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E outra coisa, amigo: como assim, a moça mora em São Paulo e tem que SAIR de São Paulo pra remover um tumor de medula? Mas pra ir pra onde? Meu irmão é neuro-cirurgião, e tem inúmeros conhecidos em SP: me explique melhor pra ver no que é possível ajudar. Eu já vi gente vir do interior pra se operar em SP - na verdade, até mesmo de outras capitais, já que SP é o CENTRO no qual melhor se opera, no Brasil, e onde se concentram recursos. O CONTRÁRIO é um tanto incompreensível.
De fato. Já fiz 3 cirurgias e se for fazer a quarta (e essa for o transplante) vai ter que ser em sampa. O problema é a burocracia para eu sair de Salvador para uma terra "desconhecida".
Sei não se você talvez não esteja sendo vítima de um golpe como esse aqui, veja:
Homem vem ao DF para conhecer namorada virtual e acaba vítima de golpe -> http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cid…-golpe.shtml <-> Há seis dias, um estudante de um curso de formação para detetive vive momentos de tristeza e angústia em Brasília, após ter sido vítima de um golpe na internet. Romário Barros Amazonas, de 24 anos, mora no município de Guajará-Mirim, em Rondônia, e veio a Brasília, no dia 28 de outubro, para conhecer uma moradora do DF, com a qual ele mantinha um relacionamento amoroso à distância. Ao chegar à cidade, o homem foi roubado e abandonado perto do Lago Paranoá. A ocorrência foi registrada na 5ª Delegacia de Polícia (Centro de Brasília).
Segundo a denúncia, Romário Barros teria conhecido uma mulher, identificada como Tatiana Cristina Faria, há seis meses e, neste período, teriam começado a namorar por meio de redes sociais. A mulher o teria convencido a emprestar R$ 2.500 para ajudar a pagar uma suposta cirurgia de uma tia. Já envolvido e sem suspeitar de nada, o homem viajou 2.500 quilômetros para encontrá-la.
A mulher o recebeu no Aeroporto JK e disse que o levaria até a casa dela. No percurso, feito de carro, a vítima foi surpreendida por homens armados, que o renderam. Os bandidos levaram a mala e o dinheiro do jovem, que foi abandonado no Lago Paranoá.
Mesmo transtornado com o ocorrido, Romário Barros caminhou até a 5ª DP, onde registrou o fato. Após o golpe, ele entrou em contato com os pais dele, mas ambos não têm recursos para pagar a viagem de volta à Rondônia. Usando a mesma roupa desde o dia do crime, o homem permanece no albergue Conviver, que fica na QS 09 - Lt. 01/07, em Águas Claras. Quem quiser ajudá-lo pode entrar em contato com os responsáveis pelo local, no telefone 3356-2122.