Chegamos a mais uma grandiosa postagem sobre a Teoria do Ginocentrismo, desenvolvida pelo brilhante filósofo norte-americano, Adam Kostakis, com o intuito de substituir a mentirosa e fraudulenta Teoria do Patriarcado e de ajudar a fortalecer o Movimento em defesa dos Direitos dos Homens.
Por http://gynotheory.blogspot.com.br/2011/01/anatomy-of…deology.html
Leitura Nº 5
“A fraqueza dos homens é a fachada de força: a força das mulheres é a fachada de fraqueza” — Warren Farrell
Entre os piores erros que os amantes da liberdade podem cometer, é estereotipar as feministas ao considerá-las um pequeno e heterogêneo grupo de lésbicas revoltadas que há muito deixaram de ser relevantes. Tome nota: esse estereótipo as ajuda.
Devo repetir: esse estereótipo as ajuda.
Deixemos isso bem claro. Toda vez que você subestimou as feministas, considerando-as um bando de bruxas velhas mal-humoradas que ninguém leva a sério, você ajudou a obscurecer o programa delas e, de fato, suas próprias existências como uma forma de poder organizado. Depreciá-las, você deve — mas, fazê-lo de uma forma que as exponha, não que as obscureça! O feminismo está muito longe de ser uma relíquia do passado. O movimento feminista é levado muito a sério por aqueles que têm o poder de impor os seus principais objetivos:
(1) A expropriação dos recursos dos homens para as mulheres.
(2) A punição de homens.
(3) Aumentar (1) e (2) em termos de alcance e intensidade, indefinidamente.
A obscuridade auxilia a concretização destes objetivos, criando dúvida entre potenciais adversários. O erro na identificação do feminismo como um artefato cultural que já não detém o domínio sobre as operações do governo e da sociedade, é um produto da própria metamorfose do feminismo. Note que a essência, ou a substância do feminismo, não mudou ao longo dos anos, apenas a sua forma, ou a embalagem. A mudança de embalagem tem se mostrado tão eficaz que alguns agora negam que o produto ainda exista.
Pelo contrário. Assim como os tempos mudaram com o feminismo, o feminismo mudou com os tempos. Na transformação do feminismo, de um movimento de oposição ao governo e à sociedade em geral, em um movimento que controla o Estado e a opinião pública — e usa essa posição para perseguir os novos inimigos do Estado — suas estratégias sofreram certa transformação cultural. Hoje, as feministas não precisam ter acessos de raiva para conseguirem o que querem, pois, enquanto no passado elas protestavam violentamente contra a máquina, agora elas controlam-na. Esta é a mudança verdadeiramente profunda nas sociedades ocidentais desde o auge da consciência sobre o feminismo, em meados do século passado; não é verdade que as feministas têm se tornado menos relevantes, ao contrário, muito mais.
Por http://gynotheory.blogspot.com.br/2011/01/anatomy-of…deology.html
Leitura Nº 5
“A fraqueza dos homens é a fachada de força: a força das mulheres é a fachada de fraqueza” — Warren Farrell
Entre os piores erros que os amantes da liberdade podem cometer, é estereotipar as feministas ao considerá-las um pequeno e heterogêneo grupo de lésbicas revoltadas que há muito deixaram de ser relevantes. Tome nota: esse estereótipo as ajuda.
Devo repetir: esse estereótipo as ajuda.
Deixemos isso bem claro. Toda vez que você subestimou as feministas, considerando-as um bando de bruxas velhas mal-humoradas que ninguém leva a sério, você ajudou a obscurecer o programa delas e, de fato, suas próprias existências como uma forma de poder organizado. Depreciá-las, você deve — mas, fazê-lo de uma forma que as exponha, não que as obscureça! O feminismo está muito longe de ser uma relíquia do passado. O movimento feminista é levado muito a sério por aqueles que têm o poder de impor os seus principais objetivos:
(1) A expropriação dos recursos dos homens para as mulheres.
(2) A punição de homens.
(3) Aumentar (1) e (2) em termos de alcance e intensidade, indefinidamente.
A obscuridade auxilia a concretização destes objetivos, criando dúvida entre potenciais adversários. O erro na identificação do feminismo como um artefato cultural que já não detém o domínio sobre as operações do governo e da sociedade, é um produto da própria metamorfose do feminismo. Note que a essência, ou a substância do feminismo, não mudou ao longo dos anos, apenas a sua forma, ou a embalagem. A mudança de embalagem tem se mostrado tão eficaz que alguns agora negam que o produto ainda exista.
Pelo contrário. Assim como os tempos mudaram com o feminismo, o feminismo mudou com os tempos. Na transformação do feminismo, de um movimento de oposição ao governo e à sociedade em geral, em um movimento que controla o Estado e a opinião pública — e usa essa posição para perseguir os novos inimigos do Estado — suas estratégias sofreram certa transformação cultural. Hoje, as feministas não precisam ter acessos de raiva para conseguirem o que querem, pois, enquanto no passado elas protestavam violentamente contra a máquina, agora elas controlam-na. Esta é a mudança verdadeiramente profunda nas sociedades ocidentais desde o auge da consciência sobre o feminismo, em meados do século passado; não é verdade que as feministas têm se tornado menos relevantes, ao contrário, muito mais.
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