Vejamos o que os pesquisadores profissionais concluíram
sobre as obras de Chico Xa-vier. Chico Xavier acreditava escrever
livros de grandes escritores já falecidos. No entanto, o grande crítico
literário, Agripino Grieco afirma : “Os livros póstumos (feitos após a
mor-te), ou pretensamente póstumos, nada acrescentam à glória de Umberto
de Campos (autor de livros já falecido), sendo mesmo bastante
inferiores aos escritos em vida.
(“Diário da Noite”, S.P. 28-VI-1944).
Temos também a conclusão do crítico literário João Dornas Filho, sobre
as supostas “obras póstumas” do escritor Olavo Bilac: “Esse homem que em
vida nunca assinou um verso imperfeito, depois de morto teria ditado ao
Sr. Xavier sonetos interinos abaixo de medíocres, cheios de versos mal
medidos, mal rimados e, sobre tudo, numa língua que Bilac absoluta-mente
não escrevia!” (“Folha da Manhã”, S.P., 19-IV-1945).O mesmo vale para
médiuns que dizem receber letras de músicas de cantores já fale-cidos.
Sem contar o caso de outro homem brasileiro famoso, que dizia receber o
espírito do Doutor Fritz, um suposto médico alemão do tempo da Segunda
Guerra Mundial. Onde pesso-as morreram nas mãos deste médium, após terem
feito “cirurgias espirituais”, nas quais não se usa nenhum instrumento
cirúrgico profissional, nem havia esterilização, higiene local míni-ma
necessária e nem anestesia. Sem contar que o médium nada sabia de
medicina.Havia apenas uma preparação dos que aguardavam na fila de
atendimento, e se avisava que só quem tinha fé poderia fazer a cirurgia.
Lógico, por que a pessoa com “fé”, na verdade, condi-cionada
psicologicamente de que não iria doer, realmente não sentia dor.
http://afeexplicada.wordpress.com/2011/08/01/a-farsa-de-chico-xavier/
