Por favor, leia até o fim:
Pergunta: existem conservadores em Salvador? Sei que esta pergunta pode parecer um tanto absurda e fora de propósito (e é de fato um tanto absurda e fora de propósito) mas ela traz uma bom motivo consigo. É o seguinte: em Salvador quase ninguém se diz de direita, todo mundo tem a síndrome dos lindos-sentimentos-sociais-a-espera-de-um-reformador-iluminado, de maneira que as pessoas costumam ficar com suas bocas abertas e balançando nervosamente ante a simples menção do meu direitismo e, muito espantadas, se põem a tentar me convencer de como são absurdas e loucas as minhas convicções. Não que isso me incomode muito. Gosto de flertar com a maldade aparente. No entanto, parece-me que nisso existe algo de realmente desagradável: sem a companhia dos meus "comparsas" não posso me abandonar a crises de loucura coletiva. E todos sabem que é muito, mas muuuuuito mais divertido ter alguns loucos por perto para trocar amenidades de vez em quando...
Por isso peço, suplico e imploro PELO AMOR DE DEUS que os direitistas da terra do dendê dêem o ar da graça lá na minha caixa de recados e mandem um olá a humilde pessoa que lhes fala. Mandem-me scraps, senhores, falem comigo! Assim, talvez, eu até consiga a prova da tão propalada superioridade numérica dos meus comparsas em relação a diminuta - e sempre heróica! - resistência à la gauche.
Atenciosamente,
Johannes Reuchlin
Pergunta: existem conservadores em Salvador? Sei que esta pergunta pode parecer um tanto absurda e fora de propósito (e é de fato um tanto absurda e fora de propósito) mas ela traz uma bom motivo consigo. É o seguinte: em Salvador quase ninguém se diz de direita, todo mundo tem a síndrome dos lindos-sentimentos-sociais-a-espera-de-u
Por isso peço, suplico e imploro PELO AMOR DE DEUS que os direitistas da terra do dendê dêem o ar da graça lá na minha caixa de recados e mandem um olá a humilde pessoa que lhes fala. Mandem-me scraps, senhores, falem comigo! Assim, talvez, eu até consiga a prova da tão propalada superioridade numérica dos meus comparsas em relação a diminuta - e sempre heróica! - resistência à la gauche.
Atenciosamente,
Johannes Reuchlin