos mensaleiros e quitar dívidas de campanha do PT e dos partidos aliados, sonegados ao fisco e à justiça eleitoral, vocês nunca verão de volta.
BRASÍLIA - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio
Mello considerou nesta quarta-feira delicada a situação de seu colega
Dias Toffoli. Em entrevista ao “Jornal Nacional”, Marco Aurélio disse
que é triste para o STF ter que deliberar sobre o impedimento de um
ministro, o que pode ser um constrangimento para Toffoli.